terça-feira, 7 de maio de 2019

Na bênção da vida

 
Mal você acorda pela manhã, e muitas preocupações passam a ocupar a sua mente. São tantas as providências que tem a tomar que muitas vezes fica atordoado e nem vê o dia acabar. 

As coisas mais comezinhas e as mais graves são alvos de sua atenção, ocupando-lhe as horas. 

A noite chega e, quando você se dá conta está exausto, extremamente exausto. 

Mastiga o jantar enquanto tenta digerir os problemas que ficaram pendentes. Bem, mas agora é só amanhã... 

Um banho rápido e, cama. Isto é tudo o que conseguirá fazer. 

Algumas horas de sono e novamente o dia lhe convida a agir... E lá vai você outra vez. 

As horas se sucedem, os dias se vão, os meses se transformam em anos, e você passa pela vida sem se dar conta das muitas bênçãos que ela lhe oferece, bem como a todas as criaturas que dividem com você o planeta. 

Mas, apesar da indiferença, um novo dia se apresenta para ser vivido. 

E este dia talvez seja oportuno para você lançar um olhar mais atento ao mundo a sua volta buscando interagir, de maneira consciente, com essas forças inteligentes. 

Descubra o valor das concessões que o senhor lhe faz pelas mãos da vida e distenda alegria e reconhecimento por toda a parte. 

Observe a natureza, abençoando sem cessar, através das próprias forças em movimentos. 

Nascem frutas saborosas em árvores cujas raízes se prendem à lama... 

Correm brisas leves, entoando melodias suaves, em apertados vales onde cadáveres se decompõem. 

Cai o orvalho da noite sobre o solo ressequido e misérrimo, crestado pelo sol. 

Voejam borboletas delicadas nos rios de ar ligeiro qual festival de cor flutuante sobre campina pontilhada de flores miúdas. 

Desabrocham, além, espécies variadas da flora que o pólen feliz fecunda em todo lugar. 

Rutilam constelações no manto da noite salpicando a terra de diamantes preciosos. 

Em cada madrugada renasce o sol dourado, purificando o charco, vitalizando o homem, atendendo à flor sem indagar da aplicação que lhe façam dos raios beneficentes. 

Não se detenha e recorde os tesouros com que o bem lhe enriquece o coração, através dos valiosos patrimônios da saúde e da fé, da alegria e da paciência, e vá em frente. 

Indiferença é enfermidade. 

Medo é veneno que mata lentamente. 

Acenda a luz da coragem na alma, a fim de que você não se embarace nas dificuldades muito naturais que seguem ao lado dos seus compromissos em relação à vida. 

Confiança em nossos atos é fortalecimento para a coragem alheia. 

Otimismo nas realizações também é aliança de identificação com as esferas superiores. 

Pense nisso! 

Você não está no mundo em vão. 

Aproveite a oportunidade, valorize as bênçãos da vida, difunda gratidão e alegria por onde passar, com quem estiver, com as concessões que possuir, justificando em atos edificantes a sua passagem pela terra. 

Você não é figurante nos palcos da vida terrestre: é protagonista, é lição viva, é peça importante nessa imensa engrenagem chamada sociedade. 

Pense nisso, e movimente-se em harmonia com essas forças poderosas e inteligentes que agem por toda parte.


Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. Na bênção da vida, do livro Ementário Espírita, ed. Leal.

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Conquistas individuais

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Eu não consigo, por mais tente. Para mim é impossível. Estas são frases que podemos ouvir vez ou outra e que, em essência, não traduzem a verdade.

Não há obstáculos intransponíveis ou insuperáveis ao ser humano que verdadeiramente anseie por vencê-los.

Recordamos de Mabel Hubbard que, aos quatro anos de idade, teve um violento ataque de escarlatina e se tornou apática e calada.

Alguns dias depois, a criança reclamou:

Por que os pássaros não cantam? Por que vocês não falam comigo?

As perguntas cortaram o coração dos pais que, só então, perceberam que a enfermidade deixara sua filha completamente surda.

Mas, ela tinha uma vantagem sobre as demais crianças que nasciam surdas. Ela sabia falar.

Como preservar isso era o grande desafio para seus pais.

O diretor de uma escola para cegos, em Boston, lhes disse que eles poderiam preservar a fala da filha, desde que a obrigassem a falar sempre, que jamais aceitassem gestos. Que eles a ensinassem pela vibração. Fizessem-na sentir a garganta, o ronronar do gato, o piano e ler o movimento dos lábios.

Assim foi, embora fosse doloroso por vezes não dar à criança o leite que apontava insistente. Não, até ela pedir: Quero leite.

Ou então fingir que não estavam vendo seus gestos desesperados para ir passear, até que ela falasse: Quero ir passear. Quero sair.

Quatro anos depois, Mabel estava adaptada em todos os aspectos à vida normal.

A professora que ensinava suas outras irmãs a ela também o fez. Ela aprendeu a ler, escrever, soletrar.

A outra batalha que seus pais precisaram superar foi com o próprio legislativo estadual. Naquela época, as crianças surdas, ao atingirem 10 anos de idade, eram simplesmente despachadas para asilos no estado vizinho.

E o pai, advogado, começou a lutar para que se elaborassem leis para a criação de escolas para surdos.

A própria Mabel foi levada frente a uma comissão a fim de provar que crianças surdas tinham capacidade de aprendizado.

Um dos funcionários afirmou que a recuperação da fala pela criança surda custava mais do que compensaria ouvi-la falar. Além do que, concluía, mesmo que o surdo dissesse algumas palavras, por maior que fosse o êxito atingido na articulação das palavras, a sua inteligência continuaria sempre em trevas.

Mabel derrubou as afirmativas, demonstrando seus conhecimentos de história, geografia, matemática, respondendo às questões que lhe foram formuladas e lendo de forma fluente.

Nada intimidou a menina. Ela fora criada numa família com muitos parentes. Estava acostumada a viver em meio a muita gente.

Ao lhe perguntarem se era surda, ela olhou para sua professora e, intrigada, indagou: Senhorita, o que é uma criança surda?

Até então não percebera que era diferente.

Essa criança se tornou mais tarde a esposa de um homem que desde sua meninice vivia às voltas com o som: Alexander Graham Bell.

Tornou-se uma pessoa excepcional. Era alegre, espirituosa, imensamente cativante. Durante quase 50 anos ela amparou e inspirou seu brilhante e excêntrico marido, o inventor do telefone.

*   *   *

A capacidade do Espírito humano de sobrepor-se às adversidades e vencer limitações, está muito além do que se possa imaginar.

Em verdade, quem comanda o corpo é o Espírito e, se este colocar em ação sua férrea vontade, superará obstáculos considerados impossíveis.


Redação do Momento Espírita, com base no artigo Ouve, meu amor, de Seleções Reader´s Digest, de julho de 1963.
Em 19.05.2010.

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