quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O Gato e a Meditação

Quinta-feira Imagem 3
Um grande mestre religioso, responsável por um dos mais importantes mosteiros de sua região, tinha um gato que era sua verdadeira paixão na vida. Assim, durante as aulas de meditação, mantinha o gato ao seu lado para desfrutar o máximo possível de sua companhia.

Certa manhã, o mestre – que já estava bastante idoso – apareceu morto. O discípulo mais graduado ocupou seu lugar.

Os monges começaram a pensar no que fariam com o gato. Então, numa homenagem à lembrança de seu antigo instrutor, o novo mestre decidiu permitir que o gato continuasse frequentando as aulas.

Alguns discípulos dos mosteiros vizinhos, que viajavam muito pela região, descobriram que, num dos mais afamados templos do local, um gato participava das meditações. A história começou a correr.

Muitos anos se passaram. O gato morreu, mas os alunos do mosteiro estavam tão acostumados com aquela presença que arranjaram outro gato.

Enquanto isso, os outros templos começaram a introduzir gatos em suas meditações: acreditavam que o gato era o verdadeiro responsável pela fama e qualidade do ensino daquele mestre que já havia partido, e esqueciam-se de que o antigo mestre era um excelente instrutor.

Uma geração se passou. E começaram a surgir tratados técnicos sobre a importância do gato nas meditações propostas por aquela doutrina.

Um professor universitário desenvolveu a tese - aceita pela comunidade acadêmica – de que o felino tinha a capacidade de aumentar a concentração humana e eliminar as energias negativas.

E assim, durante um século, o gato foi considerado parte essencial no estudo daqueles princípios religiosos naquela região.

Até que apareceu um mestre que tinha alergia a pelos de animais domésticos e resolveu tirar o gato de suas práticas diárias com os alunos.

Houve uma grande reação negativa, mas o mestre insistiu na decisão. Como era um excelente instrutor, os alunos continuaram com o mesmo rendimento escolar, apesar da ausência do gato.

Pouco a pouco, os mosteiros – sempre em busca de ideias novas, e já cansados de alimentar tantos gatos – foram retirando os animais das aulas.

Em vinte anos, surgiram novas teses revolucionárias com títulos convincentes como: A importância da meditação sem o gato.

Mais um século se passou, e o gato saiu por completo do ritual de meditação naquela região. Mas, foram precisos duzentos anos para que tudo voltasse ao normal, desde que nunca alguém havia se perguntado, durante todo esse tempo, o porquê do gato estar ali.
Um escritor, que depois de séculos tomou conhecimento dessa história, deixou registrado em seu diário a seguinte observação: e quantos de nós, em nossas vidas, ousam perguntar: por que tenho de agir desta forma?

Até que ponto, naquilo que fazemos, estamos usando coisas ou ações inúteis, que não temos a coragem de eliminar ou questionar, porque nos disseram que essas coisas ou ações eram importantes para que tudo funcionasse bem?

*   *   *

Há muito a refletir com esta narrativa.

Lembremos de nossas manias, rituais, de nossas crenças arraigadas que nunca foram por nós questionadas, e pensemos se não são como o gato da história.

O homem novo precisa rever tudo aquilo em que acredita, e permitir que a razão lhe ilumine os passos, deixando as sombras da ignorância para trás.
 

Redação do Momento Espírita, com base no cap. A importância do gato na meditação, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 7.12.2013.


Gif de gato

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O que a Vida está Tentando me Ensinar


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A oportunidade que se perdeu é o título de um artigo do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, publicado em um periódico de grande circulação nacional.

O ensaio versa sobre como está o mundo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e apresenta uma visão muito interessante que se inicia através das seguintes palavras:

As mortes, a dor, o medo e o luto não esgotam o assunto. Não bastasse isso, não bastasse a barbárie levada a limites impensáveis, o 11 de setembro deixou outro legado desastroso: o da oportunidade perdida.

No dia 12 de setembro de 2001, junto com o pânico, com o choro, com os trabalhos de resgate entre os escombros das torres gêmeas e a busca de culpados, misturada a esses elementos, raiava uma esperança.

Aquele terrível evento poderia ser o ponto de partida para um mundo mais amigo.

