segunda-feira, 31 de março de 2014

"O sentimento cria a idéia. A idéia gera o desejo. O desejo acalentado forma a palavra. A palavra orienta a ação. A ação detona resultados. Os resultados nos traçam o caminho nas áreas infinitas do tempo. Cada criatura permanece na estrada que construiu para si mesma. A escolha é sempre nossa." (Emmanuel)



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Meios e fins



"Os fins justificam os meios". Esta afirmativa é muito comum, mas nem sempre podemos dizer que é acertada.

Ouvimos, recentemente, essa desculpa de alguém que tentava ajudar um amigo, usando de expedientes ilegais e imorais.

No seu modo de pensar, ele entendia que se o fim objetivado é nobre, os meios utilizados para atingi-lo, estão justificados.

No entanto, esse tema merece uma reflexão mais detida.

Se alguém comete um crime, por exemplo, e contrata um advogado para defender seus direitos de cidadão, e esse profissional usa de recursos que contrariam o fim visado, que é fazer justiça, comete um ato extremamente contraditório.

Um profissional do direito tem, em primeiro lugar, que observar a situação como um todo, e não apenas partes dela.

Se o seu trabalho é fazer com que a justiça aconteça, não será cometendo outras tantas injustiças que ele terá cumprido o seu dever.

O fim, nesse caso, não justifica os meios, porque estes se chocam contra o fim.

Assim também acontece nos sistemas carcerários de nosso país, em que se visa a correção do delinqüente utilizando-se os meios mais impróprios para tal.

Enquanto o homem não despertar sua consciência para essa realidade, suas ações em busca da justiça vão resultar nulas.

Se a intenção é nobre, os meios utilizados devem ser também nobres, justos e morais.

Uma tese só pode ser derrubada por uma antítese. Caso contrário será reforçada ao invés de anulada.

O homem tem vivido com essas contrariedades e também acaba sendo vítima das suas próprias incoerências.

O ser humano deseja, ardentemente, ser amado e respeitado, ter seus direitos garantidos e seu bem-estar conquistado.

No entanto, acaba sendo vítima de si mesmo, nessa ânsia de chegar aos fins sem atentar muito para os meios utilizados.

Poderíamos dizer, até, que o próprio homem também acaba sendo usado como um mero meio para se chegar aos fins desejados.

É o que acontece, em tese, numa boa parte das organizações modernas.

"No mundo civilizado, das organizações, será possível ter reverência pelo próximo?"

Na lógica das organizações não há "próximos" nem amigos. A lógica das organizações diz: cada funcionário é apenas um meio para o fim da organização, não importa quão grandioso ele seja!

Não importa quantos anos de sua vida ele tenha dedicado à empresa...

Não importam os seus sonhos, suas esperanças, seus planos para o futuro... Suas necessidades.

Se hoje não é mais um meio útil para se atingir os lucros desejados ou se está pesando na folha de pagamentos, ele é simplesmente descartado.

... Como qualquer outra máquina que tenha se tornado inútil!

Nesse caso, como em tantos outros, podemos afirmar que os fins não justificam os meios...

Um ser humano não é um meio. Sua felicidade plena é o fim almejado pelo Criador.

Pense nisso!

Os fins nem sempre justificam os meios.

É preciso que os meios sejam coerentes com os fins objetivados.

Não se pode combater um mal com um mal maior ou equivalente.

E, acima de tudo, é preciso que o homem não seja, jamais, usado como meio para se chegar a fins que não tenham relação direta com a sua felicidade e progresso intelecto-moral.

Pensemos nisso!


Equipe de Redação do Momento Espírita com base em texto de Rubem Alves extraído do livro O amor que acende a lua, cap. Em defesa da vida, Ed. Papirus.

 

Foto: Vamos espalhar amor por toda parte!!!

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sexta-feira, 28 de março de 2014

"Diante do turbilhão de problemas e conflitos, aturdido e receoso, a um passo do desequilíbrio, indagas, sem diretriz: - Onde a via a seguir? Qual a conduta a adotar? Certamente, todo empreendimento deve ser precedido de planificação, de roteiro, de programa. Sem esses fatores, o comportamento faz-se anárquico, e o trabalho se dirige à desordem. A experiência carnal é uma viagem que o espírito empreende com os objetivos definidos pela Divindade, que a todos reserva a perfeição. Como alcançá-la, e em quanto tempo, depende de cada viajor. Multiplicam-se os caminhos que terminarão por levar à meta. Alguns conduzem a despenhadeiros, a desertos, a pantanais, a regiões perigosas. Outros se desdobram convidativos e repletos de distrações, prazeres, comodidades, engodos, passadismos. Poucos se caracterizam pelo esforço que deve ser envidado para conquistá-los, vencendo, etapa a etapa, as dificuldades e impedimentos. Uns levam à ruína demorada, que envilece e infelicita. Vários dão acesso à glória transitória, ao poder arbitrário, às regalias que o túmulo interrompe. Jesus, porém, foi peremptório ao asseverar: -Eu sou o caminho - informando ser a única opção para chegar-se a Deus. Se te encontras a ponto de desistir na luta, intenta-o outra vez e busca Jesus. Se te abateste e não tens ninguém ao lado para oferecer-te a mão, recorre a Jesus. Se te sentes abandonado e vencido, após mil tentames malsucedidos no mundo, apela a Jesus. Se te deparas perdido e sem rumo, apega-te a Jesus. Se te defrontas com impedimentos que te parecem intransponíveis, procura Jesus. Se nada mais esperas na jornada, recomeça com Jesus. Se avanças com êxito, não te esqueças de Jesus. Se estás cercado de carinho e amor, impregna-te de Jesus. Se a jornada se te faz amena, agradece a Jesus. Se encontras conforto e alegria no crescimento íntimo, não te separes de Jesus. Se acreditas na vitória, que antevês, apóia-te em Jesus. Se te sentes inundado de paz e fé, Jesus está contigo. Em qualquer trecho do caminho da tua evolução, Jesus deve ser o teu apoio, a tua direção, a tua meta, tendo em mente que através dEle e com Ele te plenificarás, alcançando Deus. O mais, são ilusões e engodos. Não te equivoques, nem enganes a ninguém." (Joanna de Ângelis)




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A melhor opção



Em uma conhecida passagem do Evangelho, Jesus foi recebido por uma mulher, chamada Marta, em sua casa.

