terça-feira, 28 de abril de 2015

"Senhor, venho humildemente hoje a Tua presença rogar proteção e amparo, pelos vícios que trago comigo e dos quais não consigo me libertar... Sei que são ruinosos aos meu corpo e ao meu espírito mas não me sinto forte o suficiente para abandoná-los, encontrando-me vazio e entendiado sempre que distante deles. Dos vícios abaixo, por mais aceitos socialmente e por mais incentivados, ajuda-me a abandonar: O vício do cigarro, ajuda-me a abandonar! O vício da bebida alcólica, ajuda-me a abandonar! O vício da alimentação excessiva, ajuda-me a abandonar! O vício da infidelidade, ajuda-me a abandonar! O vício da prática sexual compulsiva, ajuda-me a abandonar! O vício da sensualidade vulgar, ajuda-me a abandonar! O vício da palavra impensada, ajuda-me a abandonar! O vício da maledicência, ajuda-me a abandonar! O vício da inveja, ajuda-me a abandonar! O vício da falsidade, ajuda-me a abandonar! O vício do ressentimento, ajuda-me a abandonar! O vício da arrogância, ajuda-me a abandonar! O vício do orgulho tolo, ajuda-me a abandonar! O vício da preguiça, ajuda-me a abandonar! O vício da má vontade, ajuda-me a abandonar! O vício da omissão, ajuda-me a abandonar! Todos os vícios, meu Deus, ajuda-me a abandonar! Os males da Terra existem porque nossa resistência moral ainda é frágil e pouco ou nada fazemos para que ela se torne barreira intransponível a tudo que possa causar prejuizo a nós ou ao nosso próximo. As doenças, a má qualidade de vida, os lares destruídos, as esperanças juvenis minadas, a prostituição, as drogas, os desvios de caráter, as perversões, as aversões inextinguíveis, as guerras, as tramas sórdidas, a morte, e o todo o mal, em si, são frutos de pequenos vícios que se tornaram grandes ameaças pela força de adesão de imensa parcela humana à sua nefasta influência!... Ajuda-me, Senhor, a enxergar o mal que os vícios produzem em meu espírito, destinado por Ti à glória das Alturas, e concede-me força para extinguí-los em mim. Que minha presença seja notícia de saúde física, mental e moral nos locais em que transito, e incentivo pessoal a que meus irmãos de jornada passem igualmente a amar-se mais, cultivando o que é bom e belo à vida que desfrutam, e deixando para trás todo e qualquer hábito vicioso que possa ocasionar o seu atraso e a sua ruína. Assim seja!" (André Luiz)

 
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Ferramentas espirituais


Uma das graves problemáticas da humanidade é a utilização de drogas.

Das drogas pesadas, como heroína, cocaína às drogas socialmente aceitas, como álcool e fumo. Não menos danosas.

Drogas que geram dependência e um sem número de outras dificuldades ao corpo e ao espírito.

A questão toma conta dos lares e é possível que muitos de nós não utilizemos nenhuma das enumeradas.

Mas, é muito certo que alguns usemos antidepressivos, soníferos e estimulantes para estarmos bem humorados. Drogas para emagrecer, para estimular a libido, para dar euforia.

Se desejamos erradicar o problema do mundo, devemos iniciar por nós. Como? Começando.

Para isso, alguns itens nos podem servir de ferramentas.

Primeiro: façamos uma lista dos nossos vícios e a coloquemos no espelho, para diariamente olhar e ler.

Por exemplo: eu gosto de tomar substância alcoólica. Ou: gosto de fumar. Esta semana vou trabalhar pela minha saúde.

Aí, iniciemos o trabalho terapêutico. Raciocinemos:

Sou uma pessoa de consciência. Não vou gastar para me matar de maneira dolorosa.

O cigarro causa cânceres na boca, no aparelho respiratório e no aparelho digestivo.

O álcool produz degenerescência do aparelho digestivo, do pâncreas, dos pulmões, do fígado. Alucina. Eu sou inteligente. Não vou usar.

Cada semana trabalhamos um vício. Um de cada vez.

Segundo: afirmemos - eu me amo.

Se eu me amo, zelo por mim. Por isso, devo me melhorar a cada dia.

Preocupemo-nos em ser melhores. Em vez de perseguir o sucesso do mundo, invistamos no êxito sobre as nossas paixões.

Terceiro: evitemos dizer: nunca mais. Nunca mais eu fumarei. Nunca mais tomarei álcool.

Façamos como recomenda o código dos alcoólicos anônimos: hoje eu não tomarei álcool. Só hoje.

Quando vier amanhã, repetirei: só hoje. E assim a cada dia, dia por dia.

Passo a passo, conquista a conquista.

Quarto: digamos: eu mereço ser feliz.

Necessitamos melhorar a nossa auto-estima. Deixar de se considerar a última das criaturas, aquela para a qual tudo acontece de ruim.

Problemas todos os têm. Somente os alienados não se dão conta de que os têm.

Com auto-estima, nos acreditamos merecedores de felicidades. Têm-se desafios a vencer, porque estamos vivos.

E, finalmente, quinto item: eu nasci para amar.

Fui criado por amor, sou sustentado pelo amor de Deus e fui talhado para o amor.

Para amar, eu necessito viver sem conflitos, sem marcas, livre de quaisquer dependência.

Acreditemos: podemos mudar o mundo, acabar com as drogas, começando por nós.

Para mudarmos o mundo é necessário que mudemos a nós mesmos.

 
*    *    *

Diante do arquipélago celular que constitui o corpo, a verdadeira felicidade é, de início, se encontrar vivo.

Logo depois, é a inefável alegria de ter consciência da própria fragilidade.

Também das infinitas possibilidades de realização moral, que decorre da coragem para conseguir a auto-iluminação.

Por tudo isso, não deixemos para amanhã a nossa tomada de decisão.

Comecemos hoje a construção do dia melhor do amanhã.


Texto da Redação do Momento Espírita, a partir do cap. 9 do livro eu me amo. Eu não tenho vícios. Ferramentas espirituais contra os vícios, de Divaldo Pereira Franco, ed Leal e do cap. 9 do livro Iluminação interior, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal
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Um feliz dia!!!


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Myrna.