Era hora de agir em favor de um mundo menos conflitante e menos injusto. De congregar as nações em busca de soluções que tornassem o planeta Terra um lugar menos perigoso de se viver.

E assim o autor continua, lembrando, depois, tudo que poderia já estar diferente no mundo e ainda não está, por muitos líderes não terem percebido que uma grande oportunidade estava sendo concedida ao mundo.

A de recomeçar.

E como toda a transformação do mundo passa primeiro pela nossa própria, esta é uma lição que podemos aplicar também em nossas vidas, através de uma visão diferente sobre o sofrimento que nos alcança.

Toda dor que surge em nossa vida é uma oportunidade grandiosa que recebemos. A oportunidade de amadurecer, de crescer, de reescrever nossas histórias, de recomeçar.

Imaginemos a vida nos dizendo: Pare um pouco, pense, reflita, recomece...

Um acontecimento desagradável; um flagelo destruidor; uma enfermidade; a partida de alguém; são chances que a vida nos dá para aprendermos lições preciosas.

Aquele de nós que tivesse o equilíbrio de perguntar: O que a vida está tentando me ensinar? - quando atingido por qualquer tipo de sofrimento, e conseguisse perceber as razões profundas dessas experiências, passaria a viver sem medos.

E com uma consciência espiritual fabulosa sobre as coisas deste mundo.

A todo momento a existência está nos guiando sem percebermos.

A todo instante a vida ensina.

Constantemente a vida fala conosco, nos mostra caminhos, respostas, consequências.

Cabe-nos desenvolver a habilidade de escutar, de perceber em todos os níveis. Do sensorial, passando pelo racional, até o intuitivo, o que nos está sendo ministrado.

A revolta, a indignação e a vingança apenas complicam qualquer problema, enquanto a compreensão e resignação colocam-nos no caminho de resolvê-lo por completo.

Francisco de Assis sempre se referia à dor como sua irmãzinha querida, porque sabia do seu poder e utilidade.

Paulo de Tarso se referia, em suas cartas, aos aguilhões que o machucavam e o faziam sofrer.

Como Francisco de Assis, ele também entendia sua dor, e dizia, inspirado:

Transbordo de júbilo no meio de todas as minhas atribulações.    



*  *  *

A vida nos oferece oportunidades constantemente.

Será extremamente sábio aquele que conseguir perceber esses convites, essas lições, e extrair delas as forças para as mudanças necessárias.

Faça este exercício toda vez que um momento de crise se apresentar.

Troque a reclamação, a indignação e o desapontamento pelo questionamento:

O que a vida está tentando me ensinar?



Redação do Momento Espírita com base em artigo de Roberto Pompeu de Toledo, publicado na revista Veja, de 18 de setembro de 2002; no artigo O significado do sofrimento, de Sergito de Souza Cavalcanti e no cap. 7, versículo 4 da II Epístola aos Coríntios, de Paulo de Tarso.
Em 5.7.2013.

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Gif pessoas
Na escola, você recebe a lição e depois faz a prova. Na vida, você faz a prova e depois recebe a lição!
(D.A.)

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Uma feliz e 
abençoada noite!!!


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Dilemas Morais

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Nossa sociedade vive uma crise de valores. 

Há notícias de corrupção nos mais variados setores. 

Entre a tentação e o dever, a primeira tem prevalecido. 

Esse clima pode gerar descrença no futuro. 

Contudo, uma pequena retrospectiva histórica auxilia a manter a esperança. 

Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores. 

Há pouco tempo eram admitidas práticas hoje amplamente repudiadas. 

Por exemplo, a escravidão, a prisão por dívidas e o assassinato como forma de defesa da honra. 

A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civilização. 

Por certo, um padrão ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas. 

A honestidade ainda é uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem. 

Se há a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem. 

E tal se dá nos mais variados planos da existência humana. 

São comuns condutas sexuais desequilibradas, traições conjugais e profissionais, fofocas e trapaças. 

As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na crença de que assim agem na conquista da felicidade. 

Ocorre que não há felicidade sem paz e nem paz sem consciência tranquila. 

A tranquilidade da consciência, por sua vez, pressupõe o dever bem cumprido. 