Ela possuía uma irmã, chamada Maria, que se assentou aos pés de Jesus para lhe ouvir as palavras.

Enquanto isso, Marta se desdobrava nas lides domésticas.

Descontente com a situação, pediu que o Mestre dissesse à irmã para ajudá-la.

Este, porém, lhe respondeu que ela se ocupava de muitas coisas, quando apenas uma era necessária.

Afirmou que Maria escolhera a melhor parte, a qual não lhe seria tirada.

*    *   *

Perante as exigências do mundo, é interessante ter esta lição em mente.

Para não desperdiçar a vida em quimeras, convém ter uma clara noção do que é realmente importante.

Todos os homens são seres espirituais vivendo momentaneamente na carne.

Sua morada natural é no plano espiritual.

As experiências encarnatórias se sucedem ao longo dos milênios, a fim de que o aprendizado ocorra.

À custa de suas experiências e méritos, gradualmente cada Espírito avança em intelecto e em moralidade.

Entretanto, nessa vasta caminhada vários erros são cometidos.

A Lei Divina jamais pode ser burlada e rege o Mundo com base em justiça e em misericórdia.

É imperioso que todo mal feito seja reparado.

Mas a forma como a reparação ocorre depende da disposição do aprendiz da vida.

Mediante o serviço ativo no bem, ele pode anular os efeitos do mal que semeou no pretérito.

Mas, se não amar e servir o suficiente, pode apenas colher os efeitos do infortúnio.

Trata-se de uma escolha pessoal e intransferível.

Equívocos do pretérito muitas vezes se resolvem na feição de dolorosas enfermidades.

Ao renascer, o Espírito traz em si as matrizes de doenças que lhe possibilitarão o necessário resgate.

Contudo, essas doenças podem ou não eclodir.

Mesmo quando eclodem, sua gravidade ou mesmo sua cura depende da vida que a pessoa escolheu levar.

Se ela optou por viver de modo digno e bondoso, talvez a doença programada jamais se instaure.

Afinal, o amor a cobrir a multidão de pecados representa uma das facetas da misericórdia Divina.

Assim, reflita sobre a sua vida.

Pense nas oportunidades que se apresentam em seu caminho.

Você está escolhendo a melhor parte?

Ou está cuidando apenas de ser mais rico e importante do que os outros?

Gasta seu tempo em causas nobres, ampara os caídos, educa os ignorantes?

Ou apenas cuida de muito descansar?

Se você fosse um anjo, por suas opções anteriores, não mais viveria na Terra.

Assim, em seu passado certamente há muitos equívocos que clamam por correção.

Procure escolher a melhor parte, pois ela não lhe será tirada.

Amar e servir são uma opção muito melhor do que padecer.

Pense nisso.



Redação do Momento Espírita.


Foto: Pensamento do Dia
De nada vale tentar ajudar aqueles que não se ajudam a si mesmos...

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Foto: Águias voam alto e são caçadoras, moscas vivem de restos e passeiam no lixão.

E você é uma águia ou uma mosquinha?
 
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Foto: Contos E Fatos
O bom humor

Ter bom humor não significa ser engraçado. Muitas pessoas tentam ser engraçadas e acabam piorando as coisas.
O humor deve ser usado com...>>>continue lendo:

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Bom dia, e com bom humor teremos um dia melhor...!


quinta-feira, 27 de março de 2014

“E esta é a confiança que temos para ele, que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.” – JOÃO. (I João, 5:14.) ......"Exporemos em prece ao Senhor os nossos obstáculos, pedindo as providências que se nos façam necessárias à paz e à execução dos encargos que a vida nos delegou; entretanto, suplicaremos também a ele nos ilumine o entendimento, para que lhes saibamos receber dignamente as decisões. Não nos esquecemos de que a nossa capacidade visual abrange, mais ou menos, unicamente o curto espaço dos sessenta segundos de um minuto, enquanto que o Senhor, que nos acompanhou as numerosas existências passadas – existências que conservas, agora, na Terra, temporariamente esquecidas -, nos conhece o montante das necessidades de hoje e de amanhã. Tenhamos suficiente gratidão para não suprimir-lhe a benção. A Providência Divina possui os recursos e caminhos que lhe são próprios para alcançar-nos. Quando encarnados no plano físico, se na posição de enfermos, costumamos implorar do Céu a dádiva da saúde corpórea, na expectativa de obter um milagre e, às vezes, o Céu nos responde com a imposição de um bisturi, que nos rasgue as entranhas, de maneira a reconstituir-nos o equilíbrio orgânico. Simbolicamente, ocorrem circunstâncias idênticas no quadro espiritual de nossa vida cotidiana. Rogamos a Deus a presença da felicidade em nossos dias, segundo a concepção com que a imaginamos, mas somos, via de regra, portadores de certos defeitos, que nos impediriam acolhê-la, sem agravar as próprias dívidas, e Deus, em muitos casos, nos envia primeiramente o espinho da provação, que nos faculte a experiência precisa para recebê-la em momento oportuno, como determina o recurso operatório para o corpo doente, antes que se lhe restaure a saúde. Oraremos, sim; no entanto, é imperioso, em matéria de petição, rogar isso ou aquilo ao Senhor, sempre de acordo com a Sua Vontade, porque a Vontade do Senhor inclui, invariavelmente, a harmonia e a felicidade de nossa vida." (Emmanuel)


 
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O poder da oração


Dentre as muitas boas histórias contadas na revista Seleções, uma nos chamou a atenção pelos ensinamentos que contém.

