terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Feliz e abençoada noite!...

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A vida é bela.

A vida se manifesta, se enriquece e se espraia. Tudo se renova, se adianta, se embeleza, se aprimora. A paz vence a contenda.

O movimento da vida segue em direção à felicidade.

Nesse contexto, você cresce, se torna gente, conquista a felicidade.

É o amor produzindo o bem. 

Pelo bem você edifica um mundo maravilhoso, constrói uma casa feliz.

A beleza de sua vida depende de você.

(Lourival Lopes)
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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Carnaval

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O Brasil é um país de inúmeras festas. 

É assombroso o número de feriados no calendário anual. 

Mas, se somarmos os dias que são emendados, teremos ao longo do ano, mais de quinze dias parados. Segundo especialistas do assunto, os prejuízos são enormes para o País. 

Agora, nesta época, temos o feriado de carnaval. 

Em alguns lugares perde-se mais de uma semana de trabalho. 

É o festejo da alegria num País de quase 40 milhões de miseráveis. 

Desde o início de janeiro a mídia vem explorando as folias de Momo, como se fosse o acontecimento mais importante do ano. 

Fala-se em alegria, festa, colocar para fora as angústias contidas durante o ano passado. Infelizmente os caminhos propostos nada têm a ver com alegria ou alívio de tensões. 

Ligamos a televisão e ouvimos a batida repetitiva das escolas de samba, cujo valor folclórico e cultural foi lentamente sendo perdido. Há muita gente que busca fazer do carnaval um momento de esperança, oportunizando empregos, abrigando menores e isso é muito valioso. 

Entretanto, o grande saldo da festa se resume em duas palavras: ilusão e sensualidade. 

Referimo-nos à ilusão dos entorpecentes, dos alcoólicos. 

A ilusão de grandeza, que falsamente produz um imenso contraste entre a beleza da avenida e a subvida dos barracos. 

Falamos da sensualidade que se torna material de venda, nos corpos desnudos e aparentemente felizes por fora, mas muitas vezes profundamente infelizes por dentro. 

As emissoras não cansam de exibir os bailes, os concursos de fantasias, os desfiles, levando-os a todos os que se comprazem em observar a loucura. 

Mas, ao longo do caminho, multiplicam-se os doentes de Aids, os abortamentos, a pobreza e o abandono, a violência. 

Com o risco de sermos taxados de moralistas, num tempo em que se perdem as noções de moralidade, não podemos deixar de analisar criticamente esses disparates do mundo brasileiro. 

Em nenhum momento nos colocamos contra a alegria. Porém, será justo confundir euforia passageira com alegria real? 

Alegria de verdade seria viver num lugar onde não houvesse fome, violência, tráfico de drogas e tráfico de influências. 

Não podemos nos colocar contra o alívio de tensões. Entretanto, alívio real seria encontrar um caminho para os graves problemas pelos quais o País atravessa. 

O carnaval é bem típico da alienação espiritual que a sociedade se permite. De um lado, as falsas aquisições sociais de alguns, negadas pela agressividade de muitos; de outro, a falsa felicidade de quatro dias de folia, e 361 dias de novas e renovadas angústias. 

Vale a pena? 

Nestas horas, pessoas embriagadas, perdidas, usam um segundo de falso prazer, em troca de um enorme tempo de arrependimentos. Por quê? - perguntamos. 

As pessoas pulam, vibram, e nem ao menos sabem o motivo da festa. Vão porque as outras pessoas também vão. 

Enquanto a sociedade agir desta forma, sem personalidade digna, dando valores justamente aos desvalores, as pessoas continuarão sofrendo as conseqüências de seus próprios atos. 

Vamos fazer destes dias de feriado, dias de alegria verdadeira, em paz conosco mesmos. 

Vamos meditar, ler, pensar. Vamos conviver com nossa família e amigos, trocar idéias salutares. 

Vamos orar também por aqueles que ainda não tiveram consciência de fazer o bem conforme o Cristo nos recomendou, e padecem nestes instantes de euforia descontrolada.


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

De dentro para fora

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É grande o número de pessoas que vive à procura de milagres para os mais variados males que as aflige. 

Dizemos que procuram milagres porque a maioria busca algo que possa ser ingerido, injetado, cheirado ou passado na pele, e que faça prodígios. 

E as receitas não faltam: "Nabo faz bem para isto", "Cenoura para aquilo", "Café cura tal coisa", "Tal vitamina previne o envelhecimento", "Tal legume faz nascer cabelo, tal erva evita a queda", e assim por diante. 

Estamos sempre procurando algo que resolva nossa vida. E bom seria que uma única cápsula fosse suficiente para todos os males que nos tiram o sossego. 

No entanto, nossas buscas são sempre do exterior para o interior, quando o ideal seria de dentro para fora. 

Tentamos retardar o envelhecimento da pele com vitaminas, e esquecemos que o melhor remédio para esse caso, é a nossa disposição de ânimo. 

O otimismo, a esperança, a alegria, o trabalho voluntário e desinteressado são excelentes contra os radicais livres. 

O preconceito, o interesse pessoal, o egoísmo, o ódio, a mágoa provocam rugas no corpo e doenças na alma, problemas difíceis de tratar. 

A ira, a revolta, o desejo de vingança são verdadeiros venenos para o coração. Podem provocar graves problemas cardíacos e até levar ao óbito. 

A inveja, o ciúme, a maledicência, a calúnia são bombas que destroem sem deixar vestígios. 

Eis aí alguns pontos que merecem, sim, atenção e cuidado, pois dizem respeito ao nosso bem-estar. 

