quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

"Lamentar-se por quê?... Aprender sempre, sim. Cada criatura colherá da vida não só pelo que faz, mas também conforme esteja fazendo aquilo que faz. Não se engane com falsas apreciações acerca de justiça, porque o tempo é o juiz de todos. Recorde: tudo recebemos de Deus que nos transforma ou retira isso ou aquilo, segundo as nossas necessidades. A humildade é um anjo mudo. Tanto menos você necessite, mais terá. Amanhã será, sem dúvida, um belo dia, mas para trabalhar e servir, renovar e aprender, hoje é melhor. Não se iluda com a suposta felicidade daqueles que abandonam os próprios deveres, de vez que transitoriamente buscam fugir de si próprios como quem se embriaga para debalde esquecer. O tempo é ouro, mas o serviço é luz. Só existe um mal a temer: aquele que ainda exista em nós. Não parar na edificação do bem, nem para colher os louros do espetáculo, nem para contar as pedras do caminho. A tarefa parece fracassar? Siga adiante, trabalhando, que, muita vez é necessário sofrer, a fim de que Deus nos atenda à renovação." (André Luiz)



O mesmo caminho

 
Deus é pleno de misericórdia para com Seus filhos.

A todos faculta incontáveis experiências, a fim de que se aperfeiçoem e se enriqueçam dos mais variados dons.

Entretanto, os homens, com frequência, dizem faltar em suas vidas elementos indispensáveis à felicidade.

Um reclama da ausência de uma companheira amorosa e digna.

Outro brada porque enfrenta problemas profissionais.

Há quem se ressinta da falta de saúde.

Um terceiro clama aos céus porque seus filhos são desequilibrados.

Parece haver um descompasso entre a amorosa e rica Providência do Pai Celeste e a carência experimentada por Seus filhos.

Contudo, a ordem universal não é feita de regalias e privilégios.

Os recursos são amorosamente distribuídos no intuito do progresso.

Quem os recebe fica na condição de depositário e precisa prestar contas do uso que deles faz.

Talentos não podem ser enterrados, a denotar preguiça de quem os recebe.
Com maior razão, não devem receber uso pervertido.

Todo Espírito é paulatinamente cumulado de dons, para que os utilize com dignidade.

O uso digno sempre implica o progresso próprio e alheio.

Quem se permite atitudes indignas ou levianas arca com as consequências.

Para aprender a valorizar o tesouro desperdiçado, experimenta a sua falta.

Assim, o homem que hoje se ressente da ausência de uma esposa digna não deve se imaginar vítima do acaso.

Talvez ainda ontem ele tenha sido o marido infiel de uma grande mulher.

Provavelmente, a alma enobrecida o perdoou e seguiu em frente.

Mas ele se vinculou a quem foi sua cúmplice no adultério.

Hoje sonha com uma figura digna de mulher, que não está mais presente.

O enfermo crônico lamenta a ausência de saúde.

Contudo, no passado pode ter desperdiçado a ventura de um organismo físico perfeito e vigoroso.

Pôs a perder a saúde em vícios e noitadas e agora tem a oportunidade de perceber o tesouro que é um corpo sadio.

O mau rico de ontem renasce hoje na miséria.

O político corrupto do pretérito experimenta agruras por falta de serviços públicos essenciais, na região pobre em que renasceu.

Não se trata de castigo, mas de justiça e responsabilidade.

Na rota evolutiva, o Espírito trilha várias vezes o mesmo caminho e o encontra conforme o haja deixado.

Ciente disso, cesse de reclamar pelas dificuldades de sua vida.

Lembre-se de que, hoje pode sofrer a ausência de algo importante que teve no passado e não valorizou.

Viva com dignidade o momento presente e trate de merecer o retorno do tesouro que jogou fora.

Cuide muito bem do caminho que agora trilha, para encontrá-lo florido na próxima jornada que empreender.


 
Redação do Momento Espírita.
 