Seu autor, já homem feito, refletindo sobre o poder da oração, lembra-se de quando ainda era apenas um garotinho.

Conta ele que, certa manhã de primavera, sua mãe o vestiu na sua fatiota domingueira e lhe recomendou para que não saísse além dos degraus da porta da frente, pois em poucos minutos iriam visitar sua tia.

O menino esperou pacientemente até que o filho do vizinho da esquina se aproximou e lhe disse um palavrão.

Então, ele pulou os degraus e se atracou com o outro até caírem ambos numa poça de lama.

Sua blusa branca ficou enlameada e a meia com um rasgão sangrento na altura do joelho.

Lembrou-se da advertência da mãe e começou a berrar desesperadamente.

Sua dor, porém, acabou quando ouviu o barulho do sorveteiro que anunciava em altos brados o seu produto.

Esqueceu a desobediência e correu a fim de pedir dinheiro à mãe para comprar um sorvete.

Diz ele que nunca pode esquecer a resposta que recebeu da mãe:

- Olhe para você mesmo! Você não está em condições de pedir nada.

Foi mergulhado nessas lembranças que o autor fez um paralelo com a nossa posição diante de Deus, quando oramos pedindo alguma coisa.

Antes de invocarmos o auxílio de Deus, necessitamos voltar o olhar para nós próprios e verificar se estamos ou não em condições de pedir algo.

Para que Ele nos ajude, é preciso que façamos a nossa parte conforme prescreve o Evangelho: "ajuda-te que o céu te ajudará".

O mal da maioria dos que rogam bênçãos, é que não são honestos para com Deus.

É comum implorarmos graças celestes, estando de relações cortadas com familiares, amigos, vizinhos...

Quando buscamos a ajuda divina é preciso que preparemos o coração adequadamente. É inútil pedir amparo com o coração cheio de inveja, de ciúme, de malquerença, de ódio e de outros detritos morais.

Nesse caso, se realmente desejamos pedir algo, que peçamos forças para vencer essas misérias da alma.

É comum rogarmos a Deus que nos dê saúde, e por outro lado acabarmos com ela com o vício enfermiço do cigarro, da gula, do trago infeliz, das noitadas de orgias entre outros abusos.

Importante que meditemos um pouco mais a respeito da nossa real vontade de receber ajuda divina, uma vez que Deus sabe das nossas intenções mais secretas.

Pense nisso!

Antes de buscar ajuda através da prece, olhe para você mesmo e veja se está em condições de pedir alguma coisa.

Verifique se está fazendo a parte que lhe cabe.

Se o templo do seu coração está devidamente limpo e arejado para receber as bênçãos do Criador.

Lembre-se sempre da recomendação do Cristo: "ajuda-te que o céu te ajudará".

A condição é que nos ajudemos primeiro, fazendo a nossa parte, para depois merecer a ajuda do Alto.

Importante que entendamos bem os mecanismos da oração: pedir, saber pedir e, acima de tudo, merecer.




Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em história da Revista Seleções do Reader’s Digest, abril de 1951.


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Foto: Bom dia amigos!

Foto: Republicando. Ótimo domingo amigos!
 
Bom dia, expressão mágica que transmite amor e paz. Cria um ambiente de harmonia que a todos satisfaz! Sorria! E tenha um lindo dia!




quarta-feira, 26 de março de 2014

"Busque agir para o bem, enquanto você dispõe de tempo. É perigoso guardar uma cabeça cheia de sonhos, com as mãos desocupadas. Acenda sua lâmpada, enquanto há claridade em torno de seus passos. Viajor algum fugirá às surpresas da noite. Ajude o próximo, enquanto as possibilidades permanecem de seu lado. Chegará o momento em que você não prescindirá do auxílio dele. Utilize o corpo físico para recolher as bênçãos da vida Mais Alta, enquanto suas peças se ajustam harmoniosamente. O vaso que reteve essências sublimes ainda espalha perfume, depois de abandonado. Dê suas lições sensatamente, na escola da vida, enquanto o livro das provas repousa em suas mãos. Aprender é uma bênção e há milhares de irmãos, não longe de você, aguardando uma bolsa de estudos na reencarnação. Acerte suas contas com o vizinho, enquanto a hora é favorável. Amanhã, todos os quadros podem surgir transformados. Ninguém deve ser o profeta da morte e nem imitar a coruja agourenta. Mas, enquanto você guardar oportunidade de amealhar recursos superiores para a vida espiritual, aumente os seus valores próprios e organize tesouros da alma, convicto de que sua viagem para outro gênero de existência é inevitável." (André Luiz)


 
Foto: O que você tem doado?

Cada um recebe de acordo com o que dá.
Se você der ódios e indiferença, há de 
recebe-los de volta.
Mas se der atenção e carinho, há 
de ver-se cercado de afeto e amor.
Ninguém se aproxima do espinheiro, 
por causa dos espinhos, nem do lodo, 
porque suja.
Mas todos apreciam permanecer perto das 
flores, que espalham beleza e perfume.
Cada um recebe de acordo com o que dá.

-C. torres Pastorino-
Questão de escolha



Você já se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclamações? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcionário, da mercadoria, do restaurante, do serviço público, da crise, da concorrência, do governo.

Naturalmente, a época é de conscientização e as pessoas estão sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidadão, do ser humano.

Cobrar direitos está correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar.