Consequentemente, traições, mentiras, preguiça e desonestidade não trazem felicidade para ninguém. 

Muitos se perguntam a razão pela qual os anseios do coração tão frequentemente conflitam com o dever. 

É como se a vida negasse deliberadamente o que a criatura considera o ideal para ser feliz. 

O Espiritismo ajuda a entender esse aparente conflito. 

Ele ensina que os espíritos encarnam infinitas vezes, com o propósito de se aperfeiçoarem. 

Todos se destinam à mais completa felicidade. 

Na plenitude de sua evolução, serão anjos, plenos de amor e sabedoria. 

No princípio, são grandemente guiados pelos instintos. 

Mas de forma gradual desenvolvem a razão e conduzem-se por ela. 

Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equívocos e desenvolvem outros tantos vícios. 

Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais não mais se justificam. 

A consciência despertada para realidades superiores clama por corrigenda. 

No plano espiritual, entre as existências terrenas, o Espírito contempla sua situação. 

Verifica quais vícios e equívocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide superá-los. 

Então, programa para si uma existência terrena com o intuito de melhorar-se. 

Assume compromissos de trabalho, voltados à sua reforma pessoal. 

Aceita como parentes Espíritos com quem tenha problemas para resolver. 

Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se. 

É por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paixões. 

De um lado há o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equívocos. 

De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal. 

Se você deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tentação e o dever. 

Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna possível, mesmo que penosa. 

O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertarão do passado e o habilitarão a vivências sublimes. 

Ao passo que ceder às tentações implicará a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunstâncias mais árduas. 

Pense nisso.


Equipe de Redação do Momento Espírita.



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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Higiene Mental


Toda vez que pensamos algo, um sentimento correspondente àquela ideia se apresenta.

A higiene mental se faz através da reflexão sobre os tipos de pensamentos que estamos tendo e quais os sentimentos que eles despertam em nós: de alegria, paz e tranquilidade ou de raiva, contrariedade e ciúme.

A análise diária do conteúdo, com o qual preenchemos a nossa mente, é de extrema importância para a nossa saúde física, mental e espiritual.

Ao identificar o pensamento como energia que emite vibrações, se exterioriza e sintoniza com outros do mesmo teor, entendemos o quanto somos capazes de influenciar o nosso semelhante e os ambientes.

Recebemos de modo direto e permanente as vibrações dos pensamentos que emitimos. Nosso ser impregna-se, pouco a pouco, das qualidades dessas vibrações, sejam elas boas ou más.

Por essa razão, nos sentimos bem quando nos aproximamos de pessoas que se habituam a manter a mente elevada, nutrida de bons sentimentos.

Se mantemos com frequência ideias inspiradas por maus desejos, vamos acumulando a energia emitida por elas, podendo ocasionar desordens físicas e até doenças.

Num movimento contrário, podemos direcionar a mente no sentido da superação e cura de enfermidades. Ela atua modificando a nossa natureza íntima.

É com frequência que vemos pessoas acometidas de doenças graves que apresentam uma recuperação surpreendente, pois mantêm uma atitude mental muito positiva e voltada para o bem.

Assim, de acordo com a nossa vontade, podemos fazer em nós luz ou sombra.

Os ambientes também são influenciados pela projeção dos pensamentos de cada um e ficam impregnados das qualidades boas ou más. Assim se explicam os efeitos que se produzem em lugares de reunião.

Toda assembleia é um foco de irradiação de vários pensamentos. Se o conjunto é harmonioso, com certeza irá causar uma impressão agradável e boas sensações.

Por isso nos sentimos bem ao adentrarmos em templos religiosos, onde é constante a comunhão com Deus. Também em lares em que as pessoas que ali vivem prezam o amor, a harmonia e a paz.

É pelo mesmo mecanismo que, por vezes, nos sentimos desconfortáveis em ambientes onde predominam conversas desagradáveis e insignificantes. Ou onde as pessoas estão sob o efeito de bebidas alcoólicas.  

Carregamos o remédio aplicável a essas situações. O pensamento salutar, a prece sincera, o silêncio ou a palavra edificante são fontes permanentes à nossa disposição.

Usando esses recursos, podemos modificar o ambiente em que estamos, influenciando-o com a pureza dos sentimentos.

