domingo, 29 de dezembro de 2013

Um Feliz 2014!!!...Que seja de muita saúde, paz, prosperidade e felicidade!!!!....


Feliz 2014 - Mensagens para Facebook
Feliz Ano Novo!



Dentro de alguns dias, um Ano Novo vai chegar a esta estação.

Se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro
.
Procure um lugar próximo à janela desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com o prazer de quem realiza a primeira viagem.

Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.

Procure curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.

Desdobre o mapa e planeje roteiros.

Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito da partida.

E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou não hesite.

Desembarque nela os seus sonhos…

Desejo que a sua viagem pelos dias do próximo ano, seja de

Primeira classe!



(Desconheço autoria - quem souber favor, repassar com os devidos créditos)




Foto
 
 

 
 
Feliz Ano Novo!!!

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

"Cada qual de nós, seja onde for, está sempre construindo a vida que deseja. Existência é a soma de tudo o que fizemos de nós até hoje. Toda melhoria que realizarmos em nós, é melhoria na estrada que somos chamados a percorrer. Toda idéia que você venha a aceitar influenciará seu espírito; escolha os pensamentos do bem para orientar-lhe o caminho e o bem transformará sua vida numa cachoeira de bênçãos. Se você cometeu algum erro não se detenha para lamentar-se; raciocine sobre o assunto e retifique a falha havida porque somente assim, a existência lhe converterá o erro em lição. Muito difícil viver bem se não aprendemos a conviver. A vida por fora de nós é a imagem daquilo que somos por dentro. Viver é lei da natureza, mas a vida pessoal é a obra de cada um. Toda vez que criticamos a experiência dos outros, estamos apontando em nós mesmos os pontos fracos que precisamos emendar em nossas próprias experiências. Seu ideal é o seu caminho, tanto quanto seu trabalho é você." (André Luiz)



Ascensão
 

Em algum momento de nossa vida, será que já paramos um pouco para observar as coisas a nossa volta?

Quantos de nós temos passado pela vida, sem estabelecer objetivos para estes momentos da trajetória terrena.

Se pudéssemos nos observar no decorrer dos dias, iríamos nos identificar, por vezes, como um indivíduo ausente, sem a certeza de estar verdadeiramente vivendo.

Nesta condição de espectador da vida, veríamos um ser passando pelas coisas sem se dar conta de que elas existem. É como se tivéssemos apenas um único objetivo: passar pela vida.

Quantas vezes olhamos para o céu e observamos as estrelas, a lua, o espaço, e paramos para refletir na grandiosidade disso tudo? E por que estão ali?

A beleza da natureza! Quantas vezes passamos por ruas enfeitadas pelas árvores, pelas flores, e nos damos conta de tanto colorido?

Ao invés disso, preferimos passar sem olhar para os lados.

Para não perdermos a hora, preferimos dar mais atenção a fatos mais chocantes, como as notícias policiais, onde só o que aparece é a violência. De preferência a coisas que só nos tragam aborrecimentos.

A vida é, no entanto, superior benção de Deus, que a grande maioria dos homens não têm sabido valorizar.

Cada experiência constitui base de segurança para uma nova etapa, na qual o ser se promove, ganhando mais sabedoria e superando os instintos agressivos, que serviram de sustentação e defesa em nossa fase primária do processo evolutivo.

A reencarnação, por isso mesmo, tem como meta prioritária, o desenvolvimento da inteligência, através da conquista do conhecimento, e a sublimação dos sentimentos, por meio das realizações do amor.

Viver no corpo é um desafio que a todos nós cabe aceitar. Devemos, por isso mesmo, valorizar mais o tempo, numa aprendizagem incessante, que resultará em aquisição de plenitude interior.

Todos os nossos compromissos com a vida são de natureza edificante. São as oportunidades dos resgates dos erros pretéritos, mediante as realizações do bem e o aprimoramento dos sentimentos ético-morais que facultam a ascensão.

A cada queda, a repetição da experiência se faz inevitável, até que se fixem os resultados iluminativos na consciência eterna de cada indivíduo.

A marcha é lenta, enquanto o ser não opta por viver a verdade que o liberta, preferindo, sob o impulso das paixões primitivas, o prazer desgastante, em detrimento da emoção enobrecida.

Por isso, o ser deve escolher a vivência dos deveres de engrandecimento espiritual próprio e da comunidade, estabelecendo o caminho a seguir e vencendo a distância que o separa da verdadeira vida.

* * *

Para que possamos renascer  na Terra, é feito todo um planejamento antes de nosso retorno, é o que se chama planejamento reencarnatório.

Esse planejamento tem, na maioria das vezes, a nossa participação.

Somos nós que decidimos algumas etapas de nossa vida. Isso, é claro, sob a orientação dos Espíritos superiores, que sabem exatamente o que nos será de maior proveito para a evolução.

 


Redação do Momento Espírita.
Em 7.11.2013.


  





domingo, 22 de dezembro de 2013

Um Feliz Natal que seja muito abençoado!!!




Natal em nós



Eis que vos trago uma boa nova de grande alegria: na cidade de David acaba de vos nascer, hoje, o Salvador, que é Cristo, Senhor...

Glória a Deus nas alturas, paz na Terra aos homens de boa vontade.

Assim foi anunciado, aos pastores de Belém, por um mensageiro celeste, o grande acontecimento.

Nas palavras vos nascer está toda a importância do Natal. Jesus nasceu para cada um em particular.

Não se trata de um fato histórico, de caráter geral. É um acontecimento que, particularmente, diz respeito a cada um.

Realmente, a obra do Nazareno só tem eficácia quando individualizada.

A redenção, que é obra de educação, tem de partir da parte para o todo. Do indivíduo para a coletividade.

Enquanto esperamos que o ambiente se modifique não haverá mudanças. Cada um de nós deve realizar a sua modificação.

Depende somente de nós.

O Natal, desta forma, é aquele que se concretizará em nós, com a nossa vontade e colaboração.

O estábulo e a manjedoura da cidade de David não devem servir somente para composições poéticas ou literárias.

Devemos entendê-los como símbolos de virtudes, sem as quais nada conseguiremos, no que diz respeito ao nosso aperfeiçoamento.

O Espírito encarnado na Terra não progride ao acaso, mas sim pelo influxo das energias próprias, orientadas por Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Assim, toda a magia do Natal está em cada um receber e concentrar em si esse advento.