 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

"Observa o que desejas e o que fazes, a fim de que ajuízes, com segurança, sobre a felicidade que procuras. Certifiquemo-nos de que a alegria possui igualmente diversos níveis e de que nos compete, acima de tudo, cultivar a devoção aos valores amplos e substanciais que possam sobreviver conosco na Vida Maior. No mundo, a felicidade varia com a posição das criaturas e se buscamos o Cristo por nosso mestre é indispensável saibamos conquistar o nosso estímulo de viver no clima do Sumo Bem. Há pessoas que se contentam com o exclusivo reconforto de comer, dormir e procriar, guardando assim tão somente a felicidade que os seres mais simples cultuam nas linhas inferiores da natureza. Vemos espíritos atilados no cálculo que apenas se comprazem, amontoando ouro ou utilidades, com desvantagem para os semelhantes, estabelecendo, desse modo, para si mesmos a felicidade dos loucos. Anotamos companheiros da Humanidade que somente se rejubilam com a exibição de títulos suntuários, na ordem social ou econômica, cristalizando-se na vaidade ou no orgulho que lhes facilitam a espetacular descida para a morte, forjando, dessa maneira, em prejuízo deles próprios, a felicidade dos tolos. Identificamos irmãos que apenas se honram na crueldade, sorrindo com o alheio infortúnio e alardeando compaixão que não sentem, construindo para si mesmos a felicidade dos que se instalam no purgatório da própria consciência. A felicidade cristã, no entanto, é diferente. Nasce da alegria que venhamos a semear para os outros, desenvolve-se no bem infatigável, frondeja no espírito de serviço, floresce na esperança e frutifica no sacrifício daquele que se oferece para a materialização da felicidade geral. Não te demores no prazer que hoje te suscita gargalhadas para cerrar-se amanhã em amargosa penitência. Procuremos a felicidade de Jesus, que ainda não está completamente neste mundo, para que este mundo se levante para a felicidade perfeita. Para isso, não desdenhes a tua cruz, porque somente através do desempenho de nossas obrigações na prática do bem é que encontraremos a nossa verdadeira vitória." (Emmanuel)



Lindo Dia
Distrações

 
A vida da maioria das pessoas é atribulada e cheia de compromissos.
Entre reuniões, cursos, deslocamentos e projetos variados, a semana passa.
O final de semana é pleno de atividades.
Televisão, cinema, shows e passeios são apenas alguns dos programas disponíveis.
A Internet também consome um tempo considerável.
Além de ser instrumento de trabalho e de estudo, por vezes ela se converte em um vício.
Consultar novas mensagens e navegar por diversos sites torna-se uma compulsão.
Na verdade, o mundo moderno é rico de distrações.
Entre múltiplos programas e compromissos, a criatura não percebe o tempo passando.
Envolvida com variados eventos, ela vai de roldão.
Não se desconhece a necessidade de atender os compromissos da vida.
É preciso trabalhar, estudar e acompanhar as inovações que surgem a todo o momento.
Entretanto, urge reconhecer que a finalidade da vida não se cinge a correr atrás de cargos, de coisas ou de distrações.
Por vezes é necessário gastar um tempo para se perceber.
Qual o real significado do que se vive?
São realmente necessárias tantas atividades?
Elas não constituem uma forma de escapar da própria realidade íntima?
Lembre que você é um Espírito imortal.
Já animou inúmeros corpos.
Já foi rico e pobre, homem e mulher, ignorante e ilustrado.
Após tantas experiências, ei-lo novamente na Terra.
Mas você não é daqui.
Nasceu com a finalidade de se recompor perante a própria consciência, de reparar antigas faltas, de romper com velhos hábitos.
A reencarnação é uma oportunidade preciosa.
Há uma programação muito séria envolvida.
Você contou com o auxílio de amigos mais adiantados para elaborar a rota e a finalidade de sua atual existência.
Assim, não gaste a vida em futilidades.
Asserene o seu coração e procure menos distrações.
Distraindo-se em excesso, você corre o risco de desperdiçar uma oportunidade valiosa de elevação e libertação.
Trabalhe, estude e divirta-se.
Mas não utilize subterfúgios para escapar de si próprio.
Gaste um tempo observando seu caráter, seus gostos, suas facilidades e dificuldades.
Reflita sobre o contexto em que você está inserido.
Repare em seus familiares, em seus colegas de trabalho, em todos que o rodeiam.
Medite sobre a vida e descubra como você pode ser melhor.
Pense o que em seu temperamento não é agradável e causa embaraços e dores, a você e aos outros.
Esforce-se por retificar o que não for agradável.
Experimente a ventura de ser útil.
Aprenda a auxiliar o próximo, sem esperar nada em troca.
Dê atenção aos idosos e doentes de sua família.
Cultive virtudes como bondade, paciência e ternura.
Adote um patamar nobre de conduta e não se afaste dele.
Saiba que as dificuldades que se apresentam em sua vida são desafios.
Elas não se destinam a causar-lhe sofrimento, mas a fortalecê-lo no bem.
Nunca se permita fazer nada que lhe cause vergonha.
Você jamais conseguirá fugir de si próprio.
Toda tentativa de se enganar será passageira e representará apenas perda de tempo.
Lembre que todas as coisas exteriores ficarão para trás.
Mas o coração asserenado pelo cumprimento do dever você levará consigo para sempre.
Ele será o seu tesouro colocado fora do alcance dos ladrões e das traças.
Pense nisso.


 
Redação do Momento Espírita.

 
Fofas
Um feliz e abençoado dia!!!

