segunda-feira, 29 de outubro de 2018

A lâmpada queimada

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Era véspera de Natal. Em todas as casas havia intensa alegria. Nas ruas, era grande o movimento. Pessoas transitavam com pacotes, entrando e saindo de lojas cheias de compradores e vendedores ansiosos. 

O homem e a mulher se aproximaram de um restaurante. A mulher trazia nos olhos o brilho dos que sabem compartilhar alegrias e se sentem felizes com pequenas coisas. Sorria. 

O homem se apresentava carrancudo. O rosto marcado por rugas de preocupação. No coração, um tanto de revolta. 

Sentaram-se à mesa e, enquanto ela olhava o menu, procurando algo simples e gostoso para o lanche, ele começou a reclamar. 

Reclamou de como as coisas não estavam dando certo. Ele tinha investido em um determinado produto em sua loja, contando que as vendas fossem excelentes. Mas não foram. 

O produto não era tão atraente assim. Ou talvez fosse o preço. Enfim, o comerciante reclamava e reclamava. 

De repente, ele parou de falar. Observou que sua esposa parecia não estar ouvindo o que ele dizia. Em verdade, ela estava mesmo era em outra esfera. 

Olhava fixamente para uma árvore de Natal que enfeitava o balcão do pequeno restaurante. Sim, ela não estava interessada na sua conversa. 

Ele também olhou na direção do olhar dela e meio de forma mecânica, comentou: 

A árvore está bem enfeitada, mas tem uma lâmpada queimada no meio das luzes. 

É verdade, respondeu a mulher. Há uma lâmpada queimada. E você conseguiu vê-la porque está pessimista, meu amor. Não conseguiu perceber a beleza das dezenas de outras luzes coloridas que acendem e apagam, lançando reflexos no ambiente. 

Assim também com a nossa vida. Você está reclamando da venda do produto que não deu certo e se mostra triste. Mas está esquecido das dezenas de bênçãos que brilharam durante todo o ano para nós. Você está fixando seu olhar na única lâmpada que não iluminou nada. 

* * * 

Não há dúvida de que acharemos, no balanço das nossas vidas, diversas ocorrências nas quais nos poderemos dizer muito infelizes. Podemos chegar a sentir como se o Mundo ruísse sob os nossos pés. 

Porém, a maior tristeza que pode se abater sobre a criatura, multiplicando desditas para o Espírito, é o mau aproveitamento das oportunidades que lhe concede o Criador, para evoluir e brilhar. 

Meditemos sobre isso e descubramos as centenas de lâmpadas que brilham em nossos caminhos. 

* * * 

Ao lado das dores e problemas que nos atingem as vidas, numerosas são as bênçãos que nos oferece a Divindade. 

Apliquemo-nos no dom de ver e ouvir o que é bom, belo e positivo. 

Contemplemos a noite que se estende sobre a Terra e sem nos determos no seu manto escuro, descubramos no brilho das estrelas, as milhares de lâmpadas que Deus posicionou no espaço para encher de luz os nossos olhos. 

Acostumemo-nos a observar e a ver o bem em toda a parte a fim de que a felicidade nos alcance e possamos sentir a presença do Criador, que é amor na sua expressão mais alta, alevantando-nos as vidas.


Redação do Momento Espírita com base no cap. 4 do livro Rosângela, pelo Espírito Rosângela, psicografia de J.Raul Teixeira, ed. Fráter.


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sábado, 27 de outubro de 2018

Oração pela humanidade

Noite8
Deus, nosso Pai misericordioso e bom!

Diante das sombras que se espalham sobre o nosso planeta, desejamos rogar a sua ajuda, como jamais o fizemos antes.

Sabemos que o Senhor é onisciente e sabe tudo o que acontece neste minúsculo grão de areia que chamamos terra, mas desejamos externar a nossa singela oração.

Senhor, muitos dos seus filhos se esqueceram que são filhos da luz e se obstinam em disseminar trevas por onde passam.

Alguns homens perderam a fé na vida, perderam a fé no Senhor..., e se perderam...

Outros pensam que a terra está à beira do caos e que o Senhor, que acende as estrelas e faz girar os astros, abandonou a humanidade terrestre.

Compadeça-se das nossas misérias morais e abençoe-nos...

Releve a nossa ignorância, tolere a nossa ingratidão e perdoe a nossa falta de fé.

Esquecidos de que em essência somos luz, Senhor, permitimos que as sombras nos cubram a visão e nos infelicitem.

Há tanta falta de luz no mundo, Senhor...

Enquanto o amor se esgueira, tímido, a violência se mostra em plena luz do dia, sem disfarce...

Até parece, Senhor, que muitos dos seus filhos enlouqueceram... Acreditando-se Senhores da terra e dos seus irmãos em humanidade...

Há homens que esqueceram os verdadeiros valores do espírito e penhoram seu patrimônio moral em troca de dinheiro, como se o dinheiro fosse a única coisa que importa...

Alguns até agem como se o dinheiro fosse seu único e poderoso Deus...