Jesus é uma realidade. Ele é a Verdade, a Justiça e o Amor.

Onde estes elementos estiverem presentes, Ele aí estará.

Jesus não é o fundador de nenhum credo ou seita. Ele é o revelador da Lei eterna, o expoente máximo da Verdade, da Vontade de Deus.

Jesus é a luz do mundo. Assim como o sol não ilumina somente um hemisfério, mas sim toda a Terra, assim o Divino Pastor apascenta com igual carinho todas as ovelhas do Seu redil.

O Espírito do Cristo vela sobre as Índias, a China e o Japão, como sobre a Europa e a América.

Não importa que O desconheçam quanto à denominação. Ele inspira aos homens a revelação Divina, o Evangelho do amor.

Aqui Lhe dão um nome, ali um outro título.

O que importa é que Ele é o mediador de Deus para os homens, e intérprete da Sua Lei.

Onde reside o Espírito do Cristo, aí há liberdade. Jesus jamais obrigou ninguém a crer desta ou daquela forma.

Sábio educador, sabia falar ao íntimo da criatura, despertar as energias latentes que ali dormiam.

Esta a Sua obra: de educação. Porque educar é pôr em ação, é agitar os poderes anímicos, dirigindo-os ao bem e ao belo, ao justo e ao verdadeiro.

Este é o ideal de perfeição pelo qual anseia a alma prisioneira da carne.

Jesus nasceu há mais de vinte séculos...

Mas o Seu natalício, como tudo o que Dele provém, reveste-se de perpetuidade.

O Natal do Divino Enviado é um fato que se repete todos os dias. Foi de ontem, é de hoje, será de amanhã e de sempre

Os que ainda não sentiram em seu interior a influência do Espírito do Cristo, ignoram que Ele nasceu.

Só se sabe das coisas de Jesus por experiência própria. Só após Ele haver nascido na palha humilde do nosso coração é que chegamos a entendê-Lo, assimilando em Espírito e Verdade os Seus ensinos.


* * *
 
Neste Natal lhe desejamos muita paz. Em nome do Celeste menino, o abraçamos irmão, amigo.

Jesus lhe abençoe a vida e lhe confira redobradas oportunidades de servir no bem.

Que Sua mensagem de amor lhe penetre a alma em profundidade e que juntos possamos, em nome Dele, espalhar sementes de bondade, pela terra árida e sofrida dos que não creem, porque ainda não O conhecem.

Feliz Natal!




Redação do Momento Espírita com base no cap. 4 do livro Na seara do Mestre, de Vinícius, ed. Feb.
Em 18.12.2009.





Um Feliz Natal!!!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

"Se aspiras ao título de obreiro do Senhor, não olvides que o mundo é um campo imenso de trabalho para a lavoura do bem. Não esperes facilidades na plantação. Suportarás, naturalmente, obstáculos e perigos de toda sorte na preparação da colheita futura. Repara ao redor de ti. Melindres e suscetibilidades são pragas e vermes roedores, destruindo-te a sementeira. Cólera e irritação constituem granizo e vento, arrastando-te as leiras frágeis. Compromissos com a sombra simbolizam vigorosos cipoais, asfixiando-te os esforços. Indolência e desânimo são ervas parasitárias, aniquilando-te a produção. Leviandade e maledicência representam enxurro e detritos, sufocando-te as melhores promessas. Perversidade e crítica expressam aridez e secura, capazes de arruinar-te a esperança. Lembra: cada dia é tempo abençoado de trabalhar e não confies a enxada de tua oportunidade à ferrugem da negação. Recorda que o tempo voa, que tudo se transforma e que a própria Terra, onde se alonga a tua esfera de ação, turbilhona em pleno Céu à procura da perfeita comunhão com a Grande Luz. Não relaciones desapontamentos e mágoas, não te percas nas pedras do caminho e nem te fixes no espinheiro que te serve por medida à fé e à serenidade. Se te candidatas a servir com Jesus, toma-o por padrão vivo e incessante, buscando-lhe a Vontade para que os teus caprichos sejam esquecidos. É, pautando nossas atividades sobre as normas que lhe caracterizavam o exemplo, contemplaremos, ditosos, a colheita farta, a surgir da lama terrestre, colheita essa que nos enriquecerá de bênçãos o celeiro do coração para a Vida Eterna." (Emmanuel)


 
Natal é...

 
Natal é muito mais que enfeites, presentes, festas, luzes e comemorações...
Natal quer dizer nascimento, vida, crescimento...

E o Natal de Jesus tem um significado muito especial para o Mundo.

Geralmente não se comemora o nascimento de alguém que morreu há mais de dois milênios, a menos que esse nascimento tenha algo a nos ensinar.

Assim pensando, o Natal de Jesus deve ser meditado todos os dias, e vivido da melhor maneira possível.

Se assim é, devemos convir que Natal é muito mais do que preencher um cheque e fazer uma doação a alguém que necessita dessa ajuda.

É muito mais do que comprar uma cesta básica e entregar a uma família pobre...

É muito mais que a troca de presentes, tão costumeira nessa época.

É muito mais que reunir a família e cantar.

É muito mais que promover o jantar da empresa e reunir patrões e empregados em torno da mesma mesa.

A verdadeira comemoração do Natal de Jesus é a vivência de Seus ensinos no dia-a-dia.

É olhar nos olhos daqueles que convivem conosco e buscar entender, perdoar, envolver com carinho esses seres humanos que trilham a mesma estrada que nós.

É se deter diante de uma criança e prestar atenção no que os seus olhos dizem sem palavras...

É sentir compaixão do mais perverso criminoso, entendendo que ele é nosso irmão e que se faz violento porque desconhece a paz.

É preservar e respeitar a natureza que Deus nos concede, como meio de progresso, e fazer esforços reais para construir um mundo melhor.

O Natal é para ser vivido nos momentos em que tudo parece sucumbir...

Nas horas de enfermidades, nas horas em que somos traídos, que alguém nos calunia, que os amigos nos abandonam...

Tudo isso pode parecer estranho e você até pode pensar que essas coisas não têm nada a ver com o Natal.

No entanto, Jesus só veio à Terra para nos ensinar a viver, e não para ser lembrado de ano em ano, com práticas que não refletem maturidade, nem desejo sincero de aprender com Essa Estrela de primeira grandeza...

