sábado, 31 de março de 2018

Páscoa

!Passarinhos no telhado: Meu presente de Páscoa...
Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates? 

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

Em corpo espiritual, Ele penetra em recintos fechados, aparece e desaparece, fala em tom breve. Seus discípulos sentem que já não é um homem. É, no entanto, o amigo que retorna para orientar, esclarecer.

Jesus voltou, indicando que a morte não existe, provando todas as Suas palavras, dando testemunho da Imortalidade. Paulo de Tarso, o Apóstolo dos Gentios, afirmava que se o Cristo não ressuscitara, vã seria nossa fé.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre  nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos da fertilidade.

Assim, a Páscoa para o cristão deve lhe trazer à memória o ensino vivo da Imortalidade, atestado pelo próprio Cristo.

Recordar Jesus, pois, Seus ditos e Seus feitos: eis a verdadeira comemoração da Páscoa.

Importante que nos libertemos de ritualismos, de cultos exteriores, que nos retardam o progresso. Só então o Reino de Deus fará morada em todos os corações, realizando-se a reforma íntima de todos os homens.

*   *   *

Os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães.

Foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa.


Redação do Momento Espírita.
Em 22.08.2011.
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É tempo de Páscoa! Fala-se em presentes.... Fala-se em amizade.... Fala-se em amor... Fala-se em DEUS.... Fala-se em compreensão... Fala-se de união... É preciso crer na PAZ! ainda que seja um SONHO ! É preciso insistir no HOMEM! ainda que seja FRÁGIL. É necessário acreditar no AMOR = http://www.mensagemespirita.com.br/mensagem-em-video/148/feliz-pascoa-2016
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Celebrar pequenas alegrias
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Pedagógiccos: Mensagens de Páscoa: para agenda dos alunos e mura...
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Bom dia! Comece essa semana muito bem... (Fonte: Facebook Cereja Pink)
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Xtoriasdacarmita: Palavras que encontrei
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Feliz Páscoa
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quinta-feira, 29 de março de 2018

Página do caminho

Reflexao19
Para se lançar nas atividades do bem, não aguarde o companheiro perfeito.

A perfeição não costuma se fazer presente na rota dos seres em evolução.

Você esperava ansiosamente a criatura irmã para formar o lar mais ditoso.

Entretanto, o matrimônio lhe trouxe alguém a reclamar sacrifício e ternura.

Contava com seu filho para ser um amigo próximo e fiel, a compartilhar seus sonhos e ideais.

Contudo, ele alcançou a mocidade e fez-se homem sem se interessar por seus projetos.

Você se amparava no companheiro de ideal, que lhe parecia digno e dedicado.

Mas, de um momento para o outro, a amizade pura degenerou em discórdia e indiferença.

Mantinha fé no orientador que parecia venerável, em suas palavras sábias e em seus atos convincentes.

No entanto, um dia ele caiu de modo formidável, arrastado por tentações de que não se preveniu a contento.

É compreensível e humana a dor de ver ruírem esperanças e relações.

Contudo, embora mais solitário, continue firme no trabalho edificante que lhe constitui o ideal.

Cada homem carrega consigo seus potenciais e dificuldades.

A queda e a deserção de um não justificam as de outro.

Sempre é possível mirar-se em quem cai e passa a rastejar.

Entretanto, convém antes pensar nos que seguem adiante, altivos e valorosos.

De um modo ou de outro, cada homem responde pelas consequências que gera.

Na hora de enfrentá-las, será de pouco conforto lembrar que outros também padecem pela adoção de semelhante conduta.

É normal desejar companheiros de ideais e afeições puras nas quais se fortaleça.

Mas, quase sempre, aqueles a quem você considera como os afetos mais doces possuem importantes fragilidades.

Deseja que sejam autênticos sustentáculos na luta, quando simbolizam tarefas que solicitam renúncia e amor de sua parte.

Se deseja viver no bem, não valorize o gelo da indiferença e o fel da incompreensão.

Lembre-se de que o coração mais belo que pulsou entre os homens respirava na multidão e seguia só.

