domingo, 25 de janeiro de 2015

"O Reino de Deus está no meio de vós." - Jesus. (LUCAS, 17:21.) ...."Nem na alegria excessiva que ensurdece. Nem na tristeza demasiada que deprime. Nem na ternura incondicional que prejudica. Nem na severidade indiscriminada que destrói. Nem na cegueira afetiva que jamais corrige. Nem no rigor que resseca. Nem no absurdo afirmativo que é dogma. Nem no absurdo negativo que é vaidade. Nem nas obras sem fé que se reduzem a pedra e pó. Nem na fé sem obras que é estagnação da alma. Nem no movimento sem ideal de elevação que é cansaço vazio. Nem no ideal de elevação sem movimento que é ociosidade brilhante. Nem cabeça excessivamente voltada para o firmamento com inteira despreocupação do valioso trabalho na Terra. Nem pés definitivamente chumbados ao chão do Planeta com integral esquecimento dos apelos do Céu. Nem exigência a todo instante. Nem desculpa sem-fim. O Reino Divino não será concretizado na Terra, através de atitudes extremistas. O próprio Mestre asseverou-nos que a sublime realização está no meio de nós. A edificação do Reino Divino é obra de aprimoramento, de ordem, esforço e aplicação aos desígnios do Mestre, com bases no trabalho metódico e na harmonia necessária. Não te prendas excessivamente às dificuldades do dia de ontem, nem te inquietes demasiado pelos prováveis obstáculos de amanhã. Vive e age bem no dia de hoje, equilibra-te e vencerás." (Emmanuel)




Busquemos a Eternidade

"...ainda que o homem exterior se corrompa, o interior,
contudo, se renova dia a dia." Paulo (II Coríntios, 4:16)


Não te deixes abater, ante as alterações do equipamento físico.

Busquemos a Eternidade.

Moléstias não atingem a alma, quando não se filiam aos remorsos da consciência.

A velhice não alcança o espírito, quando procuramos viver segundo a luz da imortalidade.

Juventude não é um estado da carne.

Há moços que transitam no mundo, trazendo o coração repleto de pavorosas ruínas.

Lembremo-nos de que o homem interior se renova sempre. A luta enriquece-o de experiência, a dor aprimorar-lhe as emoções e o sacrifício temperam lhe o caráter.

O espírito encarnado sofre constantes transformações por fora, a fim de acrisolar-se e engrandecer-se por dentro.

Recorda que o estágio na Terra é simples jornada espiritual.

Assim como o viajante usa sandálias, gastando-as pelo caminho, nossa alma apropria-se das formas, utilizando-as na marcha ascensional para a Grande Luz.

Descerra, pois, o receptor de teu coração à onda sublime dos mais nobres ideais e dos mais belos pensamentos e aprendamos a viver longe do cupim do desânimo, e nosso espírito, ainda mesmo nas mais avançadas provas da enfermidade ou da senectude, será como sol radiante, a exteriorizar-se em cânticos de trabalho e alegria, expulsando a sombra e a amargura, onde estivermos.



XAVIER, Francisco Cândido. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 169.
 
 
 
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