Ele viveu o amor a Deus e ao próximo...

Ele viveu o perdão...

Sofreu calúnias, abandono dos amigos, traição, injustiças variadas...

Dedicou Suas horas às almas sedentas de amor e conhecimento, não importando se eram ricos ou pobres, justos ou injustos, poderosos ou sem prestígio nenhum.

Sua vida foi o maior exemplo de grandeza e sabedoria.

Por ser sábio, Jesus jamais estabeleceu qualquer diferença entre os povos, não criou nenhum templo religioso, não instituiu rituais nem recomendou práticas exteriores para adorar a Deus ou como condição para conquistar a felicidade.

Ele falava das verdades que bem conhecia, das muitas moradas da Casa do Pai, da necessidade de adorar a Deus em Espírito e Verdade, e não aqui ou ali, desta ou daquela forma.

Falou que o Reino dos Céus não tem aparências exteriores, e não é um lugar a que chegaremos um dia, mas está na intimidade do ser, para ser conquistado na vivência diária.

E é esse reino de felicidade que precisa ser buscado, aprendido e vivido nos mínimos detalhes, em todos os minutos de nossa curta existência...

* * *
Bem, Natal é tudo isso...

É vida, e vida abundante...

É caminho e verdade...

É a porta...

É o Bom Pastor...

É o Mestre...

É o maior Amigo de todos nós.

Pense em tudo isso, e busque viver bem este Natal...



Equipe de Redação do Momento Espírita.




quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

"Se você dispõe de tempo e da vocação de auxiliar para contribuir nas boas obras com seu esforço pessoal, o seu trabalho será sempre bem vindo, especialmente porque lhe expressa o amor no propósito de servir. Caso se veja na impossibilidade de comparecer pessoalmente em semelhantes empreendimentos, o seu concurso amoedado, de qualquer dimensão, é uma benção de sua generosidade, atraindo novas bênçãos em seu benefício. Na hipótese de maiores dificuldades para que venha a exercer a cooperação a que nos referimos, a oferta de alguma utilidade mesmo usada, no apoio aos que faceiam necessidades primordiais desatendidas, constituem um sinal luminoso de sua bondade para com as tarefas em andamento. Reconhecendo que ainda isso não representa medida ao seu alcance, você talvez desfrute o ensejo de falar, encorajando os companheiros que trabalham, ou fornecendo indicações que lhes amenizem a boa luta. Observando que essa colaboração na se lhe faça possível, certamente poderá você orar pelos irmãos que se empenham às laboriosas realizações da beneficência. Entretanto, se você, de todo, não consegue efetuar nada disso, não aponte os defeitos dos obreiros que se acham na construção do bem, de vez que se são eles criaturas reprováveis, qual você supõe, estarão fazendo o melhor que podem, no reajuste deles próprios, com a permissão e com o amparo de Deus." (André Luiz)




Natal comercial?


Quando nos convidaram a nos engajarmos na campanha dos Correios que, pelo Natal, objetiva brindar crianças carentes com presentes, não imaginamos que seria tão gratificante.

Primeiro foram as emocionantes cartas. Escritas por crianças das escolas públicas da capital paranaense, traduziam o sonho de cada uma.

Os pedidos variavam de bonecas a bolas e bicicletas. Houve um menino, de onze anos, que não pediu presente para si mas para o irmãozinho, que desejava muito um boneco Patati-Patatá.

Em cada cartinha, a alma da criança desnudando-se, como a da menina que afirmava ser muito bagunceira. Mas tinha certeza que podia melhorar.

A mãe lhe dissera que ela não merecia ganhar nada, mas ela, em nome do seu esforço de melhoria, pedia se seria possível ganhar uma boneca.

As crianças menores desenharam. Algumas somente rabiscaram o impresso com linhas indecisas. A professora, com letra caprichada, traduzia o que representava.

Um carro da Barbie com a Barbie dentro. Uma bola de futebol. Uma casa de bonecas.

Se as cartas foram emocionantes, a recepção dos presentes foi ainda mais.

Embalagens belíssimas, laços gigantes, coloridos, cartões-resposta às cartinhas e desejos de um Feliz Natal.

Permitimos que as lágrimas nos umedecessem os olhos, enquanto o coração nos parecia saltar do peito.

Perceber o carinho de cada pessoa, o esmero em atender o desejo expresso pela criança nos mostrava o amor se expressando.

Houve quem encomendasse o brinquedo pela internet porque não o encontrara nas várias lojas da capital.

Houve quem achasse que o pedido era singelo em demasia e acrescentou, por conta própria, algo mais.

Para um menino que somente pedira um tênis, a resposta foi acrescida de uma bola de futebol.


* * *

Ante a montanha de pacotes, ficamos a pensar naquelas pessoas que dizem que não apreciam o Natal porque é tudo um grande comércio.

Particularmente acreditamos que quem assim se expressa talvez tenha medo ou dificuldade para amar.

Natal é o evento máximo no mundo. É a data em que comemoramos o aniversário do Ser Maior que a Terra já recebeu.

Tão grande que não coube na própria História do planeta, e a dividiu entre antes e depois dEle.

O Rei Solar que se fez menino, para nos lecionar o amor. Em comemoração à data especial, durante todo o mês de dezembro, há uma vibração diferente no ar.

As pessoas se indagam como podem fazer feliz a alguém. Doentes, idosos, mendigos, crianças carentes, todos são lembrados.

Há comércio? Desde que não se desça aos exageros, bendito comércio que propicia que aqueles que detenham melhores condições possam alegrar uma noite, a cada ano, a vida do seu irmão.

Possa fazer feliz uma criança com uma bola, uma boneca, um carro de bombeiros com uma sirene barulhenta.

Uma avó que não sabe como comprar um brinquedo para a netinha que está sob sua guarda e é surpreendida com uma enorme caixa de boneca. E se emociona e chora.

Pode haver felicidade maior do que fazer alguém feliz?

Isso se chama Natal. Isso se chama Amor.

E tudo por causa de um Menino, nascido num estábulo, numa noite em que cantaram os anjos e surgiu uma estrela diferente nos céus.

 



Redação do Momento Espírita.
Em 17.12.2012.