"Assunto importante nas áreas da paciência, a cura da impaciência que freqüentemente alimentamos a detrimento de nós próprios. Se somarmos os dias e os minutos que sacamos nos créditos do tempo, a fim de acalentar irritação contra nós mesmos, verificaremos que o desespero manifesto ou imanifesto se nos erige na existência em fator de dilapidação, desencadeando enfermidade ou desequilíbrio, desastre ou morte prematura. E não só no setor de prejuízo pessoal que o tema nos merece reflexão. A intemperança mental, ä frente de nossas fraquezas ou desacertos, gera nos outros azedume ou desânimo, tristeza ou prevenção, estragando-lhes a vida. Nas horas que nos conscientizamos, acerca dos erros que nos sejam próprios, acalmemo-nos para pensar, ao invés de lastimar-nos sem proveito. Registrar as nossas falhas, diligenciando saná-las ou suprimi-las, de vez que, menosprezando responsabilidades e compromissos, menosprezamos a nós mesmos. Devemos examinar-nos com paciência e coragem que nos induzam a melhoria. Teremos errado, fracassado, destruído recursos ou sofrido ilusões e desilusões. Queixa inútil ou autopiedade, porém, não edificam. Reconheçamos com sinceridade os obstáculos, mutilações morais, conflitos e deficiências que ainda nos caracterizam o modo de ser o que comente nos fazem cair no chão do arrependimento. Entretanto, não nos permitamos permanecer estirados em angústia vazia e, sim, compreendendo os tesouros do tempo de que a Divina Providência nos enriqueceu, procuremos reerguer-nos, trabalhar, corrigir-nos e burilar-nos, tantas vezes quantas se nos façam necessárias, porque a impaciência, de qualquer modo, de nada nos serve e nem ajuda a ninguém." (Emmanuel)

Quarta Feira
Dominando os impulsos negativos

 
 
Você se considera uma pessoa capaz de controlar seus impulsos negativos?
De certa forma, os seres racionais possuem meios de dominar os sentimentos negativos, mas, de ordinário, nem todos o fazem.
Aristóteles, um dos grandes sábios da antigüidade, disse, com muita propriedade: qualquer um pode ficar zangado - isto é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na intensidade correta, no momento adequado, pelos motivos justos e da maneira mais apropriada - isto não é fácil.
Salvo as raras e felizes exceções, não costumamos controlar, racionalmente, os impulsos negativos que brotam da nossa intimidade nos momentos de ira.
É muito comum, quando nos sentimos acuados, perdermos totalmente o controle das emoções e investirmos contra a primeira pessoa que tenha a infelicidade de cruzar o nosso caminho naquele momento.
Não passa pela nossa mente, turbada pela ira, que aquela pessoa não é responsável pela nossa desdita, e a agredimos com palavras ácidas.
Isso é muito comum acontecer com os pais em relação aos filhos. Se estamos nervosos ou cansados e a criança se aproxima para nos pedir algo ou fazer alguma pergunta, despejamos sobre ela todo o fel que estava engasgado.
E o pior é que, junto com as palavras, vão as nossas vibrações desequilibradas, que atingem os pequenos como uma bomba tóxica.
Não raro, as crianças absorvem essas vibrações e acabam enfermando.
De outras vezes, mesmo que não lhes falemos nada, elas sentem nossas emoções descontroladas e passam a apresentar sintomas de nervosismo e irritação.
Ademais, os profissionais da área já alertaram para os malefícios que a ira causa a quem a agasalha na intimidade.
Pessoas que se irritam com facilidade ou se deixam corroer pelo ódio, pelo rancor, não raro desenvolvem cânceres variados.
Assim sendo, vale a pena investirmos um pouco mais na educação dos nossos impulsos, para nosso próprio bem.
Seres racionais que somos, devemos ponderar, antes de qualquer explosão, se estamos nos zangando com a pessoa certa.
Se a intensidade da nossa ira está correta. Se o momento é adequado. Se os motivos são justos, e se a maneira é apropriada ou não.
Algumas pessoas dirão: "mas na hora da raiva a gente não pensa, por isso, não é fácil."
E não estamos dizendo que é fácil, mas afirmamos que é possível, basta um pouco de vontade.
Se fizermos uso da nossa razão antes de nos deixarmos tomar pela ira, certamente concluiremos que a atitude mais sábia é a de mantermos a calma, sempre.
***
Preparar a mente para as ações nobres requer disciplina e vontade firme.
E para que possamos assumir o controle das nossas emoções é preciso alimentar a mente com idéias saudáveis, e isso só se dá pelo conhecimento.
Estamos na Terra para evoluir, e Deus nos oferece os desafios para que os superemos com sabedoria.
Nossa posição social, obstáculos econômicos, compromissos familiares e profissionais, são lições importantes para o nosso crescimento pessoal.
Por isso, devemos estar atentos para fazer o melhor em todas as ocasiões, sempre amparados pela razão e o bom senso.