Evitemos então as palavras vãs, as discussões e as leituras frívolas.

Aprendamos a fiscalizar os nossos pensamentos, a discipliná-los, a imprimir-lhes uma direção determinada, um fim nobre e digno.

Somos o que pensamos, pois é o pensamento que gera nossas palavras e nossas atitudes. Com ele construímos, dia a dia, o presente e o futuro.



Redação do Momento Espírita, com base no cap. XXIV, do livro O problema do ser, do destino e da dor,  de Léon Denis, ed. Feb e no cap. XIV, do livro A gênese, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 08.02.2012.


Gif de abelha

domingo, 21 de fevereiro de 2016

O Sol e o Vento

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O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte. 

O vento disse: 

- Provarei que sou o mais forte. Vê aquela mulher que vem lá embaixo com um lenço azul no pescoço? 

Aposto como posso fazer com que ela tire o lenço mais depressa do que você. 

O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem. 

O vento começou a soprar até quase se tornar um furacão, mas quanto  mais ele soprava, mais a mulher segurava o lenço junto a si. 

Finalmente, o vento acalmou-se e desistiu de soprar. 

Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para a mulher. 

Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço. 

O sol disse então ao vento: 

- Lembre-se disso: 

"A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força."

(D.A.)

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Ótima noite!!!

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Invernos Existenciais






Por mais bela e florida que seja a primavera, o verão sempre pede passagem e traz consigo os dias quentes.

E mesmo que desejemos reter os dias ensolarados e agradáveis, aproxima-se o outono e, como que obedecendo a um chamado superior, instala-se, silencioso e decidido...

Depois de um lindo espetáculo de cores, as folhas caem, vencidas, transformando a paisagem... E o outono também parte...

Soberano, logo aparece o inverno e se faz sentir das mais variadas formas, com seus dias frios e cinzentos.

Passa o tempo e outra vez o espetáculo colorido de folhas e flores anunciam que a primavera está de volta...

E é assim que os ciclos das estações se repetem e trazem oportunidades de aprendizado para todos os seres vivos.

Semelhante às estações, o nosso viver também tem primaveras, verões, outonos e invernos...

Mas nem sempre percebemos as lições que cada estação enseja, e nos desesperamos diante dos dias frios e cinzentos dos invernos existenciais.

A primavera é agradável, não há dúvida. Flores e perfumes tornam nossos dias mais alegres.

No entanto, se as flores surgem na primavera, é no inverno que acumulam as horas de frio necessárias para fazer brotar a gema floral com o choque térmico no início da nova estação.

Sim! Se não fosse o frio não teríamos alguns tipos de flores e frutos.

O frio "quebra" a dormência das gemas que originarão a folhagem e os frutos na primavera, quando folhas e flores enfeitam a paisagem.

É assim que nós também podemos utilizar os invernos existenciais para favorecer a floração das virtudes que embelezam a nossa vida e nos trazem alegria...

Para as plantas, a escassez de umidade, o frio e a baixa luminosidade, ocasionadas pelo inverno, são qual jardineiro que desperta a vida adormecida em sua intimidade.

É assim que árvores e plantas perdem galhos e folhas, mas garantem floradas em todas as primaveras...

Por vezes, os seres humanos também passam pelos invernos existenciais e perdem temporariamente a exuberância. Sentem-se como uma árvore desfolhada, sem flor nem perfume...

Mas que importa se a vida que pulsa, além das aparências, está se preparando para produzir flores mais belas e perfumadas nas primaveras vindouras?

Geralmente são os dias mais difíceis que acordam em nós as sementes adormecidas da esperança...

Não há dúvida de que os dias ensolarados e alegres são encantadores, mas são os dias difíceis que mais desafiam as nossas potencialidades e quebram a concha da nossa acomodação...

O sofrimento que nos fustiga a alma é abençoado aguilhão que nos faz despertar para os valores reais da vida.

Assim, diante dos açoites do inverno, pense nas preciosas lições da natureza.

Observe as árvores desfolhadas, quais esqueletos nus na paisagem cinzenta e sem brilho, mas em pé... Firmes e cheias de esperança.

Suportam os ventos, a chuva, o frio e a falta de luz, mas conservam a seiva da vida na intimidade...