Um feliz e abençoado dia!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

"Agradece as mãos que te constroem a existência, decorando-a com as tintas da alegria e da esperança, mas endereça os teus pensamentos de gratidão àquelas outras que te ferem com os espinhos da incompreensão, ensinando-te a conviver e a servir. Agradece as vozes que te embalam os anseios, entretecendo hinos de paz e amor com que te inspiram as melhores realizações, no entanto, envia as tuas vibrações de reconhecimento àquelas outras que te exageram essa ou aquela falha, induzindo-te a compreender e a perdoar. Agradece aos amigos que te proporcionam mesa farta, impulsionando-te a pensar na abastança da Terra, mas não recuses respeito àqueles que, em algum tempo, te sonegaram o pão, levando-te a prestigiar a fraternidade e a beneficência. Agradece aos irmãos que te reconhecem a nobreza de sentimentos, louvando-te o trabalho, entretanto, não olvides o apreço que se deve àqueles outros que te menosprezam, auxiliando-te a descobrir os tesouros da humildade e da tolerância. Certa feita, um pedaço de carbono sumido no monturo pediu a Deus o levasse para a superfície da Terra, a fim de ser mais útil. O Supremo Senhor ouviu-lhe a súplica e determinou fosse ele detido no subsolo para a devida maturação. O minério humilde aceitou a resposta e permaneceu na clausura, por séculos e séculos, suportando a química da natureza com o assalto constante dos vermes que habitavam o chão. Chegou, por fim, o tempo em que o Criador mandou arrancá-lo para atender-lhe aos ideais. Instrumentos de perfuração exumaram-no a golpes desapiedados e o lapidário cortou-lhe o corpo, de vários modos, em minucioso burilamento. Mas quando o carbono sublimado surgiu, de todo, aos olhos do mundo, Deus o havia transformado no brilhante, que passou a brilhar, entre os homens, parecendo uma flor do arco-íris com o fulgor das estrelas." (Meimei)


O que temos


Na visão tantas vezes pessimista, do homem, ele se esquece de que tem multiplicadas razões para ser infinitamente grato a Deus.

Foi certamente reflexionando a respeito das tantas bênçãos de que dispõe, que alguém elaborou uma prece, mais ou menos nos seguintes termos:

"Eu agradeço a Deus... Pelos impostos que eu pago, porque isso significa que tenho um emprego... Muitos desejariam estar no meu lugar e não se importariam nem um pouco em ter tal desconto em seu salário, porque teriam um salário..."

Agradeço a Deus pela confusão que eu tenho que limpar após uma festa, porque isso significa que estive rodeado de amigos, que mesmo num mundo onde tantos afirmam não ter tempo, eles têm tempo para me visitar no meu aniversário, na minha formatura, na comemoração de um sucesso na minha carreira ou simplesmente em um dia comum qualquer.

Agradeço pela minha sombra que me segue, porque isso significa que ando ao sol...

Pelas paredes que precisam ser pintadas, pela lâmpada que precisa ser trocada, pela torneira que vaza, pelo ladrilho quebrado, porque isso significa que ainda tenho minha moradia...

Por todas as críticas que faço às coisas que não me satisfazem, porque isso significa que tenho possibilidade de análise e discernimento, tanto quanto vivo em um país onde gozo da liberdade de expressão...

Pelo único lugar para estacionar que encontro bem ao fundo do estacionamento, porque isso significa que além de ter a felicidade de poder andar, tenho a ventura de ter um meio de transporte...

Pela música que toca desafinadamente atrás de mim, porque isso significa que posso ouvir...

Pelo cansaço e os músculos doloridos que eu sinto ao final do dia, porque isso significa que tenho saúde para trabalhar...

Pelo despertador que toca às primeiras horas da manhã, quando ainda me encontro sonolento e gostaria de permanecer dormindo mais um pouco, porque isso quer dizer que mereci a bênção de acordar no corpo outra vez.

Finalmente, por todos os e-mails que recebo diariamente, o que significa que tenho amigos que pensam em mim, mesmo que por poucos minutos, diante de uma tela de computador...

Por fim... Obrigado meu Deus pela minha vida cheia de problemas, porque eles me farão ter certeza de que eu sou capaz de resolver cada um e, da melhor maneira."


* * *

Diante do prato de comida que tens na mesa, não reclames da sua singeleza ou da reprise de todos os dias. Lembra que bem próximo de ti, alguém desejaria intensamente ter um pedaço de pão para saciar a fome.

Diante da ausência do refrigerante ou suco de tua predileção no restaurante em que te encontras, não reclames. Pensa em quantos, no mundo, morrem por ausência de um pouco de água que lhes mantenha a vida.

Diante do congestionamento de trânsito que te detém na rua ou na rodovia, não reclames. Pensa em quantos gostariam de deter o passo um pouco, para descansar, mas não o podem fazer, porque necessitam vencer grandes distâncias a pé, para chegar ao posto de socorro mais próximo.

Enfim, diante da ausência de qualquer coisa que desejes pensa, antes de reclamar, em tudo de que já dispões e que te beneficia com conforto, alegrias e sucessos.

E, em nome da caridade, recorda-te de orar por todos aqueles que não desfrutam dessas mesmas oportunidades.


 
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto da página http://www.go.tofuncpic.


 
 
 



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

"Encontrarás talvez, junto de tí, os que te pareçam errados. Esse cometeu falta determinada, aquele se acomodou numa situação considerada infeliz. Respeita o tribunal que lhes indicou tratamento, sem recusar-lhes auxílio. Quem conhecerá todas as circunstâncias para sentenciar, em definitivo, quanto às atitudes de alguém, analisando efeitos sem penetrar as causas profundas? Deliciava-se certa jovem com o perfume das rosas que lhe vinham desabrochar na janela. Orgulhosa das ramas que escalavam paredes, de modo a ofertar-lhe as flores, quis corrigir o jardim, no pedaço de chão em que a planta se levantava. Pequeno monte de terra adubada, a destacar-se de nível, foi violentamente arrancado, mas justamente aí palpitava o coração da roseira. Decepada a raiz, morreram a flores. Quantas criaturas estarão resignadas à moradia em situações categorizadas por lodo, para que as rosas da alegria e da segurança possam brilhar na janelas de nossa vida? Aceita os outros tais quais são. Espera e serve. Abençoa e ama sempre. O errado hoje, em muitos casos, será o certo amanhã. O julgamento é dos homens, mas a justiça é de Deus." (Meimei)




O amor nunca se perde



Ele era um adolescente que acabara de ser dispensado pela namorada. Durante três anos, eles tinham compartilhado amigos e lugares favoritos.