Contudo, em síntese, todas as reclamações devem ser feitas primeiro a nós mesmos. Sim, porque fomos nós que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes.

Com relação aos que nos governam consideremos que, se eles não estão agindo como esperávamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha.

Ao utilizarmos o nosso direito de cidadão, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emoção do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos?

Será que se tivéssemos mais atenção, examinado a vida do candidato como cidadão, profissional e político, teríamos votado nele?

E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esforço, com criatividade. Os grandes descobridores não se deixaram abater pela crise econômica, pela ironia dos seus pares, pela descrença das suas épocas ou pelas perseguições da ignorância.

Acreditaram em si, nas suas idéias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos.

Concorrência? Que bom que existe. Deve nos servir de estímulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atendê-lo, para lhe oferecer o melhor produto.

Equipe irresponsável? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos nós. Nós contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos.

Eles são nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organização, se tornam relapsos.

Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas mãos.

Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida só tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.

Pense nisso

"O amor que você quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de você."

O diálogo, base de toda a convivência, também depende de você.

O caminho para a renovação depende de você. A realização que você julga especial depende de você.

A organização que tanto apregoa depende de você.

Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo é uma questão de escolha.

E essa escolha depende unicamente de você."



Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro: "A Revolução dos Campeões", de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida é conseqüência do que você é.

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Foto: Viver melhor 

Todos queremos ser felizes, viver melhor.
Entretanto, ouçamos a experiência.
A felicidade não é um tapete mágico. 
Ela nasce dos bens que você espalha, não daqueles 
que se acumulam inutilmente.
Tanto isto é verdade que a alegria é a única doação 
que você pode fazer sem possuir nenhuma.
Você pode estar em dificuldade e suprimir
muitas dificuldades dos outros.
Conquanto às vezes sem qualquer consolação, 
você dispõe de imensos recursos para reconfortar
e reerguer os irmãos em prova ou desvalimento.
A receita de vida melhor será sempre melhorar-nos, 
através da melhora que venhamos a realizar para os outros.
A vida é dom de Deus em todos.
E quem serve só para si não serve para os objetivos da vida, 
porque viver é participar, progredir, elevar, integrar-se.
Se aspirarmos a viver melhor, escolhamos 
o lugar de servir na causa do bem de todos.
Para isso, não precisa você acondicionar-se
a alheios pontos de vista.
Engaje-se na fileira dos servidores que 
se lhe afine com as aptidões.
Aliste-se em qualquer serviço no bem comum.
É tão importante colaborar na higiene 
do seu bairro ou na construção de uma escola, quanto auxiliar 
a uma criança necessitada ou prestar apoio a um doente.
Procure a paz, garantindo a paz onde esteja.
Viva em segurança, cooperando na segurança dos outros.
Aprendamos a entregar o melhor de nós à vida que nos rodeia
e a vida nos fará receber o melhor dela própria.
Seja feliz, fazendo os outros felizes.
Saia de você mesmo ao encontro dos outros, 
mas não resmungue, nem se queixe contra ninguém. 
E os outros nos farão encontrar Deus.
Não julgue que semelhante instrução seja assunto unicamente
para você que ainda se acha na Terra.
Se você acredita que os chamados mortos estão em paz gratuita,
o engano é seu, porque os mortos se quiserem paz que aprendam
a sair de si mesmos e a servirem também.

André Luiz
 
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terça-feira, 25 de março de 2014

"É muito importante a paz. Governos a estabelecem fomentando guerras, gerando pressões, submetendo as vidas que se estiolam sob jugos implacáveis. A paz é imposta, dessa forma, mediante a coação e, depois, negociada em gabinetes. Vem de fora e aflige, porque é aparente. Faz-se legal, mas nem sempre é moralizada. Tem a aparência das águas patanosas, tranqüilas na superfície, asmáticas e mortíferas na parte submersa. Assim se apresenta a paz do mundo, transitória, enganosa. A paz legítima emerge do coração feliz e da mente que compreende, age e confia. É realizada em clima de prece e de amor, porque, da consciência que se ilumina ante os impositivos das Leis Divinas, surge a harmonia que fomenta a dinâmica da vida realizadora. Essa paz não se turba, é permanente. Não permite constrangimento, nem se faz imposta. Cada homem a adquire a esforço pessoal, como coroamento da ação bem dirigida, objetivando os altos ideais. Não basta, no entanto, programar e falar sobre a paz. Mas, visualizando-a, pensar em paz e agir com pacificação, exteriorizando-a de tal forma que ela se estabeleça onde estejas e com quem te encontres. Seja a paz, na Terra, o teu anseio, em oração constante, que se transforme em realização operante como resposta de Deus. Orando pela paz, esse sentimento te invade, e o amor, que de Deus se irradia, anula todo e qualquer conflito que te domine momentaneamente. A paz em ti ajudará a produzir a paz no mundo." (Joanna de Ângelis)


 
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Tormenta e paz


Tempestade! Os ventos fortes e as chuvas torrenciais se unem em espetáculo dantesco.

Enxurrada e lamaçal destroem sementeiras e alagam propriedades.

Os trovões lançam seus gritos, enquanto os relâmpagos bailam com faíscas de luz, pelos céus.

Destruição e treva reinam por algum tempo. Depois, uma grande calmaria a tudo sucede.

Os trombeteiros do medo e os gigantes do horror cessam a fúria.

A terra se apresenta revolvida, as árvores arrancadas, os ninhos desfeitos.

Os rios transbordantes e os dentes rilhados do sofrimento estão à mostra em toda parte, apresentando um quadro de aflição.

No entanto, o ar está liberado de miasmas, de tensões, das altas cargas elétricas e magnéticas que aniquilam os homens, os animais e as plantas com lentidão.

