terça-feira, 30 de agosto de 2016

Vítimas de nós mesmos

Reflexao29
Quantas pessoas do nosso convívio conseguem nos tirar do sério? Quantas pessoas que conhecemos, conseguem nos fazer perder a paciência?

Frequentemente usamos dessas expressões para justificar nossa descompostura ou desequilíbrio, ao culpar fulano ou beltrano.

Agora nos resta perguntar por que alguém consegue fazer-nos perder a paciência, ou por que alguém é capaz de provocar uma mudança em nossa atitude.

E esses nossos descontroles cotidianos acontecem em qualquer ambiente. Algumas vezes na família, outras tantas no trabalho. Ou, ainda, nas corriqueiras relações sociais.

E sempre estamos a justificar que a culpa é de alguém. Sempre estamos prontos a explicar que se não fosse essa ou aquela pessoa agir desta ou daquela forma, nada disso aconteceria.

Colocamos a culpa do descontrole em alguém, em algo e, ao nos tornarmos vítimas da situação, nada nos resta a fazer, pois afinal, o problema está nos outros e não em nós.

Mas, será que somos apenas reféns das situações, e realmente nada podemos fazer a não ser reagir a elas?

Lembremo-nos da última contenda, da última discussão na qual nos envolvemos. Nada poderíamos ter feito para evitá-la? Nada estava ao nosso alcance para que a situação fosse minimizada?

Recordemo-nos do nosso último desentendimento familiar. Será que a maneira como agimos e nos comportamos realmente era a única possível?

Ao fazermos essa breve análise, claro fica que poderíamos ter tido outras atitudes.

Poderíamos nos calar em algum momento, ao invés de soltar a palavra ácida e corrosiva. Poderíamos buscar o entendimento ao invés da provocação. Poderíamos suavizar o tom de voz ao invés dos arroubos no falar.

Porém, se optamos por agir de outras maneiras, não foi culpa de ninguém, nem de situação nenhuma. Foi apenas uma opção pessoal.

Poderíamos ter pensado antes de falar, refletido antes de agir, mas preferimos a reação à ação. Enquanto a reação é irrefletida e calca-se nos instintos, a ação é atitude pensada e amadurecida na reflexão.

Desta forma, ao dizer que perdemos a paciência, ao constatar que saímos do sério, somos responsáveis por essas atitudes. E, apenas vítimas de nós mesmos.

Jamais poderemos justificar que alguém nos faz perder a paciência. Ao contrário, somos nós que não temos a paciência suficiente para a situação que se apresenta.

Ou ainda, de maneira nenhuma poderemos acreditar que algo ou alguém nos faz sair do sério, nos faz perder a compostura.

A atitude tomada é sempre uma opção de cada um que, perante tal ou qual situação, não consegue ou não quer comportar-se de maneira mais digna ou melhor.

Assim, não mais nos permitamos ser vítima de nossas próprias atitudes ou reações.

Reflitamos antes do agir, pensemos mais detidamente antes de falar e, acima de tudo, compreendamos que todas as nossas relações sociais, por mais difíceis que nos pareçam, são lições abençoadas no aprendizado do amor ao próximo.


Redação do Momento Espírita.
Em 22.11.2010.

Tarde21

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Para refletir!...

Permaneça firme.

Procure atenuar o sofrimento e o desequilíbrio alheios. Faça todo possível neste sentido.

Mas reguarde-se. Procure compreender o outro sem se desequilibrar.

Participar da dor alheia é ato de serenidade e amor. Desequilibrar-se revela fraqueza e abre o coração ao sofrimento.

Veja tudo com amor.

Resista à influência.

Equilibrar o sentimento é saber enfrentar as adversidades da vida.

(Lourival Lopes)

Reflexao31
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Um ótimo dia!!!

domingo, 28 de agosto de 2016

Progredir

Vês em ti novos tempos?

Para que novos tempos de paz, alegria e prosperidade vinguem, trabalha contigo mesmo, usa boas ideias, apara defeitos e corrige erros.

Faze nascer o sol interior.

O exterior - que tu vês, segues, e sobre o qual ages - nada mais é do que o reflexo do teu interior, pois, como pensas, assim ele é.

Usa o poder que tens.

Agora, é o momento de fazer os projetos de elevação, prosperidade e paz maior. É a hora de olhar para dentro e enxergar ali uma luz, uma força e vigorosas condições de progresso.

Para se embelezarem, as árvores trocam as folhas, e as pessoas, as ideias.

(Lourival Lopes)

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sábado, 27 de agosto de 2016

O peso dos vícios

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A sociedade é, em essência, heterogênea.

As pessoas possuem valores e personalidades os mais variados.