Agora, no último ano do segundo grau ele estava só. Ela conhecera, durante as férias, um outro garoto, pelo qual se apaixonara.

Mike se sentia como a última das criaturas na face da Terra. No treino de futebol, ele deixou escapar alguns passes e, pela primeira vez, sofreu várias faltas.

Mal acabou o treino, lhe disseram que deveria comparecer ao escritório do treinador.

E então, filho? Garota, família ou escola, qual dessas coisas está lhe incomodando?

Garota, foi a resposta de Mike. Como o senhor adivinhou?

Mike, sou treinador de futebol, desde antes de você nascer e, todas as vezes que vejo um craque jogar como um novato do time reserva, o motivo é um desses três.

Mike lhe falou que estava com muita raiva. Havia confiado na menina, dera a ela tudo o que tinha para dar e o que é que ganhou com isso?

Boa pergunta. Disse o treinador. O que foi que você ganhou com isso?

Tomou de várias folhas de papel e pediu a Mike que pensasse sobre o tempo que passou ao lado da moça. Que listasse todas as experiências boas e ruins que conseguisse lembrar. E saiu, dizendo que voltaria dentro de uma hora.

Mike começou a lembrar. Recordou do dia que a convidou para sair pela primeira vez e ela aceitou. Se não fosse pelo incentivo dela, ele jamais teria tentado uma vaga no time de futebol.

Pensou nas brigas que tiveram. Não lembrou todos os motivos pelos quais brigavam, mas lembrou-se de como se sentia feliz quando conseguiam conversar e resolver os problemas.

Foi assim que ele aprendeu a se comunicar e a buscar acordos.

Lembrou-se também de quando faziam as pazes. Era sempre a melhor parte.

Lembrou-se de todas as vezes que ela o fez sentir-se forte, necessário e especial.

Encheu o papel com a história dos dois, das férias, das viagens feitas com a família, bailes da escola e tranquilos piqueniques a dois.

E, na medida em que as folhas iam ficando escritas, ele se deu conta do quanto ela o ajudara a crescer e a se conhecer melhor.

Ele teria sido uma pessoa diferente sem ela.

Quando, uma hora mais tarde, o treinador retornou, Mike se fora. Deixou um bilhete sobre a mesa que dizia apenas:

Treinador, obrigado pela lição. Acho que é verdade quando dizem que é melhor amar e perder do que jamais ter amado. A gente se vê no treino.

 
* * *

O amor é sempre enriquecedor. Sua presença, por mais fugaz que seja, deixa vestígios positivos nas nossas vidas.

Como a flor beijada pelo sol desabrocha em festa de cores, a criatura que recebe amor se repleta de riqueza interior.

O amor engrandece a alma e clarifica a vida.



Redação do Momento Espírita com base no texto O amor nunca se perde, de David J. Murcott, do livro Histórias para aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.


 
 
 



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

"A paciência não é um vitral gracioso para as suas horas de lazer. É amparo destinado aos obstáculos. A serenidade não é jardim para os seus dias dourados. É suprimento de paz para as decepções de seu caminho. A calma não é harmonioso violino para as suas conversações agradáveis. É valor substancial para os seus entendimentos difíceis. A tolerância não é saboroso vinho para os seus minutos de camaradagem. É porta valiosa para que você demonstre boa-vontade, ante os companheiros menos evolvidos. A boa cooperação não é processo fácil de receber concurso alheio. É o meio de você ajudar ao companheiro que necessita. A confiança não é um néctar para as suas noites de prata. É refugio certo para as ocasiões de tormenta. O otimismo não constitui poltrona preguiçosa para os seus crepúsculos de anil. É manancial de forças para os seus dias de luta. A resistência não é adorno verbalista. É sustento de sua fé. A esperança não é genuflexório de simples contemplação. É energia para as realizações elevadas que competem ao seu espírito. Virtude não é flor ornamental. É fruto abençoado do esforço próprio que você deve usar e engrandecer no momento oportuno." (André Luiz)



Contra a corrente
 


Lá vai o homem descendo o rio caudaloso.

Nenhum esforço faz para seguir à frente.

As águas o levam no influxo impetuoso, poupando-o das pedras e outros obstáculos.

Com facilidade, ele avança sempre, impelido rapidamente pelo bojo da massa líquida.

Força, situação e movimento a seu favor.

Nada lhe é contrário.

No entanto, outro homem vai subindo o rio.

Em luta constante, movimenta os braços.

Bate os pés.

Respira fundo.

Desgasta-se agoniado.

Esforça-se para não afundar.

Fadiga-se para sobreviver.

E avança contra o impulso das águas e os obstáculos.

Com dificuldade, ele nada, nada sempre, varando, pouco a pouco, a torrente poderosa.

Tudo lhe é contrário.
* * *

Esta é a vida do homem na Terra.

Descer a favor da corrente do mundo é sempre fácil. É só deixar-se levar.

Acumpliciando-se sistematicamente com as ações da maioria.

Jamais se dispondo contra o erro, o equívoco.

Só dizendo sim para tudo e para todos. Seguindo despreocupadamente, sem o exame dos próprios atos.

Boiando sempre, em menor esforço.

Mas, subir contra a corrente do mundo, é mais difícil.

É preciso valor para enfrentar a adversidade.

É necessário paciência para fugir aos erros de tradição.

É indispensável ser forte para tornar-se exceção no esforço maior.

 
* * *

Pense nisso!

Antes da reencarnação, necessária ao progresso, a alma roga a porta estreita das dificuldades, como oportunidade gloriosa nos círculos carnais.

Reconhece a necessidade do sofrimento purificador. Anseia pelo sacrifício que redime. Exalta o obstáculo que ensina.

Compreende a dificuldade que enriquece a mente e não pede outra coisa que não seja a lição, nem espera senão a luz do entendimento que a elevará nos caminhos infinitos da vida.

E, graças à misericórdia Divina, obtém o vaso frágil de carne, em que se mergulha para o serviço de retificação e aperfeiçoamento.

Reconquistando, porém, a oportunidade da existência terrestre, volta a procurar as portas largas por onde transitam as multidões.