Sabemos, Senhor, que o homem é o único ser capaz de reconhecer a sua soberania, mas às vezes dá a impressão de que os animais são mais dóceis e executam de maneira mais eficiente as tarefas que lhes cabem na sua obra.

Senhor, por tudo isso queremos lhe rogar: ajude-nos a construir um mundo melhor, de onde a guerra seja banida de vez por todas...

Um mundo onde o ser humano seja mais valorizado do que algumas notas de dinheiro...

Um mundo onde o ser humano seja mais importante do que um cargo, do que um pedaço de chão, do que um papelote de drogas, do que outro interesse qualquer.

Eis a nossa rogativa, Senhor.

Ajude-nos a enxergar um pouco além dos nossos próprios interesses para construir a paz tão almejada e tão pouco buscada de verdade...

Ajude-nos a retirar dos olhos a venda da vaidade, que nos impede de enxergar as nossas deformidades morais e nossa pequenez diante da sua grandeza.

Ajude-nos a romper essa concha de egoísmo que nos paralisa as mãos e nos impede de estender os braços para ajudar nossos irmãos.

Ajude-nos a diluir essa máscara de prepotência para que possamos entender que nada somos sem o seu amor...

Ajude-nos, Senhor, a elevar o olhar acima da própria estatura, para vislumbrar o horizonte e caminhar em sua direção.

Ajude-nos a abrir mão da auto-piedade e lançar o olhar em redor... Descobrir nosso próximo e nos aproximar dele...

Ensine-nos, Pai, a construir pontes de entendimento, a estreitar laços de amizade, a entender o semelhante, a amar...

Ajude-nos, Senhor, a admitir a própria fragilidade...

A livrar-nos da arrogância...

A construir jardins...

A espalhar perfume...

A enxugar lágrimas...

A caminhar com coragem...

A acreditar na vida e no seu incondicional amor...

A disseminar esperança...

A sorrir sempre...

A perdoar sem condições...

E, por fim, Senhor, ajude-nos a voltar nosso olhar para as estrelas, mesmo que nossos pés ainda se achem encharcados de lama.

Que assim possa ser, Senhor!


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.


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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Violência e paz

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Toda vez que assistimos os noticiários da TV, que lemos revistas e jornais, ficamos inquietos com a onda de violência que invade o mundo. 

Por recear os violentos, deixamos de sair à rua. Pensamos que ficando em casa ficaremos livres das investidas dos maus. 

Verdadeiramente, a solução é confiar em Deus e buscar manter ou conquistar a paz. Essa paz tão almejada por todos nós. 

A paz, que caminha com o amor, tem a capacidade de transformar a violência em docilidade, por mais difícil que isso possa parecer. 

Lembramo-nos de muitos exemplos. Do lobo que Francisco de Assis amansou. Da vitória da não-violência de Gandhi. 

Tanto quanto de centenas e centenas de corações anônimos que trabalham em silêncio pela paz da Humanidade, pacificando os que se encontram mais próximos. 

Essa doce e silenciosa influência bem está ilustrada num fato ocorrido durante a Guerra do Vietnã e que foi narrada por um soldado norte-americano. 

Conta ele que, junto com outros companheiros, estavam escondidos numa plantação de arroz. Assim também ali se escondiam vietcongues. 

E passaram a travar um acirrado tiroteio. De repente, por um estreito caminho que dividia um campo do outro, surgiu uma fila de seis monges, andando na mais perfeita paz, tranquilos e equilibrados, seguindo bem em direção à linha de fogo. 

Todos eles olhavam para a frente, de forma serena, como se não houvesse perigo algum. 

Naquele momento, algo estranho aconteceu com os soldados de ambos os lados. Ninguém sentiu vontade de atirar enquanto os monges passavam. 

E depois que eles saíram da linha de fogo, o calor da luta havia desaparecido. Naquele dia, ao menos, todos eles desistiram do combate. 

*   *   * 

Quando conseguirmos manter a paz inalterável, haveremos de nos sentir muito bem. 

Em nosso planeta se espalhará um odor de calma, um desinteresse pelas ações violentas. Haverá uma vontade de mudar e buscar outros valores. 

Em cada um haverá a recordação da inocência infantil e o amor brotará nas criaturas de forma espontânea. 

Certamente, até chegarmos lá, ainda teremos que conviver com a violência. 

Assim foi com Gandhi, que encontrou um jovem que lhe atirou em pleno peito, fanando-lhe a vida. Assim foi com Jesus, que sofreu a penalidade da crucificação. 

Mas, da mesma forma que eles permaneceram imperturbáveis na sua paz, influenciando-nos a pensar na paz, a desejá-la e conservá-la, assim nos devemos portar. 

É como se pudéssemos tornar a ouvir, repetidas vezes, a voz do Rabi Galileu a entoar o seu poema: 

E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo... Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. 

*   *   * 

Sejam os teus atos um reflexo da tua paz, que deves cultivar com os esforços de todo dia e os investimentos de toda hora.


Redação do Momento Espírita, com base em artigo da pág. 26, da Revista Presença Espírita, set/out.1997, ed. Leal.

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