terça-feira, 3 de março de 2015

"Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar. Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras. Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja. Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de ideias. Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual. Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos. Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando. Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas. Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento. Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum." (André Luiz)


Quatro Velas


"Quatro velas estavam queimando calmamente.


O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam.

A primeira disse:

- Eu sou a Paz! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.

E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.

A segunda disse:

- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua.

As pessoas não querem saber de Deus.

Não faz sentido continuar queimando.

Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:

- Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar.

As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam.

E sem esperar apagou-se.

De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas.

- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar.

Então a quarta vela falou:

- Não tenhas medo criança, enquanto eu queimar podem acender as outras velas, eu sou a Esperança!

A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu todas as outras."

Que a vela da esperança nunca se apague dentro de nós!

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Autor Desconhecido
Pensamentos Espíritas



Feliz e abençoado dia!

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Com estima e apreço,
Myrna.