 
Redação do Momento Espírita
Quarta Feira

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"Desculpe e você compreenderá. Onde existe amor não há lugar para ressentimento. Ao colocar-se na condição de quem erra, seja qual seja o problema, você notará que a compaixão nos dissolve qualquer sombra de crítica. A existência humana é uma coleção de testes em que a Divina Sabedoria nos observa, com vistas à nossa habilitação para a Vida Superior; quem hoje condena o próximo não sabe que talvez amanhã esteja enfrentando os mesmos problemas daqueles companheiros presentemente em dificuldade. Nos esquemas da Eterna Justiça, o perdão é a luz que extingue as trevas. Às vezes, aquilo que parece ofensa é o socorro oculto do Mundo Espiritual em seu benefício. A misericórdia vai além do perdão, criando o esquecimento do mal. Em muitas ocasiões, a Divina Providência nos permite o erro para que aprendamos a perdoar. A indulgência é a fonte que lava os venenos da culpa. Perdão é a fórmula da paz. Aprendamos a tolerar, para que sejamos tolerados." (André Luiz)



Quarta Feira
DESCULPAS

 
 
A desculpa ante as faltas de que você tenha sido vítima, invariavelmente, é ação em seu próprio favor.
Preste uma informação sem desprimorar quem a solicita.
Atenda ao bem pela alegria de servir, sem cobrar tributos de gratidão.
Não exija a cooperação dos outros em tarefas que você possa realizar por si mesmo.


 
André Luiz
Livro Agenda de Luz - Francisco Cândido Xavier
 
 
 
 
Boa Tarde

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

"Cada homem e cada mulher, se quiserem, podem reter consigo um tesouro de inavaliável expressão, em qualquer parte da Terra, inacessível a qualquer alteração. Reformas monetárias não lhe causam transtorno. Conflitos domésticos não lhe dilapidam a segurança. Doenças do corpo não lhe deformam a estrutura. Opositores não lhe alcançam a grandeza. Esse tesouro é a consciência tranquila, com o sorriso da fraternidade e com a alegria de viver e trabalhar." (Emmanuel)



Compromisso com a consciência


 
Você certamente já leu ou ouviu, algum dia, a notícia de roubo, incêndio, naufrágio ou explosão de algum bem móvel ou imóvel que pertencia a alguém, não é mesmo?
 
No entanto, ninguém jamais ouviu ou leu uma manchete com os dizeres:
 
Foi roubada a coragem desta ou daquela pessoa. Foi extraviada grande porção de otimismo.Quem a encontrar favor devolver no endereço citado.
 
Ou então, Incêndio consumiu toda a fidelidade de Fulano ou Naufragou a honestidade de Beltrano.
 
Enfim, nunca se ouve falar que as virtudes de alguém tenham sofrido assaltos ou outro dano qualquer.
 
Todavia, isso acontece diariamente quando as negociatas indignas põem por terra a honestidade e a honradez deste ou daquele cidadão, que sucumbe ante grandes quantias em dinheiro ou favorecimentos de toda ordem.
 
No entanto, as virtudes que se deixam arrastar por interesses próprios, não são virtudes efetivas, são ensaios de virtudes.
 
Quem verdadeiramente conquista uma virtude, jamais a perde.
 
Contou-nos um amigo, jovem advogado que labora num órgão público que, em certa ocasião, estava com uma pilha de processos sobre a mesa, quando seu superior entrou na sala, tomou dois daqueles processos e pôs de lado, dizendo-lhe:
 
Quero que você arquive estes processos.
 
O advogado perguntou por que razão deveria arquivá-los, e o diretor respondeu simplesmente: Porque os acusados são meus amigos e me pediram esse favor.
 
O moço, que tinha compromisso sério com a própria consciência, fez com que os processos seguissem seu curso, sem interferir.
 
Tempos depois, os acusados tiveram que arcar com as custas do processo e indenizar vários cidadãos, aos quais haviam prejudicado de alguma forma.
 
Quando questionado por seu superior sobre o ocorrido, o advogado argumentou que o fato de os acusados serem seus amigos, não era suficiente para isentá-los da responsabilidade de seus atos.
 
Se o jovem advogado não tivesse firmeza de caráter, poderia ter dado ocasião a que fosse registrado em sua ficha espiritual a seguinte anotação:
 
Este Espírito sofreu, em tal data, um assalto da corrupção e da prepotência e teve seus bens mais preciosos, que são a fidelidade e a honestidade, roubados.
 
Felizmente isso não aconteceu.
 