A pouco e pouco, as mãos da renovação trabalham os painéis destroçados e tudo retorna à normalidade. A natureza repousa para logo mais apresentar toda sua beleza outra vez.

Assim também é a vida. A tormenta das dores, a borrasca dos sofrimentos atinge as criaturas vez ou outra, mais duramente. É como se tudo se unisse e acontecesse ao mesmo tempo: a enfermidade no lar, o desemprego, desentendimentos familiares, o abandono de alguém amado, uma traição.

As nuvens escuras do desalento toldam o céu dos sentimentos e a desesperança castiga a alma.

Contudo, por mais rudes sejam os padecimentos, as dificuldades ou os problemas, eles passam. Tudo passa na vida, pois tudo é transitório.

Por isso, lembremos as lições de Madre Teresa de Calcutá que, em bela página, assim se expressou:

Tua força interior e tuas convicções não têm idade. Teu Espírito é o espanador de qualquer teia de aranha.

Continua, apesar de todos esperarem que abandones as lutas. Não deixes que se enferruje o ferro que há em ti.

Age de forma que, em vez de compaixão, as criaturas te tenham respeito.

E, se o peso das lutas e dos anos te disser que não podes mais correr, prossegue andando.

Diminui o ritmo, mas caminha sempre. Mesmo que tenhas que usar uma bengala, nunca te detenhas porque atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.

Atrás de cada triunfo, há outro desafio. E mesmo que a pele enrugue, o cabelo fique branco, os dias se convertam em anos, o mais importante em ti somente se torna melhor: o Espírito imortal que és.

 
*    *    *

A poesia de luz que supera a noite sombria é convite à renovação.

Mesmo que a noite das aflições teime em colocar trevas em tua alma e a dominar as tuas aspirações, segue o sol e permite-te bordar de dia o teu coração.

A luz brilha fora de ti, na natureza que desperta, elevando um hino à vida. Faze a tua claridade interior e renasce.

 

Redação do Momento Espírita, com base nos caps. 13 e 14 do livro Heranças de amor, pelo Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal e da mensagem Para seres especiais, de Madre Teresa de Calcutá.
Em 10.08.2009.

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Foto: Mensagem do Dia 25/03/2014
Acreditar

Quase acreditei que não era nada, ao me tratarem como nada. 
Quase acreditei que não seria capaz, quando não me chamavam por acharem que eu...>>>continue lendo:

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Bom dia, e acredite em Deus, acredite em você...!

Foto: Meu amigo e minha amiga, quero lhe desejar uma ótima tarde e lhe agradecer por ter a sua valiosa presença e amizade!

segunda-feira, 24 de março de 2014

"Por isso também os que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem suas almas ao fiel Criador, na prática do bem." - Pedro (I Pedro, 4:19.) ........"Justo lembrar que a Providência Divina nos endereça todos à paz e à felicidade, ao aperfeiçoamento e à vitória. Entretanto, quantas vezes e quantos de nós, a meio caminho para o triunfo, nos motivamos para a frustração e marginalizamo-nos por tempo indeterminado em desânimo e pessimismo? Prendemo-nos ao lado negativo de contratempos salvadores e costumamos dizer: - Nada posso. - Tudo é contra mim. - Só vejo trevas. - Sou um caso perdido. - Moro no azar. - Sou sempre infeliz. - A vida é uma carga insuportável. Na fieira de semelhantes condenações, esquecemo-nos de que cada qual de nós tem o seu mundo próprio, e, se induzimos o nosso próprio mundo ao fracasso, quem nos livrará do fracasso, se somos todos criaturas de Deus com a faculdade de criar os nossos próprios destinos? Consideremos isso, selecionando expressões e afirmações compatíveis com a nossa condição de espíritos imortais, ante as Leis do Universo. Uma frase estabelece determinada disposição. Determinada disposição produz certa atividade específica. Certa atividade específica gera circunstâncias. E circunstâncias constroem a vida. Em todos os lances da existência, procuremos palavras de esperança e fé, alegria e bênção para usá-las a benefício próprio, de vez que, ainda mesmo nos últimos degraus do sofrimento, dispomos nós todos, com o amparo de Deus, do privilégio de renovar e da felicidade de servir." (Emmanuel)



tenha uma ótima segunda-feira.
O gato e a meditação

 

Um grande mestre religioso, responsável por um dos mais importantes mosteiros de sua região, tinha um gato que era sua verdadeira paixão na vida. Assim, durante as aulas de meditação, mantinha o gato ao seu lado para desfrutar o máximo possível de sua companhia.

Certa manhã, o mestre – que já estava bastante idoso – apareceu morto. O discípulo mais graduado ocupou seu lugar.

Os monges começaram a pensar no que fariam com o gato. Então, numa homenagem à lembrança de seu antigo instrutor, o novo mestre decidiu permitir que o gato continuasse frequentando as aulas.

Alguns discípulos dos mosteiros vizinhos, que viajavam muito pela região, descobriram que, num dos mais afamados templos do local, um gato participava das meditações. A história começou a correr.

Muitos anos se passaram. O gato morreu, mas os alunos do mosteiro estavam tão acostumados com aquela presença que arranjaram outro gato.

Enquanto isso, os outros templos começaram a introduzir gatos em suas meditações: acreditavam que o gato era o verdadeiro responsável pela fama e qualidade do ensino daquele mestre que já havia partido, e esqueciam-se de que o antigo mestre era um excelente instrutor.

Uma geração se passou. E começaram a surgir tratados técnicos sobre a importância do gato nas meditações propostas por aquela doutrina.

Um professor universitário desenvolveu a tese - aceita pela comunidade acadêmica – de que o felino tinha a capacidade de aumentar a concentração humana e eliminar as energias negativas.