Fugindo das dificuldades, empenha-se no menor esforço.

Temendo o sacrifício, exige a vantagem pessoal.

Longe de servir aos semelhantes, reclama os serviços dos outros para si.

Lembremo-nos de que, como cristãos, em muitas ocasiões devemos estar contra a corrente dos preconceitos e prejuízos das convenções.

E que, conforme ensinou o Cristo, devemos nos esforçar por entrar pela porta estreita, a porta que dará acesso à felicidade almejada por todos nós.

O caminho normal é viver com todos. No entanto, vez por outra é imperioso nadar em sentido contrário...

Pensemos nisso!
 


Redação do Momento Espírita, com base no cap. 39 do livro Bem-aventurados os simples, pelo Espírito Valerium, psicografia de Waldo Vieira, ed. Feb e no cap. 20 do livro Vinha de luz, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb. Em 06.06.2008.
 
 


 


 

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sábado, 14 de dezembro de 2013

“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.” PAULO (Coríntios, 15:58.) ......"Nas lutas do dia-a-dia, todos somos impelidos a várias operações para avançar no caminho... Sentimos. Desejamos. Falamos. Estudamos. Aprendemos. Conhecemos. Ensinamos. Analisamos. Trabalhamos. Entretanto, é preciso sentir a necessidade do bem de todos para que saibamos desejar com acerto; desejar com acerto para pensar honestamente; pensar honestamente para falar aproveitando; falar aproveitando para estudar com clareza; estudar com clareza para aprender com entendimento; aprender com entendimento para conhecer discernindo; conhecer discernindo para ensinar com bondade; ensinar com bondade para analisar com justiça e analisar com justiça para trabalhar em louvor do bem, porque, em verdade, todos somos diariamente constrangidos à ação e pelo que fazemos é que cada um de nós decide quanto ao próprio destino, criando para si mesmo a inquietante descida à treva ou a sublime ascensão à luz." (Emmanuel)


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Não precisa mudar o mundo


Era uma vez um rei que governava um próspero país. Um dia ele resolveu conhecer algumas áreas distantes de seu país. Por vários dias ele percorreu grande extensão de estradas. Mas quando retornou ao seu palácio, chamou seus súditos e reclamou que seus pés estavam feridos e doíam muito. Afinal, era a primeira vez que ele fazia uma viagem tão longa por estradas tão ásperas e cheias de pedregulhos.

Pensou numa maneira de resolver o problema e logo teve uma idéia. Ordenou que seus servos recobrissem todas as estradas do seu país com couro. Seria uma obra muito cara, pois custaria a vida de milhares de vacas e bois.

Então, um dos mais sábios entre os servos ousou fazer uma sugestão ao rei dizendo-lhe:

Por que o rei tem que gastar essa enorme quantia de dinheiro? Não seria mais prático e mais barato mandar cortar um pequeno pedaço de couro para cobrir seus pés?

O rei ficou surpreso, mas aceitou a sugestão. Mandou cortar um pedaço de couro e fazer uma proteção para seus pés, a fim de evitar os ferimentos nas próximas viagens.

Às vezes nós também costumamos ter idéias semelhantes à do rei, tentando resolver os problemas da maneira mais difícil.

Insatisfeitos com o mundo, desejamos mudá-lo, em vez de efetuar as mudanças necessárias em nós mesmos.

Movidos pelo desejo de pavimentar estradas sem espinhos nem obstáculos, esquecemos das proteções que devemos construir na intimidade da própria alma, e queremos mudar a situação ao redor a todo custo.

Se não desejamos sofrer os ferimentos da vaidade, é preciso recobrir a alma com a proteção da modéstia.

Se queremos evitar os pedregulhos do orgulho, é necessário proteger a alma com o algodão da humildade.

Se não desejamos sofrer a dor provocada pelos espinhos do egoísmo, busquemos desenvolver a couraça da fraternidade.

Se a situação ao redor nos desagrada e nos fere com freqüência, o melhor a fazer é buscar a reformulação dos próprios atos, na certeza de que não precisamos mudar o mundo, mas efetuar as reformas necessárias em nosso comportamento, em nossa forma de ser.

A melhor maneira de nos proteger dos pedregulhos da caminhada, evitando os ferimentos, é revestir a alma com o couro da verdadeira caridade, entendendo que o mais infeliz é sempre aquele que fere, aquele que ofende.

Jesus, o Sublime Galileu, experimentou todo tipo de agressão e, no entanto, nunca perdeu a serenidade e foi sempre o vitorioso. Que importava se o mundo exterior era cheio de pedregulhos e espinhos se Sua alma estava revestida de paz e confiança em Deus?

Jesus, mesmo sendo o Espírito mais sábio de que se teve notícias, jamais desejou mudar o mundo, mas deixou sempre o convite para todos aqueles que querem seguir a Sua trilha. A trilha que conduz à felicidade plena, acima das imperfeições deste mundo.

Assim, se você está indignado com a situação a sua volta e deseja mudar o mundo, lembre-se que isso só será possível começando por mudar-se a si mesmo.


* * *

Toda mudança exige esforços e uma grande dose de coragem.

A maioria de nós prefere criticar os outros e responsabilizá-los pelo que não está certo.

No entanto, às vezes é preciso um auto-enfrentamento com toda sinceridade a fim de repensar atitudes e tomar decisões importantes para o próprio crescimento.

O que não devemos esquecer jamais, é que somos espíritos milenares e que trazemos uma grande soma de experiências e hábitos adquiridos ao longo da caminhada evolutiva.

E precisamos admitir a hipótese de que somos os construtores da própria infelicidade de hoje, graças aos hábitos dos quais não queremos abrir mão.

E se assim é, se desejamos alcançar a felicidade almejada, é preciso despojar-nos do manto escuro das imperfeições que nos pesa nos ombros, a fim de alçar o vôo definitivo em direção à luz.