* * *
 
Toda vez que permitimos que nosso patrimônio ético-moral seja comprado ou roubado, ficamos mais pobres espiritualmente.
 
Quando aplaudimos a corrupção e a ganância dos outros, somos coniventes com essas misérias morais, e empobrecemos.
 
Pense nisso, e considere que vale a pena preservar esse bem tão valioso que é o seu patrimônio moral.

 
Redação do Momento Espírita, com base em fato real. Disponível no CD Momento Espírita, v. 11, ed. Fep.
 
 
 
 
 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

"Não olvides que o mundo é um palácio de alegria onde a Bondade do Senhor se expressa jubilosa. O sol desce sobre o pântano em sublime exaltação de luz. A flor endereça ao firmamento permanente mensagem de perfume. O vento que toca a essência das árvores é um cântico de ninar... A fonte corre sobre a areia e deslisa sobre o pedregulho com a serenidade de que exerce um divino mandato; a semente vence a sombra da cova fria, convertendo-se em lavoura de esperança; e a espiga madura sofre o processo de trituração com a digna humildade de quem se vê feliz no enriquecimento da mesa... Não te esqueças, assim, de que a alegria é o nosso dever primordial, no desempenho de todos os deveres que a vida nos assinala. Se trabalhas, sê contente na obrigação que te engrandece e renova, para que o estímulo reine em torno de teus passos; se repousas, que o teu pensamento vibre a felicidade da alma fiel ao bem, para que a tua atmosfera mental seja ninho de bênçãos. Se sofres, sê otimista com a esperança; se lutas, não percas a lâmpada milagrosa da fé viva que te clareia a senda para a vanguarda da luz! Se falham teus sonhos de estabilidade na Terra, usa a paciência construtiva que te reserva bênçãos maiores do amanhã que desconheces; se tudo é desequilíbrio e flagelação ao teu lado, sê feliz com a tua esperança a irradiar-se em orações silenciosas de compreensão e de amor. Deus legou-nos a alegria por divina herança no mundo. Trabalha, procurando-a e, hoje mesmo, o nevoeiro da amargura dissipar-se-á em teu caminho, porque pela graça do serviço de nossos semelhantes, a alegria nascerá dentro de nós mesmos, transformando-se em estrela divina a fulgurar imorredoura em nosso próprio coração." (José de Castro)


Recados para Orkut
Tormenta e paz


 
 
Tempestade! Os ventos fortes e as chuvas torrenciais se unem em espetáculo dantesco.
 
Enxurrada e lamaçal destroem sementeiras e alagam propriedades.
 
Os trovões lançam seus gritos, enquanto os relâmpagos bailam com faíscas de luz, pelos céus.
 
Destruição e treva reinam por algum tempo. Depois, uma grande calmaria a tudo sucede.
 
Os trombeteiros do medo e os gigantes do horror cessam a fúria.
 
A terra se apresenta revolvida, as árvores arrancadas, os ninhos desfeitos. Os rios transbordantes e os dentes rilhados do sofrimento estão à mostra em toda parte, apresentando um quadro de aflição.
 
No entanto, o ar está liberado de miasmas, de tensões, das altas cargas elétricas e magnéticas que aniquilam os homens, os animais e as plantas com lentidão.
 
A pouco e pouco, as mãos da renovação trabalham os painéis destroçados e tudo retorna à normalidade. A natureza repousa para logo mais apresentar toda sua beleza outra vez.
 
Assim também é a vida. A tormenta das dores, a borrasca dos sofrimentos atinge as criaturas vez ou outra, mais duramente. É como se tudo se unisse e acontecesse ao mesmo tempo: a enfermidade no lar, o desemprego, desentendimentos familiares, o abandono de alguém amado, uma traição.
 
As nuvens escuras do desalento toldam o céu dos sentimentos e a desesperança castiga a alma.
 
Contudo, por mais rudes sejam os padecimentos, as dificuldades ou os problemas, eles passam. Tudo passa na vida, pois tudo é transitório.
 
Por isso, lembremos as lições de Madre Teresa de Calcutá que, em bela página, assim se expressou:
 
Tua força interior e tuas convicções não têm idade. Teu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha.
 
Continua, apesar de todos esperarem que abandones as lutas. Não deixes que se enferruje o ferro que há em ti.
 
Age de forma que, em vez de compaixão, as criaturas te tenham respeito.
 
E, se o peso das lutas e dos anos, te disser que não podes mais correr, prossegue andando.
 
Diminui o ritmo, mas caminha sempre. Mesmo que tenhas que usar uma bengala, nunca te detenhas porque atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
 
Atrás de cada triunfo, há outro desafio. E mesmo que a pele enrugue, o cabelo fique branco, os dias se convertam em anos, o mais importante em ti somente se torna melhor: o espírito imortal que és.
 