E assim, durante um século, o gato foi considerado parte essencial no estudo daqueles princípios religiosos naquela região.

Até que apareceu um mestre que tinha alergia a pelos de animais domésticos e resolveu tirar o gato de suas práticas diárias com os alunos.

Houve uma grande reação negativa, mas o mestre insistiu na decisão. Como era um excelente instrutor, os alunos continuaram com o mesmo rendimento escolar, apesar da ausência do gato.

Pouco a pouco, os mosteiros – sempre em busca de ideias novas, e já cansados de alimentar tantos gatos – foram retirando os animais das aulas.

Em vinte anos, surgiram novas teses revolucionárias com títulos convincentes como: A importância da meditação sem o gato.

Mais um século se passou, e o gato saiu por completo do ritual de meditação naquela região. Mas, foram precisos duzentos anos para que tudo voltasse ao normal, desde que nunca alguém havia se perguntado, durante todo esse tempo, o porquê do gato estar ali.

Um escritor, que depois de séculos tomou conhecimento dessa história, deixou registrado em seu diário a seguinte observação:

E quantos de nós, em nossas vidas, ousam perguntar: por que tenho de agir desta forma?

Até que ponto, naquilo que fazemos, estamos usando coisas ou ações inúteis, que não temos a coragem de eliminar ou questionar, porque nos disseram que essas coisas ou ações eram importantes para que tudo funcionasse bem?

*     *    *

Há muito a refletir com esta narrativa.

Lembremos de nossas manias, rituais, de nossas crenças arraigadas que nunca foram por nós questionadas, e pensemos se não são como o gato da história.

O homem novo precisa rever tudo aquilo em que acredita, e permitir que a razão lhe ilumine os passos, deixando as sombras da ignorância para trás.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. A importância do gato na meditação, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.


 
Te desejo uma semana de muita alegria e grandes realizações.


domingo, 23 de março de 2014

"Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens." - Jesus. (MATEUS, capítulo 5, versículo 16.) ..."Ante a glória dos mundos evolvidos, das esferas sublimes que povoam o Universo, o estreito campo em que nos agitamos, na Crosta Planetária, é limitado círculo de ação. Se o problema, no entanto, fosse apenas o de espaço, nada teríamos a lamentar. A casa pequena e humilde, iluminada de Sol e alegria, é paraíso de felicidade. A angústia de nosso plano procede da sombra. A escuridão invade os caminhos em todas as direções. Trevas que nascem da ignorância, da maldade, da insensatez, envolvendo povos, instituições e pessoas. Nevoeiros que assaltam consciências, raciocínios e sentimentos. Em meio da grande noite, é necessário acendamos nossa luz. Sem isso é impossível encontrar o caminho da libertação. Sem a irradiação brilhante de nosso próprio ser, não poderemos ser vistos com facilidade pelos Mensageiros Divinos, que ajudam em nome do Altíssimo, e nem auxiliaremos efetivamente a quem quer que seja. É indispensável organizar o santuário interior e iluminá-lo, a fim de que as trevas não nos dominem. É possível marchar, valendo-nos de luzes alheias. Todavia, sem claridade que nos seja própria, padeceremos constante ameaça de queda. Os proprietários das lâmpadas acesas podem afastar-se de nós, convocados pelos montes de elevação que ainda não merecemos. Vale-te, pois, dos luzeiros do caminho, aplica o pavio da boa-vontade ao óleo do serviço e da humildade e acende o teu archote para a jornada. Agradece ao que te ilumina por uma hora, por alguns dias ou por muitos anos, mas não olvides tua candeia, se não desejas resvalar nos precipícios da estrada longa!... O problema fundamental da redenção, meu amigo, não se resume a palavras faladas ou escritas. É muito fácil pronunciar belos discursos e prestar excelentes informações, guardando, embora, a cegueira nos próprios olhos. Nossa necessidade básica é de luz própria, de esclarecimento íntimo, de auto-educação, de conversão substancial do "eu" ao Reino de Deus. Podes falar maravilhosamente acerca da vida, argumentar com brilho sobre a fé, ensinar os valores da crença, comer o pão da consolação, exaltar a paz, recolher as flores do bem, aproveitar os frutos da generosidade alheia, conquistar a coroa efêmera do louvor fácil, amontoar títulos diversos que te exornem a personalidade em trânsito pelos vales do mundo... Tudo isso, em verdade, pode fazer o espírito que se demora, indefinidamente, em certos ângulos da estrada. Todavia, avançar sem luz é impossível." (Emmanuel)

 
Foto: Pense nisso##
Olhos de ver


Conta-se que um poderoso imperador, certo dia, estava a caminhar pelo belo jardim de seu palácio, quando se deparou com um imenso dragão.

Percebeu que o dragão estava sedento e, como ele trazia consigo um cantil d’água, num gesto de bondade, decidiu saciar a sede do grande animal.

Tão agradecido ficou o dragão que resolveu conceder ao monarca a realização de um desejo. Aquilo que o imperador desejasse lhe seria concedido.

Após muito meditar, o soberano externou: Eu desejo conhecer a verdadeira felicidade.

Pois bem, disse o dragão. Eu o levarei para a terra da felicidade. Lá, todos os seus sonhos serão realizados. Nenhum pedido lhe será recusado.

Entretanto, prosseguiu, você deverá ir só. Não poderá levar nem sua esposa, nem seus filhos, nem mesmo seus criados, pois que, se os levar, estarei realizando o desejo de mais de uma pessoa e isso não posso fazer.

Um pouco abalado com essa informação, pois não desejava deixar sua família, o imperador combinou com o dragão que ficaria na terra da felicidade por cinco anos apenas.

Assim, foi conduzido ao venturoso lugar. Passado o tempo, ele foi trazido de volta às suas terras, pelo dragão.

