terça-feira, 26 de junho de 2018

Os girassóis

Reflexao5
Você já viu um girassol? 

Trata-se de uma flor amarela, muito grande, que gira sempre em busca do sol. E é por essa razão que é, popularmente, chamada de girassol. 

Quando uma pequena e frágil semente dessa flor brota em meio a outras plantas, procura imediatamente a luz solar. 

É como se soubesse, instintivamente, que a claridade e o calor do sol lhe possibilitarão a vida. 

E o que aconteceria à flor se a colocássemos em uma redoma bem fechada e escura? 

Certamente, em pouco tempo, ela morreria. 

* * * 

Assim como os girassóis, nosso corpo físico também necessita da luz e do calor solar, da chuva e da brisa, para nos manter vivos. 

Mas não é só o corpo físico que precisa de cuidados para prosseguir firme. O Espírito igualmente necessita da Luz Divina para manter acesa a chama da esperança. 

Precisa do calor do afeto, da brisa da amizade, da chuva de bênçãos que vem do alto. 

Todavia, é necessário que façamos esforços para respirar o ar puro, acima das circunstâncias desagradáveis que nos envolvem. 

Muitos de nós permitimos que os vícios abafem a nossa vontade de buscar a luz, e definhamos dia a dia como uma planta mirrada e sem vida. 

Ou, então, nos deixamos enredar nos cipoais da preguiça e do desânimo e ficamos a reclamar da sorte, sem fazer esforços para sair da situação que nos desagrada. 

É preciso compreender os objetivos traçados por Deus para a elevação de Seus filhos, que somos todos nós. 

E para que possamos crescer, de acordo com os planos divinos, o Criador coloca à nossa disposição tudo o de que necessitamos. 

É o amparo da família, que nos oferece sustentação e segurança em todas as horas... 

A presença dos amigos nos momentos de alegria ou de tristeza a nos amparar os passos e a nos impulsionar para a frente. 

São as possibilidades de aprendizado, que surgem a cada instante da caminhada, tornando-nos mais esclarecidos e preparados para decidir qual o melhor caminho a tomar. 

Mas, o que acontece conosco quando nos fechamos na redoma escura da depressão ou da melancolia e assim permanecemos por vontade própria? 

É possível que, em pouco tempo, nossas forças esmoreçam e não nos permitam, sequer, gritar por socorro. 

Por essa razão, devemos entender que Deus tem um plano de felicidade para cada um de nós e que, para alcançá-lo, é preciso buscar os recursos disponíveis. 

É preciso imitar os girassóis. Buscar sempre a luz, mesmo que as trevas insistam em nos envolver. 

É preciso buscar o apoio da família, nos momentos em que nos sentimos fraquejar. 

É preciso rogar o socorro dos verdadeiros amigos quando sentimos as nossas forças enfraquecendo. 

É preciso, acima de tudo, buscar a Luz Divina que consola e esclarece, ampara e anima em todas as situações. 

* * * 

Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e o convite da depressão rondar-te a alma, imita os girassóis e busca respirar o ar puro, acima das circunstâncias desagradáveis. 

Quando as dificuldades e os problemas se fizerem insuportáveis, tentando sufocar-te a disposição para a luta, lembra-te dos girassóis e busca a Luz Divina através da oração sincera.


Redação do Momento Espírita utilizando pensamentos finais extraídos do texto do Momento Espírita Na barca do coração.

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Oficina de Sonhos: "... Não guarde mágoas, guarde lembranças; não chore lembranças, recorde alegrias; não viva do passado, aproveite o presente; não fuja do agora, prepare o amanhã; você pode, e deve, escolher o roteiro de sua vida; apague o que já passou e não retorna mais. Refaça o seu acervo de lembranças: as más, relegue ao esquecimento, às boas, dê ainda mais brilho..."
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quarta-feira, 20 de junho de 2018

A paz em você

#paz
A palavra paz costuma estar nos discursos de todas as pessoas.

Seja o político influente, o religioso, a mãe de família, o patrão ou o empregado, todos afirmam desejar a paz.

Contudo, é comum a percepção de que a paz é algo que se produz no exterior e por obra de outros.

Deseja-se a paz à custa de atos alheios.

Se ela não se faz presente, entende-se que a culpa é de terceiros.

Culpa-se o governo pelos estrépitos das ruas.

Culpam-se os políticos pela cultura de desonestidade que prejudica a tranquilidade.

Sempre são os outros os responsáveis.

Entretanto, toda realização legítima e duradoura sempre começa no indivíduo.

As ideias surgem nas mentes de alguns, alastram-se, convertem-se em atos e, gradualmente, tomam corpo no meio social.

Toda conquista positiva perfaz esse caminho para se converter de ideia de poucos em realidade de muitos.

Com a paz não pode ser diferente.

Mas, em relação a ela, ainda há uma peculiaridade.

A genuína pacificação se opera no íntimo do ser.

O exterior tumultuado pode constituir um desafio à preservação da harmonia interior.

Ocorre que o silêncio do mundo não induz à paz interna.

Em geral, quem tem a consciência pesada busca se agitar bastante, a fim de não se deter na própria realidade.