(Redação do Momento Espírita, baseado em texto retirado de "The Prayer of the Frog", tradução de Sérgio Barros.)






sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

"Dizem que um homem de fé se aproximou de Jesus e indagou, após externar-se em manifestações de júbilo e reverência: - Senhor, onde o caminho da paz? que fazer de meu filho que me arrasa a tranqüilidade, atolado na rebeldia? - Abençoá-lo-ás sempre - respondeu o Divino Mestre - procurando socorrê-lo com mais amor. - E como agir, à frente de meu tio, aquele que me furtou a herança dos avós? - Buscarás perdoá-lo, usando compaixão e esquecimento. - E meu antigo sócio? de que modo proceder com esse homem que tanto me prejudicou e injuriou? - Desculpa-lo-ás, orando em favor dele. - Tenho quatro empregados ignorantes... De que maneira harmonizar-me com esses companheiros problemas, se me afligem com as maiores dificuldades, dia por dia? - Saberás instruí-los. - Minha existência está repleta de perseguidores... Que fazer com essa gente cruel? - Esquecerás qualquer agravo e auxiliarás em benefício de cada um, tanto quanto puderes. O devoto baixou a cabeça, sentindo-se na presença da verdade, e considerou timidamente: - Senhor, estou satisfeito. Conta-se que Jesus afagou-lhe a cabeça dolorida e rematou, ao despedir-se: - Então, vai, serve sempre e não perguntes mais." (Meimei)




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E se a vida fosse uma estrada?

 

Cada um de nós caminha pela vida como se fosse um viajante que percorre uma estrada.

Há os que passam pouco tempo caminhando e os que ficam por longos anos.

Há os que veem margens floridas e os que somente enxergam paisagens desertas.

Há os que pisam em macia grama e os que ferem os pés em pedras pontudas e espinhos.

Há os que viajam em companhias amigas, assinaladas por risos e alegria. E há os que caminham com gente indiferente, egoísta e má.

Há os que caminham sozinhos - inclusive crianças - e os que vão em grandes grupos.

Há os que viajam com pai e mãe. E os que estão apenas com os irmãos. Há quem tenha por companhia marido ou esposa.

Muitos levam filhos. Outros carregam sobrinhos, primos, tios. Alguns andam apenas com os amigos.

Há quem caminhe com os olhos cheios de lágrimas e há os que se vão sorridentes.

Mas, mesmo os que riem, mais adiante poderão chorar. Nessa estrada, nunca se conheceu alguém que a percorresse inteira sem derramar uma lágrima.

Pela estrada dessa nossa vida, muitos caminham com seus próprios pés. Outros são carregados por empregados ou parentes.

Alguns vão em carros de luxo, outros em veículos bem simples. E há os que viajam de bicicleta ou a pé.

Há gente branca, negra, amarela. Mas se olharmos a estrada bem do alto, veremos que não dá para distinguir ninguém: todos são iguais.

Há gente magra e gente gorda. Os magros podem ser assim por elegância e dieta ou porque não têm o que comer.

Alguns trazem bolsas cheias de comida. Outros levam pedacinhos de pão amanhecido.

Muitos gostam de repartir o que têm. Outros dão apenas o que lhes sobra. Mas muita gente da estrada nem olha para os viajantes famintos.

Há pessoas que percorrem a estrada sempre vestidas de seda e cobertas de joias. Outros vestem farrapos e seguem descalços.

Há crianças, velhos, jovens e casais, mas quase todos olham para lugares diferentes.

Uns olham para o próprio umbigo, outros contemplam as estrelas, alguns gostam de espiar os vizinhos para fofocar depois.

Uma boa parte conta o dinheiro que leva e há os que sonham que um dia todos da estrada serão como irmãos.

Entre os sonhadores há os que se dedicam a dar água e pão, abrigo e remédio aos viajantes que precisam.

Há pessoas cultas na estrada e há gente muito tola. Alguns sabem dizer coisas difíceis e outros nem sabem falar direito.

Em geral, os sabichões não gostam muito da companhia dos analfabetos.

O que é certo mesmo é que quase ninguém na estrada está satisfeito. A maioria dos viajantes acha que o vizinho é mais bonito ou viaja de forma bem mais confortável.

É que na longa estrada da vida, esquecemos que a estrada terá fim.

E, quando ela acabar, o que teremos?

Carregaremos, sim, a experiência aprendida durante o tempo de estrada e estaremos muito mais sábios, porque todas as outras pessoas que vimos no caminho nos ensinaram algo.

A estrada de nossa existência pode ser bela, simples, rica, tortuosa. Seja como for, ela é o melhor caminho para o nosso aprendizado.

Deus nos ofereceu essa estrada porque nela se encontram as pessoas e situações mais adequadas para nós.

Assim, siga pela estrada ensolarada. Procure ver mais flores. Valorize os companheiros de jornada, reparta as provisões com quem tem fome.

E, sobretudo, não deixe de caminhar feliz, com o coração em festa, agradecido a Deus por ter lhe dado a chance de percorrer esse caminho de sabedoria.


Redação do Momento Espírita Disponível no CD Momento Espírita, v. 14, ed. Fep.

 

 
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

" A beneficência possui uma lista de pequeninas grandes dádivas, dentre as quais mencionamos algumas que não nos será lícito esquecer: o auxílio, mesmo diminuto, nas tarefas socorristas; algumas horas de trabalho espontâneo e gratuito, na execução das boas obras; uma frase de esperança; um gesto de otimismo; o silêncio, perante qualquer toque de agressão; ouvir perguntas infelizes com paciência; aceitar os amigos, como são, sem exigir que nos sigam em nosso modo de ser; honrar os adversários com respeitoso apreço; calar-se para que outros falem; prestar serviço sem aguardar atenções; oferecer alguns minutos de reconforto aos doentes; considerar a importância dos impulsos construtivos que comecem a surgir nos principiantes da fé; esquecer boatos alarmantes; algum ato de renúncia, em benefício da paz alheia; apequenar-se para que outros se destaquem; um sorriso amigo que dissipe as nuvens da hora difícil; rearticular essa ou aquela informação, sempre que preciso, sem perder o espírito de gentileza; exercer tolerância e a afabilidade, dentro de casa, na mesma disposição com que se guarda semelhantes qualidades nos encontros sociais; repetir as palavras "desculpa-me" e "muito obrigado", tantas vezes quantas se fazem necessárias, nas horas do dia-a-dia. Na chamada beneficência menor, estão os agentes indispensáveis à edificação da caridade, porque, em se atendendo às pequeninas grandes dádivas, é que aprenderemos a distribuir as grandes dádivas, na seara do bem, como se fossem pequeninas." (Emmanuel)




Boa Tarde
Cuidando das pequenas coisas



Ela foi, sem dúvida, uma das mulheres mais notáveis que o Mundo já conheceu.