***
 
A poesia de luz que supera a noite sombria, é convite à renovação.
 
Mesmo que a noite das aflições teime em colocar trevas em tua alma e a dominar as tuas aspirações, segue o sol e permite-te bordar de dia o teu coração.
 
A luz brilha fora de ti, na natureza que desperta, elevando um hino à vida.
 
Faze a tua claridade interior e renasce.


 
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos caps. 13 e 14 da obra Heranças de amor de Divaldo Franco, pelo Espírito Eros, e mensagem de Madre Teresa de Calcutá, intitulada "Para seres especiais."


 


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Bom dia!!!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

"O ensinamento do Mestre, sob o véu da letra, consubstancia profunda advertência. Indispensável cuidar do coração, como fonte emissora do verbo, para que não percamos a harmonia necessária à própria felicidade. O que sai do coração e da mente, pela boca, é força viva e palpitante, envolvendo a criatura para o bem ou para o mal, conforme a natureza da emissão. Do íntimo dos tiranos, por esse processo, origina-se o movimento inicial da guerra, movimento destruidor que torna à fonte em que nasceu, lançando ruína e aniquilamento. Da alma dos caluniadores, partem os venenos que atormentam espíritos generosos, mas que voltam a eles mesmos, escurecendo-lhes os horizontes mentais. Do coração dos maus, dos perversos e dos inconscientes, surgem, através do poder verbalista, os primórdios das quedas, dos crimes e das injustiças; todavia, tais elementos perturbadores não se articulam debalde para os próprios autores, porque dia chegará em que colherão os frutos amargos da atividade infeliz a que deram impulso. Assim também, a alegria semeada, por intermédio das palavras salutares e construtivas, cresce e dá os seus resultados. O auxílio fraterno espalha benefícios infinitos, e o perfume do bem, ainda quando derramado sobre os ingratos, volta em ondas invisíveis a reconfortar a fronte que o emite. O ato de bondade é invariável força benéfica, em derredor de quem o mobiliza. Há imponderáveis energias edificantes, em torno daqueles que mantêm viva a chama dos bons pensamentos a iluminar o caminho alheio, por intermédio da conversação estimulante e sadia. Os elementos psíquicos que exteriorizamos pela boca são potências atuantes em nosso nome, fatores ativos que agem sob nossa responsabilidade, em plano próximo ou remoto, de acordo com as nossas intenções mais secretas. É imprescindível vigiar a boca, porque o verbo cria, insinua, inclina, modifica, renova ou destrói, por dilatação viva de nossa personalidade. Em todos os dias e acontecimentos da vida, recordemos com o Divino Mestre de que a palavra procede do coração e, por isso mesmo, contamina o homem." (Emmanuel)


 
A visita da verdade


 
Numa caverna escura, onde a claridade nunca surgira, vivia um homem muito simples que implorava o socorro Divino.
 
Declarava-se o mais infeliz dos homens, não obstante, em sua cegueira moral, sentia-se o melhor de todos.
 
Reclamava do ambiente fétido em que se encontrava.
 
O ar pestilento o sufocava.
 
Pedia a Deus uma porta libertadora que o conduzisse ao convívio do dia claro.
 
Afirmava-se robusto, apto, capaz.
 
Por que motivo era conservado ali, naquele insulamento doloroso, em atmosfera tão insuportável?
 
Suas súplicas, entre a revolta e a amargura, foram percebidas por Deus que, profundamente compadecido, enviou-lhe a Fé.
 
A sublime virtude exortou-o a confiar no futuro e a persistir na oração.
 
O infeliz consolou-se mas, logo em seguida, voltou a lamuriar-se.
 
Queria fugir, desistir, abandonar a vida, e como suas lágrimas aumentavam, Deus mandou-lhe a Esperança.
 
A emissária divina afagou-lhe a fronte e falou-lhe da eternidade da vida, buscando secar-lhe o pranto desesperado.
 
Rogou-lhe calma, resignação e fortaleza.
 
O pobre homem pareceu melhorar, mas, decorrido algum tempo, voltou à lamentação.
 
Comovido, o Senhor da Vida determinou que a Caridade o procurasse.
 
A nova mensageira acariciou-o e alimentou-o.
 
Endereçou-lhe palavras de carinho e amparou-o, como se fosse abnegada mãe.
 
Todavia, o infeliz persistia gritando, revoltado.
 
Foi então que Deus enviou-lhe a Verdade.
 
Quando a portadora do esclarecimento se fez sentir na forma de uma grande luz, o infortunado, pela primeira vez na vida, viu-se tal qual era e apavorou-se.
 
Seu corpo estava coberto de chagas, da cabeça aos pés.
 