Nelas chegando, o soberano percebeu que as coisas haviam mudado. E mudado muito.

Seu jardim, antes sempre florido, estava seco. Procurou por sua família e amigos e não os encontrou. Já não mais reconhecia as pessoas que habitavam aquele lugar.

Confuso, procurou o dragão para solicitar explicações.

O dragão lhe informou que a contagem do tempo na terra da felicidade era um tanto diferente. Para cada ano que se passa lá, dez anos se passam por aqui.

O imperador havia se ausentado de seu lar, portanto, por cinquenta anos. Sua esposa já havia morrido, bem como a maioria de seus amigos. Seus filhos já haviam ido embora.

Desesperado, ele começou a se lembrar dos anos vividos na terra da felicidade e percebeu que eles eram ínfimos se comparados à lembrança dos momentos alegres que tinha passado junto aos seus.

Com a alma transpassada de remorsos, sentou-se à mesa, na qual costumava fazer as refeições em família e começou a chorar, copiosamente. Tanto chorou que adormeceu.

Ao despertar, percebeu que ali estavam sua esposa e seus filhos. Olhou pela janela e contemplou seu belo jardim, novamente florido. Tudo havia voltado ao normal.

Sem entender muito bem, beijou e abraçou a todos e, num relance, uma voz se fez clara em sua consciência. Era a voz do sábio dragão: Agora você já conhece a verdadeira felicidade.

*    *    *

O Criador nos concede, diariamente, todas as ferramentas das quais necessitamos para que sejamos felizes.

Em geral, elas estão muito próximas de nós. É a família que nos aconchega, os amigos que nos alegram, o trabalho que nos sustenta, a oração que nos fortalece e até mesmo as dificuldades que nos ensinam a caminhar melhor.

A felicidade que tanto almejamos anda ao nosso lado. Meditemos na recomendação do Mestre de Nazaré: Quem tem olhos de ver, que veja!

Pensemos nisso!

 

Redação do Momento Espírita.
Em 18.2.2013.


 
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sábado, 22 de março de 2014

"Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada de vivência." ....."A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma." (Chico Xavier)


 
Tenha uma noite de muita paz!
A videira e os frutos

 
Pouco antes de ser preso e crucificado, Jesus deu variadas instruções aos discípulos.

Em uma delas, afirmou-Se como a videira verdadeira e apresentou Deus como o lavrador.

Disse que todo ramo que estivesse Nele e não produzisse frutos seria arrancado pelo Senhor da Vida.

Mas, que todo ramo produtivo seria limpado por Deus, a fim de que produzisse mais ainda.

Esses curtos enunciados ensejam vastas reflexões.

O cristão deve ser o sal da Terra e a luz do Mundo.

Ele precisa ser um fator de progresso e transformação nos ambientes em que se movimenta.

É indigno afirmar-se cristão e viver de forma corrupta.

Segundo as palavras do Cristo, quem está Nele precisa produzir frutos.

A oportunidade da reencarnação é valiosa.

O número dos Espíritos desencarnados é muito superior ao dos encarnados.

Cada existência é objeto de minuciosa preparação.

O Espírito analisa sua consciência, identifica suas necessidades de aprendizado e os equívocos que precisa reparar, a fim de conquistar a paz.

Auxiliado por seres mais sábios, faz um projeto de trabalho, aperfeiçoamento e superação.

Com o aval de seus mestres, pleiteia a oportunidade do renascimento, sob a promessa de fazer o seu melhor.

Assim, a vida na Terra não representa um piquenique ou um largo desfrutar de sensações.

É preciso utilizar ao máximo os recursos de que se dispõe.

As oportunidades de encarnações são disputadas e longamente reclamadas.

Contudo, ainda mais difícil é conseguir o renascimento em condições equilibradas.

Família bem formada, saúde, acesso à educação e cultura são verdadeiros tesouros.

Na maioria das vezes, representam acréscimo de misericórdia, haja vista o status de devedores da ampla maioria dos Espíritos.

Nessas condições, a bondade Divina permite que equívocos do pretérito sejam reparados na forma de trabalho ativo no bem.

*    *    *

Tendo isto em mente, reflita sobre a forma como você tem utilizado os recursos com que a vida o brindou.

O mundo é melhor por que você está nele?

Você é rigorosamente honesto no cumprimento de seus deveres?

Sua vida é um exemplo de retidão para os que o rodeiam?

A bondade e a pureza marcam seus atos e palavras?

Você se preocupa com o coletivo e procura ser útil ao semelhante?

Ou apenas vive um dia depois do outro, permitindo-se tudo o que a cultura mundana reputa como normal?

Lembre-se de que é preciso dar frutos para merecer a graça de redimir-se no trabalho do bem.

Caso contrário, a vida tratará de remanejar as bênçãos da saúde, do trabalho e do equilíbrio em favor de outros mais dispostos e fiéis.

A seiva que você não dissemina secará ao seu derredor.

Conforme a imagem evangélica, a oportunidade será arrancada de suas mãos.

Pense nisso!



Redação do Momento Espírita.

