domingo, 29 de março de 2015

"Não percas o otimismo. O trabalho é uma benção. Age construindo. Quem serve aos outros, semeia paz e alegria para si mesmo. Se erraste, recomeça a empreitada da ação na qual te comprometeste. Não creias em vitórias do Bem, sem árduos problemas a resolver. Convence-te de que a dor é sempre renovação para o Bem. Evita os assuntos infelizes. Fala, auxiliando em favor da tranquilidade e da elevação. Aprende simplicidade, para que não te vergues ao peso de bagagens inúteis. Não fujas à luta que a vida te propõe, na intimidade de ti mesmo e, atendendo ao trabalho do dia-a-dia, a fim de supera-la, conserva a certeza de que é pelas tuas próprias prestações de serviço ao bem comum que a bênção da vitória ti marcará. Em nossa condição evolutiva, ainda não sabemos medir a resistência, uns dos outros. Em razão disso, guardemos a nossa dor ou a emenda que é positivamente nossa e exportemos alegria e esperança onde estivermos." (Emmanuel)


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Sem tempo ruim


Nós que despertamos todos os dias, a cada dia, com os mesmos problemas, costumamos desanimar. 

Dizemo-nos cansados porque a noite, que estabeleceu o intervalo entre o ontem e o hoje, não apagou as dificuldades que ressurgem, com o dia novo. 

Angustiamo-nos porque a rotina nos sufoca, os problemas se acumulam, as soluções parecem não chegar nunca. 

E nos arrastamos por mais 24 horas. 

No entanto, ao ouvirmos relatos de pessoas que sofreram grandes impactos em suas vidas, o que notamos é sua força de vontade vigorosa, a certeza de lutar e vencer. 

Uma dessas pessoas é a americana Lauren Manning. 

No dia 11 de setembro de 2001, ao entrar no edifício da Torre Norte do World Trade Center, em Nova Iorque, uma bola de fogo desceu pelo poço do elevador e a derrubou. 

82% do seu corpo sofreu queimaduras. 

As mãos ficaram de tal modo queimadas que nelas só existe tecido cicatrizado e osso. 

Seu filho tinha, na ocasião, somente 10 meses de vida. 

E, enquanto ele deixou o carrinho para engatinhar, passou a andar, aprendeu a usar o patinete e a bicicleta, ela teve de aprender a se sentar, ficar de pé, andar, usar o copo, o garfo e a faca. 

Depois de mais de 25 cirurgias realizadas para enxerto de pele, correção de cicatrizes nas costas, no rosto e nas mãos, Lauren mantém o otimismo. 

Os progressos físicos foram conseguidos a duras penas. Graças a uma luva especialmente ajustada, Lauren até consegue segurar uma raquete de tênis. Embora não possa sacar. 

Ela ainda visita terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, que a ajudam a alongar as mãos delicadas, terrivelmente queimadas pelo metal quente das portas do saguão. 

Com todo esse drama, Lauren diz: Eu não tenho dias ruins. 

Ela e o marido aproveitam o que tem: um ao outro e ao filho Tyler que, somente aos 4 anos de idade, soube o que aconteceu com sua mãe naquele dia terrível. 

Isso porque viu os pais na TV e, então, lamentou: 

Não queria que você tivesse se machucado. 

Em verdade, se não tivesse se atrasado, naquele dia, ela estaria no 106º andar, na hora em que o avião se chocou contra a torre. E teria morrido. 

O atraso lhe salvou a vida. 

Lauren brinca com o filho, sorri ao contar como faz teatrinho com ele, dramatizando histórias e confidencia que adoraria ter mais filhos. 

A esperança está viva nela que conclui: A vida não poderia ser melhor. 

*    *    *

Sejamos mais otimistas, batalhadores.

Miremo-nos em exemplos como o de Lauren, que existem às centenas.

Agradeçamos a Deus pela vida, pelas nossas dores, pelas nossas vitórias.

Não temamos o fracasso e não alimentemos tragédias.

Vivamos cada dia, com sol, chuva ou tempestade porque, afinal, a madrugada de bonanças surge sempre, concedendo-nos breve trégua, a fim de que nos reabasteçamos de luz e prossigamos.

Pensemos nisso!




Redação do Momento Espírita com base no artigo Sobrevivi, por Gail Cameron Wescott, publicado na revista Seleções Readers Digest, de setembro.2006.



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Feliz domingo!
e
Começo de semana iluminado!

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Com estima e apreço,
Myrna.