Agora, somente agora, ele percebia, espantado, que ele mesmo era o responsável pela atmosfera intolerável em que vivia.
 
Tremeu cambaleante e horrorizou-se de si mesmo.
 
Sem coragem de encarar a sublime visitante que lhe abria a porta da libertação, fugiu apavorado, em busca de outra furna onde conseguisse esconder a própria miséria que só então reconhecia.
 
Assim ocorre com a maioria dos homens perante a realidade.
 
Sentem-se com direito a receber todas as bênçãos do Pai Eterno e gritam fortemente, implorando a ajuda celestial.
 
Enquanto amparados pela Fé, pela Esperança ou pela Caridade, consolam-se e desesperam-se, crêem e descrêem, tímidos, irritadiços e hesitantes.
 
Quando a Verdade, porém, brilha diante deles, revelando-lhes a real condição em que se encontram, costumam fugir apressados, em busca de esconderijos, nos quais possam cultivar a ilusão.
 
* * *
 
Em uma ocasião Jesus disse que somente a Verdade fará livre o homem.
 
Acostumemo-nos, pois, à sublime luz da Verdade, reconhecendo em nós mesmos as causas de nossas desditas e busquemos, corajosamente, meios de alcançar, de modo definitivo, nossa libertação.

 
 
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 25 do livro Jesus no lar, pelo Espírito Néio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.

 

 

Recados para Orkut

"Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte." - Jesus. (MATEUS, capítulo 5, versículo 14.) ......"O Evangelho está repleto de amorosos convites para que os homens se edifiquem no exemplo do Senhor. Nem sempre os seguidores do Cristo compreendem esse grande imperativo da iluminação própria, em favor da harmonia na obra a realizar. Esmagadora percentagem de aprendizes, antes de tudo, permanece atenta à edificação dos outros, menosprezando o ensejo de alcançar os bens supremos para si. Naturalmente, é muito difícil encontrar a oportunidade entre gratificações da existência humana, porqüanto o recurso bendito de iluminação se esconde, muitas vezes, nos obstáculos, perplexidades e sombras do caminho. O Mestre foi muito claro em sua exposição. Para que os discípulos sejam a luz do mundo, simbolizarão cidades edificadas sobre a montanha, onde nunca se ocultem. A fim de que o operário de Jesus funcione como expressão de claridade na vida, é indispensável que se eleve ao monte da exemplificação, apesar das dificuldades da subida angustiosa, apresentando-se a todos na categoria de construção cristã. Tal cometimento é imperecível. O vaivém das paixões não derruba a edificação dessa natureza, as pedradas deixam-na intacta e, se alguém a dilacera, seus fragmentos constituem a continuidade da luz, em sublime rastilho, por toda parte, porque foi assim que os primeiros mártires do Cristianismo semearam a fé." (Emmanuel)



Recados para Orkut
O pássaro que desbota quando preso


 
 
Temos em nossa fauna um pássaro especial. É o tié-sangue.
 
É avistado próximo às restingas, capoeiras e beiras de mata do litoral do Brasil.
 
Suas asas são vermelhas como o sangue, por isso ganhou esse nome. Possui a cauda negra e uma linda mancha branca no bico.
 
As lindas cores do tié-sangue atraem os criadores, mas é impossível apreciar sua beleza em cativeiro, visto que ele fica com uma cor pálida, alaranjada, desbotada.
 
Pois, entre a variedade dos frutos de que o passarinho se alimenta, há alguns que contém um pigmento de nome astaxantina, que mantêm sua coloração.
 
A beleza do tiê está na proporção de sua liberdade. Quanto mais livre, mais belo.
 
Nesse aspecto, o ser humano se parece muito com o tiê. Precisa estar livre para ser belo, para ser feliz.
 
Precisa alçar vôos com o pensamento, nutrir-se de idéias e sentimentos, interrelacionar-se com os outros e com o cosmos.
 
Necessita conhecer as verdades do universo, bem como as que estão em sua intimidade espiritual.
 
O jovem, em especial, que tem tanta sede de liberdade, muitas vezes se deixa aprisionar pelos vícios de variada ordem, enfraquecendo e tornando-se pálida sombra que caminha a passos largos para a derrota.
 
Jovens que deveriam mostrar suas cores e virtudes individuais, deixam-se levar pela falsa necessidade de se confundir com o grupo, caindo no cativeiro infeliz forjado pelas mídias e pela opinião dos outros.
 
Quem se deixa conduzir pelos modismos, pelas idéias medíocres que tentam fazer do jovem um ser sem vontade própria, é como um pássaro que empalidece, desbota, muda de cor, perde o brilho.
 
Mas os efeitos desse tipo de cativeiro não são apenas na aparência externa. O prisioneiro dos vícios perde a alegria de viver, perde a saúde, perde a esperança.