 
Recados para Facebook

quinta-feira, 20 de março de 2014

"Aprende a pensar em termos de eternidade para que o internato no corpo físico não te empane a visão da vida. Uma existência na Terra constitui precioso, mas, breve aprendizado, em que sob a ficha de certo reduto familiar, conquistas o privilégio de avançar para diante nas sendas evolutivas ou a permissão de recapitular as próprias experiências. Não te esqueças, porém de que a morte se incumbirá de interromper-te o usufruto das regalias humanas, na aferição dos valores ou dos prejuízos que hajas angariado em favor ou desfavor de ti próprio, a fim de que não percas a necessária renovação para o grande amanhã. Assevera a ciência terrena que herdaste, em função da genética, os caracteres dos próprios antepassados, próximos ou longínquos, entretanto, no fundo, não recolhes dos outros a riqueza das qualidades nobres ou o fardo dos sofrimentos, mas sim de ti mesmo, das próprias obras semeadas, vividas e revividas, de vez que somos, quase sempre, na ribalta do mundo, os mesmo intérpretes do drama redentor, guardando conosco as bênçãos ou as dores que amealhamos dentro da luta, embora ostentando máscaras diferentes. Hoje, pagamos dívidas de ontem, mas é possível venhamos a solver amanhã compromissos pesados que deixamos em distante pretérito, exigindo-nos atenção. Recebe a aflição e a dificuldade, aliviando as aflições e as dificuldades alheias; pede auxílio, auxiliando; roga o socorro do Céu, socorrendo aos que te rodeiam na Terra, porque entre os panos do berço e os panos do túmulo, desfrutas simplesmente um dia curto no tempo ilimitado, dentro da vida imperecível, baseada na justiça perfeita e no amor sem fim." (Emmanuel)



 
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A matemática da vida


Quando somos estudantes, nem sempre conseguimos atinar com o objetivo de estudar determinadas matérias. É comum se ouvir de garotos e garotas comentários a respeito desta ou daquela matéria, da qual não conseguem vislumbrar necessidade para suas vidas.

Contudo, todo aprendizado pode ser aplicável em nossas vidas. Vejamos, por exemplo, a matemática. Além de nos fornecer facilidade no trato com os cálculos, sem os quais ficaria comprometido o nosso conforto, pois não se poderia construir as maravilhas da engenharia moderna, nem estabelecer relações comerciais com os indivíduos e as nações, verificamos que ela se encontra presente em nossa intimidade.

É graças à matemática que podemos contar as batidas da bomba cardíaca e os movimentos respiratórios para avaliação do estado de saúde ou enfermidade dos indivíduos.

E, na nossa vida moral, podemos utilizar muito das operações aritméticas mais simples.

Assim, podemos subtrair um pouco do conforto de algumas horas e aplica-las em benefício do próximo. Agindo assim, somamos méritos para nós mesmos.

Se subtraímos o orgulho do nosso coração, somaremos humildade à nossa personalidade e a soma final será grandiosa.

Subtraindo erros das nossas vidas, somaremos mais anos de paz à nossa existência.

Subtraindo a maldade da nossa mente, somaremos amor e bondade à nossa fé, conquistando maior saldo de alegrias.

Subtraindo o desespero das nossas tarefas, encontraremos a esperança que, somada à renúncia, nos ofertará dias de muita ventura.

Subtraindo o ódio dos nossos passos e somando dedicação ao serviço do bem, teremos um resultado equilibrado.

Subtraindo a inquietação das nossas noites, receberemos uma soma de repouso benéfico.

Diminuindo a ironia dos nossos lábios, somaremos piedade às nossas palavras, resultando em compreensão ao nosso semelhante.

Subtraindo a inveja dos nossos olhos, somaremos caridade às vidas alheias, habilitando-nos para a claridade da vida maior.

Diminuindo o mal das nossas horas e multiplicando os minutos em ações abençoadas, nosso saldo será de dias povoados de oportunidades de auxílio.

Enfim, subtraindo os maus instintos, que nos infelicitam os dias, colocando em seu lugar a soma dos nossos esforços na ternura, descobriremos um saldo extra de conquistas valiosas na operação final da existência.

E quem não deseja um saldo extra?

 
*    *    *

Quanto mais lutas redentoras, menos dores nos alcançarão na vida.

Quanto mais disposição para a renovação, menos inquietudes em nossas noites.

Quanto mais esforço pessoal, menos desespero em nosso trabalho diário.

Quanto mais amor em nossos dias, menos tortura a nos afligir os corações.

Multiplicar coisas positivas e subtrair as negativas determinará exatamente o padrão das nossas vidas, concedendo-nos harmonia e nos habilitando para o grande vôo rumo ás estrelas, ao infinito e à perfeição.
 

Redação do Momento Espírita, baseado no livro Ementário Espírita, de Divaldo Pereira Franco, cap. Na subtração e na soma.



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quarta-feira, 19 de março de 2014

"Ninguém quer saber o que fomos, o que possuíamos, que cargo ocupávamos no mundo; o que conta é a luz que cada um já tenha conseguido fazer brilhar em si mesmo." ..."O bem que praticares, em algum lugar, é teu advogado em toda parte."... "O tempo não permite começar de novo, na procura das nossas afinidades autênticas..." ...Em minhas preces de todo dia, sempre peço coragem e paciência. Coragem para continuar superando as dificuldades do caminho naqueles que não me compreendem. E paciência, para não me entregar ao desânimo diante das minhas fraquezas!"...(Chico Xavier)... “Só há um caminho para a felicidade (que isso esteja presente no teu espírito desde a aurora, dia e noite): é renunciar às coisas que não dependem da nossa vontade.” (Epicteto)



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Amados e amáveis


Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?

 A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o Presidente americano, ficavam espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.

Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.

E como fazia isso? A resposta é simples:

Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.

Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.

O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.

Narra a seguinte experiência:

Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.

Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.

Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.

Depois que ele saiu, falei vibrante: " Que homem!"

Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.

"Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?"

"Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!"

 Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?

Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?

São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.

Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!

A amabilidade é essa qualidade ou característica de quem é amável, por definição.

É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.

Allan Kardec, ao estudar a afabilidade e a doçura, na obra O Evangelho segundo o Espiritismo, conclui:

A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.

*    *    *

Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.

Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.

Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.

Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.

Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável (...).





Redação do Momento Espírita com base no cap. 6, pt. 2, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,  ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz, do Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. O clarim.
Em 30.11.2012.




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