Justamente por isso a vida é repleta de embates.

Não é muito simples a vivência harmônica entre seres com visões distintas do mundo.

O convívio pacífico com o diferente pressupõe maturidade espiritual.

Essa maturidade revela-se das mais diferentes e inusitadas formas.

Ela é demonstrada por quem silencia em face de uma ofensa.

Afinal, o ofensor muitas vezes acredita estar agindo de modo correto.

A maturidade também se faz presente quando uma pessoa releva os equívocos de outra.

Em suma, a maturidade espiritual de alguém evidencia-se pelo seu nível de tolerância e compaixão.

O convívio forçado com criaturas de diferentes hábitos possui o condão de desenvolver essas virtudes.

Como é cansativo viver em estado de beligerância, as pessoas gradualmente vão aprendendo a ceder, em nome da própria paz.

Por ser a terra uma escola, somos naturalmente colocados no ambiente mais propício para corrigirmos nossas deficiências.

Do mesmo modo, as lições que nela recebemos guardam relação com nossa necessidade de aprendizado.

Assim, quanto mais defeitos tivermos, tanto mais dificuldades enfrentaremos.

Na verdade, todo vício sempre carrega consigo o sofrimento.

Tome-se por exemplo o orgulho.

Em face da mesma situação vexatória, alguém humilde não experimenta qualquer desconforto, ao passo que um orgulhoso sofre grande tortura moral.

Conclui-se que, quanto maior o orgulho, maior será a ofensa.

E quanto maior a ofensa, maior será o sofrimento.

O mesmo ocorre com a vaidade.

A criatura vaidosa acredita que o mundo lhe deve deferências.

Ela espera ser distinguida em todos os setores de sua vida.

Como isso nem sempre se dá, sofre intensamente com o que considera uma injustiça.

Caso fosse mais simples e despretenciosa, não experimentaria esse desconforto.

As fissuras morais tornam o viver muito pesado.

Perceba-se a energia que o vaidoso e o orgulhoso desperdiçam cuidando para que a própria importância não passe despercebida aos demais.

A simples pretensão desmedida dessa importância já infelicita a criatura e é um peso a ser suportado.

Imagine-se o quanto inevitavelmente sofre alguém muito vaidoso ou orgulhoso.

Isso ocorre com todos os vícios e paixões.

A ganância constitui uma tortura que dificulta o desfrute do que já se possui e muitas vezes é suficiente.

O ciúme também torna a vida penosa, por fomentar a desconfiança e a discórdia.

Repetindo, todo vício carrega consigo o sofrimento.

Como os homens desejam a felicidade, gradualmente eles despertam para a necessidade de burilarem a si mesmos.

Reflita sobre isso e assuma a responsabilidade por seu bem-estar.

Analise o quanto você sofre gratuitamente, em suas relações.

Pense que as circunstâncias que o rodeiam destinam-se a torná-lo melhor.

Conscientize-se dessa realidade e torne-se tolerante com os diferentes.

Desenvolva retidão, pureza e simplicidade e a vida lhe será bem mais fácil.



Equipe de Redação do Momento Espírita.



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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Onde Deus ocultou a felicidade


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Uma das coisas que mais o homem busca é a felicidade. E o que mais se ouve as criaturas afirmarem é que são infelizes.

Esse é infeliz porque não tem dinheiro. Outro, porque lhe falta saúde, outro ainda, porque o amor partiu. Ou nem chegou.

Um reclama da solidão. Outro, da família numerosa que o atormenta com mil problemas.

Um terceiro aponta o excesso de trabalho. Aquele outro, reclama da falta dele.

Alguém ama a chuva, o vento e o frio. Outro lamenta a estação invernosa que não lhe permite o gozo da praia, dos gelados e do calor do sol.

Em todo esse panorama, o homem continua em busca da felicidade. Afinal, onde será que Deus ocultou a felicidade?

Soberanamente sábio, Deus não colocou a felicidade no gozo dos prazeres carnais. Isso porque uma criatura precisa de outra criatura para atingir a sua plenitude.

Assim, quem vivesse só pelos roteiros da terra, não poderia encontrar a felicidade.

Amoroso e bom, o Pai também não colocou a felicidade na beleza do corpo. Porque ela é efêmera. Os anos passam, as estações se sucedem e a beleza física toma outra feição.

A pele aveludada, sem rugas, sem manchas, não resiste ao tempo. E os conceitos de beleza se modificam no suceder das gerações. O que ontem era exaltado, hoje não merece aplausos.

Também não a colocou na conquista dos louros humanos, porque tudo isso é igualmente transitório.