Instintivamente aguardam o retorno da primavera que, com sua brisa morna, vem acariciar as flores e fazê-las frutificar...


*   *   *

Aproveite os dias ensolarados para armazenar o vigor que lhe sustentará nos invernos existenciais...

E quando os dias escuros surgirem na sua vida, não permita que a tristeza lhe roube a esperança de ver surgir, outra vez, a primavera...

Lembre-se que mesmo nos dias nublados, o sol está sempre à espreita, esperando sua vez de brilhar e espalhar vida por sobre toda a natureza...



Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.





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Boa Noite Imagem 2
 Gif de gatinho




sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A diferença entre Força e Coragem

Boa Tarde Imagem 7

É preciso ter força para ser firme,
mas é preciso coragem para ser gentil.

É preciso ter força para se defender,
mas é preciso coragem para baixar a guarda.

É preciso ter força para ganhar uma guerra,
mas é preciso coragem para se render.

É preciso ter força para estar certo,
mas é preciso coragem para ter dúvida.

É preciso ter força para manter-se em forma,
mas é preciso coragem para ficar de pé.

É preciso ter força para sentir a dor de um amigo,
mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.

É preciso ter força para esconder os próprios males,
mas é preciso coragem para demonstrá-los.

É preciso ter força para suportar o abuso,
mas é preciso coragem para fazê-lo parar.

É preciso ter força para ficar sozinho,
mas é preciso coragem para pedir apoio.

É preciso ter força para amar,
mas é preciso coragem para ser amado.

É preciso ter força para sobreviver,
mas é preciso coragem para viver.

(D.A.)

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Gif de gato

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O hospital do Senhor





Uma pessoa que não estava se sentindo bem, há algum tempo, fez a seguinte declaração:
todo ano faço um check-up para avaliação de minhas condições de saúde. Um dia desses, resolvi fazer um exame diferente e fui a um hospital muito especial. O hospital do senhor.

Queixei-me de cansaço da vida, de dores nas juntas envelhecidas. Falei do coração descompassado pelas muitas preocupações e da carga de obrigações que me competem.

Logo que cheguei minha pressão foi medida e foi verificado que estava baixa de ternura. Recordei que há muito tempo não estou fazendo exercícios nessa área. Havia esquecido da necessidade de expressar carinho com gestos pequenos, mas muito importantes.

Quando foi tomada minha temperatura, o registro foi de quarenta graus de egoísmo. Então me lembrei de como estou guardando coisas e mais coisas, sem dar nada a ninguém, mesmo quando campanhas fazem apelos pela televisão, rádio, jornais.

Sempre achei que alguém daria o suficiente e que eu não precisava fazer nada.

Fiz um eletrocardiograma e o diagnóstico registrou que estou precisando de uma ponte de amor. As veias estão bloqueadas por não ter sido abastecido o coração vazio.

Ortopedicamente foi constatado que estou com dificuldade de andar ao lado de alguém. É que tenho preferido andar a sós. Caminho mais rápido, sem que ninguém me atrase.

Também foi observado que não consigo abraçar os irmãos por ter fraturado o braço, ao tropeçar na minha vaidade.

Nos olhos foi registrada miopia. Isto porque não consigo enxergar além das aparências.

Examinada a audição, reclamei que não estava ouvindo a voz do senhor e o diagnóstico foi de bloqueio em decorrência de uma enxurrada de palavras ocas do dia-a-dia.

A consulta não custou nada. Fui medicado e recebi alta. A receita que recebi foi para usar somente remédios naturais que se encontram no receituário do evangelho de Jesus Cristo.

Ao levantar, deverei tomar um chá de obrigado senhor para melhorar as questões referentes à gratidão. Ao entrar no trabalho, uma colher de bom dia amigo. De hora em hora, não posso me esquecer de tomar um comprimido de paciência, com meio copo de humildade.

Ao chegar em casa, será preciso tomar uma injeção de amor para melhorar a dificuldade de relacionamento familiar. Toda noite, antes de deitar, duas cápsulas de consciência tranquila para que eu tenha um sono reparador.

Foi-me dada a certeza de que se seguir à risca toda a prescrição médica, não ficarei doente e todos os meus dias serão de felicidade.