Pouco ou nenhum resultado teremos ingerindo produtos, alimentos, ou remédios, se não fizermos um tratamento de intimidade, purificando a fonte das emoções. 

Uma emoção desequilibrada pode causar muito mal ao nosso organismo. 

Por isso é importante, se desejamos manter a saúde e o bem-estar, estabelecer alguns cuidados básicos que previnem uma série de males. 

Uma boa leitura, um bom filme, um passeio, caminhadas freqüentes, uma boa noite de sono, brincar com crianças, rir, saltar de alegria, meditar... 

A conversa sadia com amigos, a visita a um enfermo, a uma criança internada, alguns minutos de atenção a uma criança órfã são excelente profilaxia para diversos males. 

Isso é fácil de comprovar. Você deve conhecer pessoas que fazem trabalhos voluntários por prazer. Elas são sorridentes, não aparentam a idade que têm, e geralmente não adoecem. 

Não têm tempo para falar mal da vida alheia, não guardam mágoa, não carregam ódio, não sentem inveja nem ciúme, e estão sempre de bem com a vida. 

Essas pessoas também são diferentes no ambiente onde trabalham profissionalmente, pois são leves, otimistas, e sua beleza brota de dentro para fora. 

Já as pessoas que só pensam em si mesmas são mal-humoradas, prevenidas, vivem armadas contra todos, não confiam em ninguém, e geralmente aparentam mais idade do que têm. 

Por todas essas razões, vale a pena investir no seu bem-estar de forma eficiente e duradoura. 

Só então os produtos, alimentos e remédios poderão causar os resultados esperados, pois terão como contributo uma força que vem de dentro, potencializando seus efeitos salutares. 

Os avanços científicos e tecnológicos são alavancas que podem fazer verdadeiros milagres em todas as áreas que produzem bem-estar, mas para nos ajudar com eficiência, dependem da nossa disposição íntima. 

Pense nisso e comece a se cuidar, de forma correta e eficaz. 

Você pode. E só você pode, pois quando se trata de zelar pela fonte da vida que existe em sua intimidade, é um trabalho que ninguém poderá fazer por você. 

Cuide-se e cuide de sua saúde, começando sempre de dentro para fora...


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O que fica oculto

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Atualmente, todos clamam contra a impunidade. 

Os meios de comunicação desvendam, sem cessar, variados tipos de ilícito e causa indignação constatar como o processo de punição é moroso e falho. 

Muitos corruptos encontram brechas no sistema legal e escapam ilesos. 

Grandes criminosos persistem livres, enquanto lançam mão de incontáveis recursos judiciais. 

O dinheiro público some sem que ninguém seja responsabilizado. 

Obras são superfaturadas e os encarregados afirmam total ignorância do ocorrido. 

Enquanto isso, a sociedade brada indignada e pede providências. 

Entretanto, a justiça humana reprime apenas as condutas mais escandalosas. 

O legislador terreno elege alguns dos comportamentos mais deletérios ao convívio social e os proíbe mediante punições. 

Ainda assim, os responsáveis, não raro, logram burlar as consequências legais. 

Ocorre que, acima e além dos regramentos humanos, pairam soberanos os Códigos Divinos. 

Eles estabelecem a fraternidade, a pureza, o trabalho e a honestidade como deveres incontornáveis. 

Para estar em harmonia com o Estatuto Divino não basta parecer levar uma vida reta. 

De pouco adianta cumprir ritos ou ofertar ao mundo uma aparência de recato e sobriedade. 

Inúmeros pequenos gestos implicam violação à lei de harmonia que rege a vida. 

Os pais que não educam seus filhos violam uma missão sagrada que lhes foi confiada. 

Ao não dedicar tempo ao burilamento moral de seus rebentos, desdenham a Lei de Trabalho. 

Consequentemente, respondem pelos desvios causados por sua inércia. 

Cônjuges que se infelicitam, por palavras e gestos, desconsideram o mandamento da fraternidade. 

Comentários cruéis a respeito do próximo igualmente vibram negativamente perante a Consciência Cósmica. 

A vivência de tumultuosas paixões, atos que maculam a inocência alheia, o desamparo material ou moral de parentes necessitados ou enfermos... 

Muitos são os exemplos de condutas não reprimidas pela legislação humana, mas incompatíveis com a Lei Divina e Natural. 

Convém refletir sobre isso, sempre que surgir forte o desejo de bradar contra a impunidade do próximo. 

Ninguém advoga que atos desonestos persistam isentos de consequências. 

A sociedade necessita de regras para que o convívio de seus membros siga harmônico. 

O desrespeito a essas regras precisa ser reprimido, sob pena de se instaurar a anarquia. 

Mas, se o equívoco deve ser combatido, isso não pode implicar odiar os equivocados. 

É preciso medir a própria fraqueza antes de lapidar os outros. 

As Leis Divinas jamais são enganadas. 

Embora certas baixezas permaneçam ocultas, ainda assim elas têm consequências impostas pelas Leis Divinas. 

Por ora, a maioria dos habitantes da Terra ainda foge de algum modo de seu dever. 

Assim, importa lançar um olhar generoso ao próximo, enquanto se cuida de corrigir o próprio comportamento. 

Urge gradualmente passar a não apenas afetar pureza, mas a vivê-la em plenitude. 

Se você é a favor da responsabilização pelos atos praticados, veja como age em todos os setores de sua vida. 

Cuide para que o que fica oculto não o condene perante sua consciência. 

Você jamais poderá enganá-la. 

Pense nisso.


Redação do Momento Espírita. Disponível no livro Momento Espírita, v. 8, ed. Fep.

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