Como algo interno, a paz legítima é uma construção pessoal e intransferível.

Ninguém se pacifica à custa do semelhante.

Um ser iluminado pode dar exemplos, conselhos e lições.

Contudo, pacificar-se é um processo de dignificação, que só o próprio interessado pode realizar.

Ele pressupõe a compreensão de que atos indignos sempre têm tristes consequências.

Ninguém adquire plenitude interior sem agir com dignidade e sem dominar seus pensamentos e sentimentos.

A entrega ao crepitar das paixões apenas complica a existência.

Os gozos mundanos são momentâneos, ao passo que a lembrança do que se fez dura bastante.

Não há como viver em paz e desfrutar de vantagens indevidas, prejudicar os semelhantes e fazer o que a consciência reprova.

O requisito básico da paz é a tranquilidade de consciência.

Para isso, é preciso tornar-se senhor da própria vontade.

Hábitos de longa data não somem em um repente.

Enquanto eles são dominados, a vontade precisa ser firme.

Para não viver torturado por desejos ilícitos, também se impõe deter o olhar no que de belo há no mundo.

Sem angústia, mas com a firme intenção de corrigir-se aos poucos, direcionar a própria atenção e o próprio querer para atividades dignas.

Devagar, surge o prazer de ser trabalhador, digno e bondoso.

Como resultado, faz-se a paz no íntimo do ser.

Pense nisso.


Redação do Momento Espírita.
Em 20.4.2015.

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Blog com os mais belos pensamentos e frases da Internet.
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claro meu bem,ti amo bj.bj,bj, querido papai
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Hoje vou te indicar uma página que eu sou LOUCAMENTE APAIXONADA . Gente é sério, sabe aquelas frases que você necessita e deseja ler...
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Snoopy Boa noite linda!
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"No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir. Édouard Rod"
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terça-feira, 19 de junho de 2018

O gato e a meditação

Um grande mestre religioso, responsável por um dos mais importantes mosteiros de sua região, tinha um gato que era sua verdadeira paixão na vida. Assim, durante as aulas de meditação, mantinha o gato ao seu lado para desfrutar o máximo possível de sua companhia.

Certa manhã, o mestre – que já estava bastante idoso – apareceu morto. O discípulo mais graduado ocupou seu lugar.

Os monges começaram a pensar no que fariam com o gato. Então, numa homenagem à lembrança de seu antigo instrutor, o novo mestre decidiu permitir que o gato continuasse frequentando as aulas.

Alguns discípulos dos mosteiros vizinhos, que viajavam muito pela região, descobriram que, num dos mais afamados templos do local, um gato participava das meditações. A história começou a correr.

Muitos anos se passaram. O gato morreu, mas os alunos do mosteiro estavam tão acostumados com aquela presença que arranjaram outro gato.

Enquanto isso, os outros templos começaram a introduzir gatos em suas meditações: acreditavam que o gato era o verdadeiro responsável pela fama e qualidade do ensino daquele mestre que já havia partido, e esqueciam-se de que o antigo mestre era um excelente instrutor.

Uma geração se passou. E começaram a surgir tratados técnicos sobre a importância do gato nas meditações propostas por aquela doutrina.

Um professor universitário desenvolveu a tese - aceita pela comunidade acadêmica – de que o felino tinha a capacidade de aumentar a concentração humana e eliminar as energias negativas.

E assim, durante um século, o gato foi considerado parte essencial no estudo daqueles princípios religiosos naquela região.

Até que apareceu um mestre que tinha alergia a pelos de animais domésticos e resolveu tirar o gato de suas práticas diárias com os alunos.

Houve uma grande reação negativa, mas o mestre insistiu na decisão. Como era um excelente instrutor, os alunos continuaram com o mesmo rendimento escolar, apesar da ausência do gato.

Pouco a pouco, os mosteiros – sempre em busca de ideias novas, e já cansados de alimentar tantos gatos – foram retirando os animais das aulas.

Em vinte anos, surgiram novas teses revolucionárias com títulos convincentes como: A importância da meditação sem o gato.

Mais um século se passou, e o gato saiu por completo do ritual de meditação naquela região. Mas, foram precisos duzentos anos para que tudo voltasse ao normal, desde que nunca alguém havia se perguntado, durante todo esse tempo, o porquê do gato estar ali.

Um escritor, que depois de séculos tomou conhecimento dessa história, deixou registrado em seu diário a seguinte observação:

E quantos de nós, em nossas vidas, ousam perguntar: por que tenho de agir desta forma?

Até que ponto, naquilo que fazemos, estamos usando coisas ou ações inúteis, que não temos a coragem de eliminar ou questionar, porque nos disseram que essas coisas ou ações eram importantes para que tudo funcionasse bem?

*   *   *

Há muito a refletir com esta narrativa.

Lembremos de nossas manias, rituais, de nossas crenças arraigadas que nunca foram por nós questionadas, e pensemos se não são como o gato da história.

O homem novo precisa rever tudo aquilo em que acredita, e permitir que a razão lhe ilumine os passos, deixando as sombras da ignorância para trás.



Redação do Momento Espírita, com base no cap. A importância do gato na meditação, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 7.12.2013.

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