segunda-feira, 4 de maio de 2015

"Você se considera uma pessoa egoísta, orgulhosa ou é alguém que sempre busca praticar o bem? Talvez a resposta para essa pergunta não seja tão fácil assim, por isso vamos fazer uma análise dessas três atitudes considerando alguns quadros e circunstâncias da vida diária: Na sociedade: O egoísmo faz o que quer. O orgulho faz como quer. O bem faz o que pode, acima das próprias obrigações. No trabalho: O egoísmo explora o que acha. O orgulho oprime o que vê. O bem produz incessantemente. Na equipe: O egoísmo atrai para si. O orgulho pensa em si. O bem serve a todos. Na amizade: O egoísmo utiliza as situações. O orgulho clama por privilégios. O bem renuncia ao próprio bem. Na fé: O egoísmo aparenta. O orgulho reclama. O bem ouve. Na responsabilidade: O egoísmo foge. O orgulho tiraniza. O bem colabora. Na dor alheia: O egoísmo esquece. O orgulho condena. O bem ampara. No estudo: O egoísmo finge que sabe. O orgulho não busca saber. O bem aprende sempre, para realizar o melhor. Considerando essas três atitudes, você poderá avaliar qual é a que mais se destaca nas suas ações diárias. Fazendo essa análise você poderá responder se é uma pessoa egoísta, orgulhosa ou que age de acordo com o bem. Com a avaliação em mãos, considere o seguinte: O egoísmo e o orgulho são dois corredores sombrios que conduzem ao vício, à delinquência, à desgraça. O bem é ampla e iluminada avenida que nos leva à conquista das virtudes sublimes e à felicidade suprema que tanto desejamos. Mas para isso não basta apenas admirar o bem ou divulgá-lo. É preciso, acima de tudo, praticá-lo com todas as forças da alma. E a decisão entre uma atitude e outra, cabe exclusivamente a cada um de nós. Não esqueça de que o bem que se faz é o único trabalho que faz bem. E esse serviço em favor dos outros é a caridade única em favor de nós mesmos. O bem é a alavanca capaz de libertar o homem dos vícios e elevá-lo aos altos planos da harmonia consigo mesmo e com o mundo que o rodeia. Assim, a prática do bem é e sempre será nossa melhor atitude." (Redação do Momento Espírita com base na mensagem Três atitudes, do livro Seara dos médiuns, pelo Espírito Emmanuel)

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Uma vitória real


O hábito de sonhar é inerente ao ser humano.

Todo homem sempre possui algum projeto a realizar.

Nas várias fases da vida, os sonhos se sucedem.

A cada vitória, surge um novo projeto.

É bom que seja assim, pois a esperança de um futuro melhor dá colorido à vida.

Todos os sonhos ligam-se ao desejo humano pela felicidade.

É na busca do bem-estar e da plenitude que o homem se aprimora.

Sem sonhos e metas para alcançar, o Espírito humano fenece.

Entretanto, é preciso reconhecer que a finalidade da vida não se cinge a aspectos materiais.

Basta um lançar de olhos pela existência humana para constatar a sua transitoriedade.

Tudo o que se vincula à matéria é passageiro.

Por maior que seja a beleza física de alguém, ela passa.

A mais vigorosa saúde gradualmente periclita.

A fortuna é caprichosa e troca de mãos com freqüência.

Ninguém consegue levar sua riqueza ao desencarnar.

As posições de prestígio perdem importância ou passam a ser desempenhadas por outros.

Nada garante que os familiares e amores de alguém ficarão ao seu lado até o final da vida.

As pessoas mudam de cidade, trocam de emprego, descobrem novas afinidades e interesses.

Ademais, inevitavelmente alguém morre primeiro.

Enfim, há sempre um certo destroçar e despedaçar envolvendo a vida na Terra.

Essa realidade não constitui crueldade da natureza.

Trata-se antes de um lembrete ao homem de que ele está aqui, mas não é daqui.

É bom e útil que se ocupe com o mundo que o rodeia, que faça o possível para viver bem.

Mas não pode colocar todas as suas expectativas em algo transitório, sob pena de cruéis decepções.

Quem reflete facilmente conclui que a felicidade plena não é possível na Terra.

Aqui sempre haverá um elemento de instabilidade, a causar aflição.

Contudo, o desejo da felicidade é inerente ao homem.

Importa, pois, descobrir metas cujo alcançar de fato conduza à plenitude do ser.

Essas metas nada podem conter de instável e incerto.

Conseqüentemente, não podem se vincular a questões transitórias.

Tendo em vista que todo homem cedo ou tarde morrerá, é preciso descobrir quais tesouros ele poderá levar consigo.

Por certo, não serão riquezas, títulos, posições e honrarias.

O Espiritismo ensina que os Espíritos encarnam e reencarnam infinitas vezes, com o propósito de se aperfeiçoarem.

Ao final do processo, todos serão plenos de amor e sabedoria.

Coerentemente, uma meta realmente importante, em termos de vida imperecível, liga-se ao alcance desse propósito maior.

Todas as outras vitórias, grandes ou pequenas, são passageiras.

O homem consciente de sua destinação superior compromete-se com o burilamento do próprio caráter.

Ao falar sobre o amor ao próximo, Jesus indicou o caminho.

É preciso fazer ao semelhante o que se deseja que ele nos faça.

Alguém egoísta não consegue tratar o próximo como gostaria de ser tratado por ele.

Afinal, sempre se considera mais importante do que os outros.

Assim, uma meta digna de ser buscada reside na eliminação do próprio egoísmo.

A sua conquista pressupõe aproveitar todos os embates do viver para desenvolver a solidariedade e a compaixão.

O aprendizado dessa lição constitui uma real e importante vitória na jornada espiritual.

Ela liberta o Espírito das dolorosas injunções materiais e o candidata a experiências sublimes.

Pense nisso.


Redação do Momento Espírita. Disponível no livro Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.


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Myrna.