quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Lição das Gaivotas

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Um enorme transatlântico partiu de movimentado porto rumo a outro continente. Do convés, os passageiros acenavam lenços e agitavam mãos, em manifestações de adeuses.

No porto, muitas pessoas acenavam igualmente e lançavam beijos ao ar, num misto de antecipada saudade e carinho.

Pouco depois, os que se encontravam no convés, ainda observando os que permaneciam em terra, puderam constatar uma nuvem de gaivotas prateadas acompanhando o imenso navio.

O seu voo atraiu a atenção de quase todos, tanto pela algazarra que promoviam, quanto pelo capricho de suas voltas, ao redor da enorme máquina concebida pelo homem.

Passada uma meia hora de viagem, o tempo se tornou ameaçador. Ondas de espuma se levantavam ao açoitar dos ventos violentos.

Esboçou-se no firmamento uma tremenda tempestade. Com suas possantes máquinas, o navio cortava as vagas agitadas e parecia fazê-lo com dificuldade, dada a presença dos elementos da natureza em convulsão.

Um dos poucos viajantes que até então permanecia no tombadilho, contemplou as aves a voejar e as lastimou.

Como podiam elas, com suas asas tão débeis, lutar contra o tufão, desamparadas nos céus? Elas nada tinham além do próprio corpo para enfrentá-lo.

Suas asas resistiriam ao vento implacável, se o possante navio, com suas máquinas que representam milhares de cavalos resistia com dificuldade ao tempo torrencial?

De repente, aquele homem que estava tão compadecido das avezinhas do mar, ficou perplexo. É que as pequenas gaivotas, estendendo as asas que Deus lhes deu abandonaram o navio na tempestade e se ergueram acima da tormenta, passando a voar numa região serena dos ares.

E a máquina, representando a ciência humana, prosseguiu na sua luta penosa para resistir à fúria dos elementos.

*   *   *

Em nossas vidas ocorre de forma semelhante. Quando pretendemos lutar unicamente com nossos próprios meios, encontramos o fustigar dos ventos das dificuldades atrozes, que vergastam a alma e maceram o corpo.

Contudo, se utilizarmos os recursos da oração alcançaremos as possibilidades das asas das gaivotas.
Pelas asas poderosas da prece, o homem pode se elevar acima das tempestades do cotidiano e voar placidamente.

Envolvidos pelas luzes da prece, alcançaremos regiões que o vendaval das paixões inferiores não alcança.

Fortificados pela oração, enfrentaremos o mar agitado dos problemas, a fúria das vicissitudes, e chegaremos ao porto seguro que todos almejamos.

*   *   *

Quando o triunfo nos alcançar ou quando sofrermos aparentes quedas, busquemos Jesus e falemos sem palavras ao Seu coração de Mestre e Amigo.

Condutor vigilante de nossas almas, Ele assumirá o leme da frágil embarcação das nossas vidas, permitindo-nos singrar o mar agitado das nossas dores, com coragem e segurança.

A medida ideal será sempre orar antes de agir, a fim de evitar que procedamos de forma imprevidente, o que nos conduziria ao desespero e a maior soma de dores.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. A tempestade e as gaivotas, do livro Lendas do céu e da terra, de Malba Tahan, ed. Melhoramentos e no verbete Oração, do livro Repositório de sabedoria, v. 2, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia  de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 16.1.2019.
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

A matemática da vida

Pra refletir...  Acesse: www.osegredo.com.br  #OSegredo #UnidosSomosUm #Reflexão #Vida #Capítulos #Felicidade #Páginas #Viver #SeguirEmFrente
Quando somos estudantes, nem sempre conseguimos atinar com o objetivo de estudar determinadas matérias. É comum se ouvir de garotos e garotas comentários a respeito desta ou daquela matéria, da qual não conseguem vislumbrar necessidade para suas vidas. 

Contudo, todo aprendizado pode ser aplicável em nossas vidas. Vejamos, por exemplo, a matemática. Além de nos fornecer facilidade no trato com os cálculos, sem os quais ficaria comprometido o nosso conforto, pois não se poderia construir as maravilhas da engenharia moderna, nem estabelecer relações comerciais com os indivíduos e as nações, verificamos que ela se encontra presente em nossa intimidade. 

É graças à matemática que podemos contar as batidas da bomba cardíaca e os movimentos respiratórios para avaliação do estado de saúde ou enfermidade dos indivíduos. 

E, na nossa vida moral, podemos utilizar muito das operações aritméticas mais simples. 

Assim, podemos subtrair um pouco do conforto de algumas horas e aplica-las em benefício do próximo. Agindo assim, somamos méritos para nós mesmos. 

Se subtraímos o orgulho do nosso coração, somaremos humildade à nossa personalidade e a soma final será grandiosa. 

Subtraindo erros das nossas vidas, somaremos mais anos de paz à nossa existência. 

Subtraindo a maldade da nossa mente, somaremos amor e bondade à nossa fé, conquistando maior saldo de alegrias. 

Subtraindo o desespero das nossas tarefas, encontraremos a esperança que, somada à renúncia, nos ofertará dias de muita ventura. 

Subtraindo o ódio dos nossos passos e somando dedicação ao serviço do bem, teremos um resultado equilibrado. 

Subtraindo a inquietação das nossas noites, receberemos uma soma de repouso benéfico. 

Diminuindo a ironia dos nossos lábios, somaremos piedade às nossas palavras, resultando em compreensão ao nosso semelhante. 