O tratamento tem também um caráter preventivo. Assim, somente deverei morrer, por morte natural e não antes do tempo determinado.

*    *    *

O Evangelho pode ser considerado como a própria voz do Cristo a falar aos corações, chamando, chamando e conduzindo.

O Evangelho corporifica na Terra a palavra de Jesus. É ele mesmo que se apresenta de retorno, tomando os filhos e filhas da dor em seus amorosos braços para os conduzir para a luz gloriosa da verdade.

Como há dois mil anos, Jesus prossegue, através do Evangelho, a estender a esperança e o amor sobre toda a Terra, para todos os corações.


Redação do Momento Espírita


 
 
Gif de ursinho
 
 
 
 
Gif Bom Dia

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Você é cenoura, ovo ou café?...

Quarta-feira Imagem 6

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis.


Ela não sabia mais o que fazer e queria desistir, estava cansada de lutar e combater, sem nenhum resultado.

Parecia que assim que um problema estava resolvido outro aparecia.

Seu pai um chefe de cozinha, levou-a ao seu local de trabalho. Ali encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.

Em uma colocou cenouras, em outra ovos e na ultima pó de café, deixou que tudo fervesse sem dizer uma palavra, só olhava e sorria para sua filha enquanto esperava. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

Cerca de vinte minutos depois, ele apagou o fogo tirou os ovos, a cenoura e o café e colocou em um recipiente, virou-se para a filha e perguntou:

- Querida o que vê?

- Ovos, cenouras e café – foi a resposta.

Ele a trouxe mais perto e pediu para experimenta-los.

Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias, o ovo endurecera e o café tinha um gosto delicioso.

Surpreendida e intrigada ela perguntou:

- O que isso significa, pai?

Ele explicou que cada um deles havia passado pela mesma adversidade: água fervendo, só que reagido de maneiras diferente.

- A cenoura entrara na água forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida a fervura ela amolecera e se tornara frágil.

- Os ovos haviam entrado na água, frágeis, sua casca fina havia protegido seu liquido interior, mas depois da fervura, seu interior se tornou mais endurecido.

- O pó de café, contudo, era incomparável, depois da fervura ele havia mudado a água.

Qual dos três elementos é você?

Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde?

Como a cenoura? Que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde a força.

Como o ovo? Que começa com um coração maleável, com um espírito fluido, mas depois de algo, como a morte, a separação, doença ou demissão, você se torna mais difícil, duro e inflexível, sua casca parece a mesma, mas por dentro esta amargo e obstinado, com o coração duro e o espírito inflexível.

Ou será como o pó de café? que muda a água fervente, o elemento que lhe causa a dor, quando a água chega ao ponto máximo de sua fervura ele consegue o máximo de seu sabor e aroma.

Minha oração:...

Que Deus o faça como o pó de café que quando as coisas ficam ruins, difíceis, você possa reagir de forma positiva se tornando melhor sem se deixar vencer pelas circunstâncias, fazendo com que as coisas em torno de você também se tornem melhores!

Que diante da adversidade da vida exista sempre uma luz que ilumine teu caminho e a todas as pessoas que te rodeia. Para que possa sempre espalhar e irradiar com tua força, otimismo e alegria o “doce aroma do café”. Para que nunca perca esse cheiro agradável e inigualável que só você sabe transmitir as outras pessoas e transformar a adversidade em algo melhor amparado por Deus.

Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós, somente a nós, decidir se a crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nosso relacionamento pessoal, nossa vida.

Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva, mas você precisa acreditar nisso, confiar que você tem capacidade suficiente para superar este desafio.

Espero que nestas semanas que se seguem, quando lhe convidarem para tomar um café você possa repensar e até compartilhar.

Vamos procurar ser café, usando a adversidades para modificar o sabor da nossa vida, fazendo-a ser sempre especial.

PENSE NAS SUAS ATITUDES E REVEJA O QUE PODE SER MUDADO!


(D.A.)


Fonte: http://www.horademudar.com.br



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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Atitudes na Vida…

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Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:

“A Política, sem princípios. O Prazer, sem compromisso. A Riqueza, sem trabalho. A Sabedoria, sem caráter. Os negócios, sem moral. A Ciência, sem humanidade. A Oração, sem caridade.”