Os troféus hoje conquistados, amanhã passarão a outras mãos, mostrando a instabilidade dos julgamentos e dos conceitos humanos.

Igualmente, Deus não colocou a felicidade na saúde do corpo, que hoje se apresenta e amanhã se ausenta.

Enfim, Deus, perfeito em todas as suas qualidades, não colocou a felicidade em nada que dependesse de outra pessoa, de alguma coisa externa, de um tempo ou de um lugar.

Estabeleceu, sim, que a felicidade depende exclusivamente de cada criatura. Brota da sua intimidade. Depende de seu interior.

Como ensinou o extraordinário Mestre Galileu: "o reino dos céus está dentro de vós."

Por isso, se faz viável a felicidade na terra. Goza-a o ser que não coloca condicionantes externas para a sua conquista.

É feliz porque ama alguém, mesmo que esse alguém não o ame. É feliz porque pode auxiliar a outrem, mesmo que não seja reconhecido.

É feliz porque tem consciência de sua condição de filho de Deus, imortal, herdeiro do universo.

Não se atém a picuinhas, porque tem os olhos fixos nas estrelas, nos planetas que brilham no infinito.

Se tem família, é feliz porque tem pessoas para amar, guardar, amparar.

Se não a tem, ama a quem se apresente carente e desamparado.

Se tem saúde, utiliza os seus dias para construir o bem. Se a doença se apresenta, agradece a oportunidade do aprendizado.

Nada de fora o perturba. Se as pessoas não o entendem, prossegue na sua lida, consciente de que cada qual tem direito a suas próprias idéias.

Se tem um teto, é feliz por poder abrigar a outro irmão, receber amigos. Se não o tem, vive com a dignidade de quem está consciente de que nada, em verdade, nos pertence.

Enfim, o homem feliz é aquele que sabe que a terra é somente um lugar de passagem.

Que sabe que veio de lugares distantes para cá e que, cessado o tempo, retornará a outras paragens, lares de conforto e escolas de luz.

Moradas do Pai, nesse infinito universo de Deus.


A verdadeira felicidade reside na conquista dos tesouros imperecíveis da alma.


Equipe de Redação do Momento Espírita com base em palestra proferida por Sandra Della Polla, na FEP, em 9.5.2004, intitulada Em busca da felicidade.

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Mensagem para refletir!...


Melhore seu interior.

É no interior que você elabora as fórmulas de paz ou intranquilidade, coragem ou medo, sucesso ou insucesso, como num verdadeiro laboratório.

Leve só o que é bom para o seu íntimo e tome a decisão de alcançar a paz, de chegar ao sucesso pelos pensamentos otimistas e ações de concreta valia.

Não jogue para dentro os pensamentos negativos, que são lixo, veneno e ácido, levando-o a não aceitar os acontecimentos, a julgar-se uma vítima, um incapaz ou a crer que vive num mundo inimigo.

No laboratório interior, o cientista responsável é você.

(Lourival Lopes)
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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Um ângulo especial

Era uma manhã de um dia de semana, desses de céu aberto e muito sol. 

Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho. 

Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos últimos lugares, bem ao fundo. 

Ali se pôs a fazer a sua oração cheia de vida, dialogando com Jesus. Ouviu, então, em meio ao silêncio, a voz de alguém, cuja presença não tinha percebido: "escute, venha aqui. Venha ver a rosa." 

Ele olhou para os lados, para frente, e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez: "Venha ver a rosa." 

Embora sem entender, ele se dirigiu até a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa. 

Parou e começou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: "venha ver a rosa." 

Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita. 

Mas o homem não se conformou e tornou a dizer: "Não, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa." 

Diante da insistência, o trabalhador ficou um tanto perturbado. 

Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com ele com aquele convite? Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? 

Finalmente, venceu as próprias resistências, e se sentou ao lado do homem. 

"Veja agora a rosa", falou feliz o maltrapilho. 

De fato, era um espetáculo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele ângulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-íris. 

Dali podia-se perceber um raio de luz do sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-íris. 

E o trabalhador, extasiado, exclamou: é a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-íris. 

Mas, se eu não tivesse me sentado onde estou, se não tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espetáculo tão maravilhoso. 
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É preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso. 

O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocar de nosso comodismo, de romper com preconceitos, para ver a pessoa do outro de modo diferente e novo. 

Há uma rosa escondida em toda pessoa que não estamos sendo capazes de enxergar. 

Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diferente. 

Realizemos esta experiência, hoje, em nossas vidas. 

Procuremos aceitar que podemos ver um colorido diferente onde, para nós, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.


Texto elaborado pela equipe de redação do momento espírita, a partir de texto recebido pela Internet, sem alusão a autor

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