Possuía legiões de Espíritos angélicos.

Mas aproveitou o concurso de amigos frágeis que O abandonaram na hora extrema.

Ajudava a todos e chorou sem ninguém.

Mas, ao carregar a cruz, no monte áspero, continuou a legar preciosas lições à Humanidade.

Ensinou que as asas da Imortalidade podem ser extraídas do fardo de aflição.

Também mostrou que, no território moral do bem, alma alguma caminha solitária.

Embora a aparente derrota no mundo, todas seguem amparadas por Deus rumo a destinos gloriosos.

Pense nisso.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. 33, do livro O Espírito da Verdade, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 23.02.2012.

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terça-feira, 27 de março de 2018

Talvez hoje...

Dia5
Talvez hoje... tenhamos despertado pela manhã com o coração oprimido, com uma sensação estranha e o dia cinza mais tenha reforçado o nosso sentir desanimado.

Recordemos, porém, que é apenas mais uma manhã. Tudo que lá fora está sob as nuvens cinzentas, mantém as mesmas cores de ontem.

E não precisamos nos obrigar a estar sempre radiantes e ensolarados por dentro.

Podemos aceitar os dias chuvosos e os ensolarados como parte das estações, sem grandes choques emocionais.

Talvez hoje... tenhamos esperado algo de alguém e essa pessoa não nos tenha correspondido.

Pensemos que talvez exista outro ser pensando o mesmo a nosso respeito. Assim, ofereçamos novas chances, sabendo que as pessoas são diferentes, que não sentem como nós, que não pensam com nosso pensamento.

Talvez hoje... nosso corpo tenha nos dado algum sinal de desequilíbrio através de dor ou desconforto.

Antes de qualquer atitude imediata de busca por medicação que tire o sofrimento ou resolva a questão rapidamente, reflitamos sobre as causas da instabilidade física, pois elas sempre estarão na alma.

Não adiantará resolver o efeito se a causa persistir. Atendamos a um e a outra.

Talvez hoje... alguém vá nos testar a paciência, a compreensão ou a indulgência. Não nos coloquemos em posição de vítima.

Imaginemo-nos como o aluno na escola, que deve estar sempre preparado para as provas surpresa, aquelas que os professores nunca avisam que farão.

Talvez hoje... apareça algum coração amigo impondo-nos quadros de pessimismo e perturbação, relativamente às dificuldades do mundo.

Embora nos compadecendo da criatura que se entrega ao derrotismo e ao desânimo, poderemos ser aquele que aponta a renovação para o bem que a Sabedoria Divina promove em toda parte.

Talvez hoje... notícias menos agradáveis venham nos provocar inquietações e traçar-nos problemas. No entanto, conservemos a própria paz e não nos desliguemos das nossas orações e pensamentos de otimismo e esperança.

Talvez hoje... tudo pareça contra nós. Mas prossigamos compreendendo e agindo, em apoio do bem, guardando a certeza de que Deus está conosco e de que amanhã será outro dia.

*   *   *

Este é o mundo das aflições. Hospital–escola, o planeta Terra propicia a todos os seus habitantes a oportunidade do tratamento, da cura e da educação.

Interroguemos friamente nossas consciências todos os que somos feridos no coração pelas vicissitudes e decepções da vida.

Retornemos, passo a passo, à origem dos males que nos torturam e verifiquemos se, as mais das vezes, não poderemos dizer: se eu houvesse feito, ou deixado de fazer tal coisa, não estaria em semelhante condição.

A quem, então, temos de responsabilizar por todas essas aflições, senão a nós mesmos?

Somos nós, pois, em grande número de casos, os causadores de nossos próprios infortúnios.

Mas, em vez de reconhecermos isso, achamos mais simples, menos humilhante para a nossa vaidade acusar a sorte, a Providência, a má fortuna, a má estrela, quando a má estrela é apenas o nosso desleixo.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. V, item 4, de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e no cap. 25, do livro Respostas da vida, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. IDEAL.
Em 21.3.2018.
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