E continuou:

“A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável.
 que as pessoas são tristes, se estou triste.
 que todos me querem, se eu os quero.
 que todos são ruins, se eu os odeio.
 que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio.
 que há faces amargas, se eu sou amargo.
 que o mundo está feliz, se eu estou feliz.
 que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva.
 que as pessoas são gratas, se eu sou grato.

A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta.

A atitude que eu tomar perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.”

“Quem quer ser amado, ame.”

(Gandhi)

Fonte: http://www.mensagensreflexao.com.br



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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Um Poderoso Remédio



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"A fé é um remédio poderoso." 

Esse é o título de um artigo publicado na revista seleções de março de 2000, escrito por Phyllis Mcintosh. 

A constatação de que a fé é um poderoso remédio, surgiu depois de vários estudos feitos com pessoas de várias faixas etárias e diferentes crenças religiosas. 

Os especialistas não estudaram somente pessoas enfermas. Observaram também pessoas saudáveis e encontraram uma explicação possível para a ausência de doenças: a fé. 

Mais de 30 estudos detectaram uma ligação entre o compromisso espiritual ou religioso e uma vida mais longa, ou seja, quem se dedica aos valores nobres, vive mais. 

Uma pesquisa com 5.286 habitantes da Califórnia constatou que a taxa de mortalidade entre as pessoas que frequentavam um templo religioso era menor. 

Pessoas religiosas parecem ter menos tendência a depressão, suicídio, alcoolismo e outros vícios, segundo pesquisas. 

A fé gera a esperança e um tipo de controle que combate o estresse. 

Por essa razão, as pessoas que têm fé enfrentam melhor as doenças traumáticas, o sofrimento e a perda. 

Estudos constataram, ainda, que a oração influencia o crescimento de bactérias e a cicatrização de feridas em camundongos. 

Em uma pesquisa com 269 médicos, no encontro de 1996 da academia americana de médicos de família, 99% disseram acreditar que a fé religiosa pode contribuir para a cura. 

Quando interrogados sobre suas experiências pessoais, 63% dos médicos afirmaram que a intervenção divina melhorou suas próprias condições de saúde. 

Pesquisas realizadas pela revista Time/CNN e pela USA-Weekend demonstraram que cerca de 80% dos norte-americanos acreditam que a fé espiritual ou as orações são capazes de ajudar as pessoas a se recuperar de doenças ou ferimentos. 

Além disso, mais de 60% acham que os médicos devem conversar com os pacientes sobre fé e até mesmo orar com aqueles que pedirem. 

Talvez essa necessidade de unir a religião à medicina seja, em parte, uma reação a um sistema de saúde cada vez mais apressado e impessoal. 

Diz o Dr. Larry Dossey, autor do livro "Rezar é um santo remédio": que na medicina, o pêndulo oscilou tanto para o lado físico que quase excluiu o elemento espiritual. 

Os pacientes e muitos médicos não concordam com isso e o pêndulo começa a oscilar no sentido contrário. 

Todas essas considerações feitas por médicos e especialistas dos estados unidos, vêm comprovar o que Jesus já ensinava há quase dois milênios, quando promovia alguma cura e dizia: "a tua fé te curou". 

De um modo geral, o ser humano desconhece as potencialidades que traz na intimidade, em gérmen. 

Jesus falou que a fé é capaz de remover montanhas. E, figuradamente, estava se referindo às dificuldades e obstáculos que as criaturas enfrentam em sua existência terrena. 

Quem tem fé consegue remover as montanhas das enfermidades ou suportá-las com coragem e resignação. 

A pessoa que tem fé remove os obstáculos mais ameaçadores, porque a sua confiança em Deus a faz forte o bastante para agir com coragem e a certeza de que triunfará. 


*   *   * 

Se todos os homens se achassem convencidos da força que em si trazem, e se quisessem pôr a vontade a serviço dessa força, seriam capazes de realizar tudo o que, até hoje, eles chamaram prodígios e que, no entanto, não passa de um desenvolvimento das faculdades humanas.


Fonte: Revista Seleções do Reader´s Digest, março/2000, pág. 69; O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIX, item 12.



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