Subtraindo a inveja dos nossos olhos, somaremos caridade às vidas alheias, habilitando-nos para a claridade da vida maior. 

Diminuindo o mal das nossas horas e multiplicando os minutos em ações abençoadas, nosso saldo será de dias povoados de oportunidades de auxílio. 

Enfim, subtraindo os maus instintos, que nos infelicitam os dias, colocando em seu lugar a soma dos nossos esforços na ternura, descobriremos um saldo extra de conquistas valiosas na operação final da existência. 

E quem não deseja um saldo extra? 

*   *   * 

Quanto mais lutas redentoras, menos dores nos alcançarão na vida. 

Quanto mais disposição para a renovação, menos inquietudes em nossas noites. 

Quanto mais esforço pessoal, menos desespero em nosso trabalho diário. 

Quanto mais amor em nossos dias, menos tortura a nos afligir os corações. 

Multiplicar coisas positivas e subtrair as negativas determinará exatamente o padrão das nossas vidas, concedendo-nos harmonia e nos habilitando para o grande vôo rumo ás estrelas, ao infinito e à perfeição.


Redação do Momento Espírita, baseado no livro Ementário Espírita, de Divaldo Pereira Franco, cap. Na subtração e na soma.
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Todo mundo carrega uma história cheia de pontos finais, de escolhas difíceis, e dores que nem sempre são suportáveis. E mesmo que você não…
Mesmo falhando, você está tentando
pra esses tempos estranhos. 🌥 ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ | se for respostar, favor não cortar meus créditos da imagem 🙂 |
PSICOLOGIA EM FOCO Parece que a vida oscila entre estas duas realidades: VITÓRIAS E DESAFIOS
uma dica minha pra sua sexta :) mas serve pra todos os outros dias da semana também 😂💛
21.2 mil curtidas, 142 comentários - DANIEL DUARTE (@sigaosbaloes) no Instagram: “o quanto vocês acreditam nesse poder que a esperança tem? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ eu sou a pessoa que mais bota…”
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Na construção do amanhã

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Nos Estados Unidos, o Dia dos Namorados é comemorado a 14 de fevereiro. Nesse dia, as pessoas costumam enviar cartões não somente para os namorados. Também a amigos e pessoas queridas. 

Foi com preocupação que a mãe de um garoto tímido e calado ouviu-o dizer que desejava dar um cartão para cada colega seu. 

Chad era um excluído na classe. A mãe o via, todos os dias, retornando da escola. 

A turma vinha na frente, brincando, conversando. Ele sempre atrás, sozinho. 

Ela ficou angustiada. Mesmo assim, nos dias que se seguiram, ela ajudou o filho a confeccionar os cartões. 

Comprou papel, cola e lápis de cor. E ele trabalhou com afinco. 

Finalmente, no Dia dos Namorados, estavam prontos os trinta e cinco cartões. 

Ele não cabia em si de contentamento. 

A mãe passou o dia preocupada. Tinha certeza que ele voltaria desapontado. Não receberia nenhum cartão. 

Por isso, resolveu fazer alguma coisa para amenizar a situação. Assou biscoitos especiais que ele gostava. 

Depois, ficou esperando. 

Olhou pela janela e viu os garotos. Como sempre, eles vinham rindo e se divertindo. 

Como sempre, Chad vinha atrás do grupo. Caminhava, no entanto, um pouco mais rápido do que o normal. 

Quando entrou em casa, ela esperou que ele se desmanchasse em lágrimas. 

Chegou de mãos vazias, como ela pensara. Segurando o pranto, a mãe lhe disse: 

"Filho, preparei um lanchinho para você." 

Mas Chad não prestou atenção ao que ela disse. Com passos firmes, se encaminhou para a cozinha, repetindo: 

"Nenhum...nenhum..." 

Nesse momento, a mãe observou que o rosto do filho brilhava de alegria. E o ouviu completar a frase: 

"Não esqueci nenhum, nenhum deles!" 

A atitude do garoto é altruísta e denota uma alma que muito mais se preocupa em ofertar amor, do que buscar ser amado. 

Poucas criaturas podem superar, contudo, situações semelhantes. 

O bulling, essa prática de agressividade repetida, muito comum entre crianças e adolescentes, tem dado causa a alguns desastres. 

O fenômeno é mundial. Crianças e adolescentes são excluídos pelos colegas, perseguidos e humilhados. 

Muitos abandonam a escola, sem condições de prosseguirem enfrentando humilhações e trotes. 

As estatísticas apontam, ainda, crescente número de suicídios na faixa etária da infância/adolescência, como efeito do bulling. 

Qual será o motivo de tamanha crueldade? 

Educadores e pais, estejamos atentos. Observemos o comportamento dos nossos filhos. 

Serão eles os promotores do bulling ou suas vítimas? 

É tempo de ensinar a amar em nosso lar. A respeitar os diferentes. A imitar os melhores, não tentar destruí-los. 

Pensemos: quais são os comentários que nossos filhos mais ouvem, com respeito aos outros seres, em nosso lar? 

Que falamos a respeito dos colegas de trabalho, dos vizinhos, dos filhos dos outros? 

É possível que descubramos que essa manifestação doentia, o bulling, seja a resultante da indiferença e do desamor que ensinamos a eles, todos os dias. 

* * * 

O mundo melhor do amanhã está em nossas mãos. 

Depende de nós a geração que se estrutura hoje para atuar no mundo logo mais, como cidadãos do mundo, herdeiros das nossas riquezas morais.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. Dia dos namorados, de Dale Galloway, do livro Histórias para o coração, v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.

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