 
E o jovem, tal qual o tiê-sangue, precisa voar alto, mas com a mente arejada pelas idéias saudáveis da confiança no criador do universo, nas leis soberanas que regem a vida.
 
Jesus afirmou: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".
 
Na verdade divina reside a plena libertação. E como sabemos que as leis divinas estão em nós, esculpidas em nossa consciência, podemos, em esforço próprio, começar a buscar a compreensão delas nos auto-analisando, nos auto-conhecendo.
 
Compreendendo os desígnios divinos que nos convidam à melhor ação saberemos como interagir com a realidade que nos rodeia.
 
Confrontando nosso cotidiano com as leis da vida transformaremos nosso modo de ser e de agir, influenciando, positivamente, o meio em que vivemos.
 
***
 
Jovem, conhece-te a ti mesmo e voa no rumo da tua própria liberdade.
 
Voa sem peias, alimentando-te de nobres sentimentos, de experiências saudáveis, de práticas caridosas, a fim de manter tua cor bela e atrativa, não te deixando aprisionar pela ignorância, que te faria empalidecer ou desbotar.
 
Sê como o tiê-sangue, livre e belo, nas andanças das múltiplas existências.
 
Mas não esqueças da responsabilidade necessária para que, verdadeiramente, se instaure a liberdade em tua vida.
 
E lembra-te sempre de que a tua beleza está na proporção da tua real liberdade.
 
Quanto mais livre, mais belo.

 
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. 14 do livro Cartas ao jovem Espírita, de Cristian Macedo.
 
 
 
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

"Lembre-se de que você mesmo é: o melhor secretário de sua tarefa. O mais eficiente propagandista de seus ideais. A mais clara demonstração de seus princípios. O mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros. Não se esqueça, igualmente, de que: o maior inimigo de suas realizações mais nobres, a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa. A nota discordante da sinfonia do bem que pretende executar. O arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação - é você mesmo." (André Luiz)


Bom Dia
Aprendendo a viver

 
 
A experiência terrena consiste em um projeto um tanto arriscado.
Antes de renascer, o Espírito traça um programa que pretende cumprir.
Alguns pontos capitais são definidos, como o corpo, a família e o ambiente em que renascerá.
Ele também estabelece estratégias para vencer alguns problemas evolutivos.
São antigos desafetos com os quais pretende conviver.
Comparsas de persistentes erros que lhe devem surgir no caminho, em geral na forma de tentação.
Vítimas de leviandades cometidas e que seguem amarguradas o devem rodear, sequiosas de auxílio.
O Espírito estuda tudo com grande atenção, ora e se prepara mental e emocionalmente.
Como se percebe, renascer é um empreendimento de vulto.
A existência terrena é imprescindível à evolução, em especial em suas fases mais incipientes.
No corpo de carne, a força de vontade é testada e o ser imortal gradualmente abandona ilusões e paixões.
Demora um pouco, mas ele começa a perceber a transitoriedade de muito do que é valorizado na Terra.
Poder, aparências e conúbios sexuais apartados de um forte vínculo afetivo são apenas algumas dessas quimeras.
Embora firmemente decidido a transcender, não raro o Espírito sucumbe às tentações mundanas.
Ele programa trabalhar no bem, ser puro, honesto e generoso.
Decide transformar antigos parceiros de crimes em nobres companheiros de ideal superior.
Quer amparar aqueles a quem no pretérito lançou no despenhadeiro do vício.
Entretanto, cede à tentação do passado e revive indignidades.
A partir de determinado momento, nem mais é possível alegar ignorância.
Afinal, a mensagem cristã, a convidar claramente para a renovação, não é nova no mundo.
Essas experiências frustradas podem se repetir inúmeras vezes.
Há um inevitável amargor na hora do ajuste de contas com a própria consciência.
Confrontar o que se programou com o que se fez pode ser decepcionante.
Entretanto, as oportunidades se renovam.
Sempre chega o momento em que o Espírito cansa de falhar consigo mesmo.
Tantas são as decepções, que ele realmente se desgosta das ilusões mundanas.
Cheio de firmeza, resiste a todas as tentações e persevera em seu propósito de renovação.
Não se preocupa em ser rico, importante ou em fruir exóticas sensações.
Tem convicção de que tudo isso nada lhe acrescenta, em termos de paz e plenitude.
Ao contrário, identifica felicidade com deveres cumpridos e com dignidade.
* * *
Ciente disso, preste atenção no modo como você vive.
Seus pensamentos, atos e sentimentos são um prenúncio de paz?
Ou eles anunciam grandes decepções, quando você retornar para o verdadeiro lar?
 
 
Redação do Momento Espírita.
 
 
 
 
Bom Dia
 
 
Bom Dia