Nasceu normal mas, aos 18 meses teve uma febre infecciosa, provavelmente escarlatina e ficou cega, surda e muda.

No entanto, graças a uma professora, Anne Sullivan, ela se tornou escritora, filósofa, conferencista.

Anne apareceu na vida de Helen Keller quando Helen tinha seis anos.

Ensinou-lhe o alfabeto dos mudos, que soletrava na mão da menina. Ensinou-a ler e escrever em braille.

Aos 10 anos, Helen aprendeu a falar. Cursou a Universidade e formou-se em Filosofia, com louvor.

Foi a primeira deficiente visual e auditiva a completar um curso universitário.

Sua professora a acompanhou por 50 anos. Na Universidade, soletrava em sua mão as palavras.

Aos 20 anos, Helen escreveu sua obra mais famosa, A história de minha vida, traduzida para 50 idiomas e para o braille.

Dominou os idiomas francês, latim e alemão. Aos 27 anos, fez sua primeira aparição em público, como oradora.

Dedicou-se à defesa dos direitos de mulheres pobres e deficientes.

Nas conferências, ela falava sobre a situação dos cegos, surdos-mudos, chamando a isso um dos pequenos problemas da Humanidade. Havia outros mais graves.

Respondia a perguntas e fazia os ouvintes rirem, descontraídos, com seu senso de humor e suas respostas inesperadas.

Pois esta mulher excepcional, que fez viagens internacionais, proferindo conferências em 35 países, tinha atenção para coisas pequenas.

Coisas que alguns de nós, talvez, acreditemos que não têm muita importância.

Quando sua professora se casou, levou Helen para morar com ela.

Por muitos anos, não tiveram criada alguma, por falta de recursos.

Helen aprendeu a fazer tudo o que podia, para ajudar a sua professora.

Enquanto Anne levava o marido de carro à estação, para que ele tomasse o trem para o seu trabalho, Helen tirava a mesa.

Depois, lavava a louça, arrumava os quartos.

Mesmo que montanhas de cartas, livros e artigos para escrever a aguardassem, a casa era a casa.

Alguém tinha de fazer as camas, colher flores, catar lenha, pôr o moinho de vento a andar e pará-lo quando a caixa d´água estivesse cheia.

Enfim, tinha em mente essas coisas imperceptíveis que fazem a felicidade da família.

Afirmava ela: Quem gosta de trabalhar sabe como é agradável a gente estar ajudando as pessoas a quem estimamos, nas tarefas diárias de casa.

Quando tantos nos eximimos de tarefas simples, procurando destaque; quando outros alegamos que não podemos perder tempo com coisas pequenas, Helen nos dá o exemplo.

Ela era aplaudida, recebia condecorações, era homenageada, mas, era preciso ajudar nas tarefas do lar.

Com certeza, ela aprendera muito bem a lição evangélica de que quem é fiel nas coisas pequenas, o será sempre nas coisas grandes.

E tudo fazia com alegria e prazer, afirmando: Não peçamos tarefas iguais às nossas forças. Mas forças iguais às nossas tarefas.

* * *

O Lions Club Internacional declarou, em 1971, que o dia 1º de junho passaria a ser lembrado como o dia de Helen Keller.

Nesse dia, os leões do mundo inteiro implementam projetos de serviços relativos à visão.

Tudo em nome de uma menina deficiente visual e auditiva, que cuidava das coisas simples com o mesmo carinho que dedicava às grandes causas que defendia.




Redação do Momento Espírita com base na biografia de Helen Keller, publicada por The International Association of Lions Club.


Quinta-feira

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

“E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.” – Paulo. (II Tessalonicenses, 3:13). ........."É muito comum encontrarmos pessoas que se declaram cansadas de praticar o bem. Estejamos, contudo, convictos de que semelhantes alegações não procedem de fonte pura. Somente aqueles que visam determinadas vantagens aos interesses particularistas, na zona do imediatismo, adquirem o tédio vizinho da desesperação, quando não podem atender a propósitos egoísticos. É indispensável muita prudência quando essa ou aquela circunstância nos induz a refletir nos males que nos assaltam, depois do bem que julgamos haver semeado ou nutrido. O aprendiz sincero não ignora que Jesus exerce o seu ministério de amor sem exaurir-se, desde o princípio da organização planetária. Relativamente aos nossos casos pessoais, muita vez terá o Mestre sentido o espinho de nossa ingratidão, identificando-nos o recuo aos trabalhos de nossa própria iluminação; todavia, nem mesmo verificando-nos os desvios voluntários e criminosos, jamais se esgotou a paciência do Cristo que nos corrige, amando, e tolera, edificando, abrindo-nos misericordiosos braços para a atividade renovadora. Se Ele nos tem suportado e esperado através de tantos séculos, porque não poderemos experimentar de ânimo firme algumas pequenas decepções durante alguns dias? A observação de Paulo aos tessalonicenses, portanto, é justa. Se nos entediarmos na prática do bem, semelhante desastre expressará em verdade que ainda nos não foi possível a emersão do mal de nós mesmos." (Emmanuel)




O homem de bem


Você se considera uma pessoa de bem?

Antes que você responda, vejamos alguns dos aspectos que caracterizam o homem de bem.

É aquele que cumpre a Lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza.

Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa Lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia. Enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.

Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria.

Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.

Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.

Faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.

Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos.

Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si. É para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse.

O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.

Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não odeia ou persegue aos que como ele não pensam.

Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança. A exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra.

É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado.

Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los.

Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente, em combatê- las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.

Não procura dar valor ao seu Espírito, nem aos seus talentos às custas de outrem.

Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.

Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas.

Se a ordem social colocou sob seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus.

O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente.

Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos dos seus semelhantes como quer que sejam respeitados os seus.

Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todos os demais conduz.


* * *
 
Allan Kardec, Codificador do Espiritismo, perguntou aos Espíritos Superiores qual é a melhor religião que existe na face da Terra.

Os Benfeitores responderam que a melhor religião é aquela que maior número de homens de bem fizer, isto é, que maior número de homens conduzir a Deus.

Essa resposta prova que não importa a que religião pertençamos, mas que sejamos homens de bem.

 

Redação do Momento Espírita com base no cap. XVII, item 3 do livro
O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed.Feb.
Em 18.05.2009.