sexta-feira, 30 de maio de 2014

"Aprenda a ouvir aqueles que lhe buscam o auxílio: escutar para socorrer é uma arte valiosa. Muitos corações angustiados se recompõem, quando explicam as suas dores a alguém compadecido. Se alguém o busca, honrando a sua pequenez com o tesouro da confiança plena, detenha-se a escutar para atender. Um silêncio feito de entendimento significa participação cristã na agonia alheia. Seja o coração que escuta ajudando." (Chico Xavier) ..."Esqueçamos os velhos caprichos do nosso "eu", que, muitas vezes, nos prendem a escuras ilusões."..."Examina o sentido, o modo e a direção de tuas palavras, antes de pronunciá-las." (Emmanuel)


Recados para Orkut
Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas


Um dia um sábio perguntou aos seus discípulos o seguinte:
Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ?

Os homens pensaram por alguns momentos ...
- Porque perdemos a calma, disse um deles, por isso gritamos.

- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao teu lado ? Perguntou o sábio. Não é possível falar-lhe em voz baixa? Por que gritas a uma pessoa quando estas aborrecido?

Os homens deram algumas respostas, mas nenhuma delas satisfazia ao sábio.
Finalmente ele explicou:

- Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distância.

Em seguida o sábio perguntou:
- O que sucede quando duas pessoas se apaixonam? Elas não gritam, mas sim, se falam suavemente, por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.

O sábio continuou:
- Quando se apaixonam acontece mais alguma coisa? Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor. Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo. Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Então o sábio disse:

_"Quando discutirem, não deixem que seus corações se afastem. Não digam palavras que distanciem mais. Chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta."


(Autoria Desconhecida)
Fonte: http://www.mensagemespirita.com.br/


Recados para Orkut

quinta-feira, 29 de maio de 2014

"Senhor, ensina-nos a respeitar a força do direito alheio na estrada do nosso dever. Ante as vicissitudes do caminho, recorda-nos de que no supremo sacrifício da Cruz, entre o escárnio da multidão e o desprezo da Lei, erigiste um monumento à justiça, na grandeza do amor. Ajuda-nos, assim, a esquecer todo o mal, cultivando a árvore generosa do perdão. Estimula-nos à claridade do bem sem limites, para que o nosso entusiasmo na fé não seja igual a ligeiro meteoro riscando o céu de nossas esperanças, para apagar-se depois... Concede-nos a felicidade ímpar de caminhar na trilha do auxílio porque, só aí, através do socorro aos nossos irmãos, aprendemos a cultivar a própria felicidade.Tu que nos ensinaste sem palavras no testemunho glorioso da crucificação, ajuda-nos a desculpar incessantemente, trabalhando dentro de nós mesmos pela transformação do nosso espírito, na sucessão do tempo, dia-a-dia, noite-a-noite, a fim de que, lapidado, possamos apresentá-lo a Ti no termo da nossa jornada. Ajuda-nos, Divino Companheiro, a pisar em espinhos sem reclamação, vencendo as dificuldades sem queixas, pois é vivendo nobremente que fazemos juz a uma desencarnação honrada como pórtico de uma ressurreição gloriosa. Senhor Jesus, ensina-nos a perdoar, ajudando-nos a esquecer todo o mal, para sermos dignos de Ti!" (Manoel Philomeno de Miranda)




Oração a mim mesmo


Imagine fazer uma prece a você mesmo.

Imagine poder conversar consigo mesmo de uma forma suave, profunda, definitiva.

Quem sabe você poderia dizer assim:

“Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais.

Falar menos. Chorar menos.

Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm, e não a inveja que prepotentemente penso que têm.

Escutar com meus ouvidos atentos, e minha boa estática, as palavras que se fazem gestos, e os gestos que se fazem palavras.

Permitir sempre escutar aquilo que não tenho me permitido escutar.

Saber realizar os sonhos que nascem em mim, e por mim e comigo morrem por eu não os saber sonhos.

Então, que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis.

Aqueles que morrem e ressuscitam, a cada novo fruto, a cada nova flor, a cada novo calor, a cada nova geada, a cada novo dia.

Que eu me permita o silêncio das formas, dos movimentos, do impossível, da imensidão de toda profundeza.

Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pelo segredo das coisas mais raras, pela oração mental.

Que eu saiba dimensionar o calor, experimentar a forma, vislumbrar as curvas, desenhar as retas, e aprender o sabor da exuberância que se mostra nas pequenas manifestações da vida.

Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos, fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me e recriando-me a cada instante.

Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamento.

E que meu choro não seja em vão, e que em vão não sejam minhas dúvidas.

Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo. Que eu não tenha medo de meus medos!

Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis, e desperte com o coração cheio de esperanças.

Que eu faça de mim uma pessoa serena, dentro de minha própria turbulência.

Humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas...

Que eu possa ensinar o pouco que sei, e aprender o muito que não sei.

Traduzir o que os mestres ensinaram, e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências.

Respeitar incondicionalmente o ser. O ser por si só, por mais nada que possa ter além de sua essência.

Auxiliar a solidão de quem chegou. Render-me ao motivo de quem partiu. E aceitar a saudade de quem ficou.

Que eu possa amar e ser amado. Que eu possa amar mesmo sem ser amado.

Fazer gentilezas quando recebo carinho. Fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas.

Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só”.

*      *       *

Quanto são importantes os momentos a sós conosco mesmo.

O exercício de se questionar, de conversar consigo, de se conhecer, é grande instrumento de evolução de que dispomos.

Na turbulência dos dias que não param, das muitas atividades e preocupações, esses momentos de meditação, de autoconvívio, irão determinar a saúde de nossa alma.

Muitos se perdem de si mesmos neste turbilhão ameaçador, e dificilmente se encontram a tempo.

Os que escolhem o caminho da meditação, da auto-análise, do autoconhecimento, adoecem menos e vivem mais – vida em abundância...




Redação do Momento Espírita com base no texto de Oswaldo Antônio Begiato, recebido pela internet
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quarta-feira, 28 de maio de 2014

"Não basta que sua boca esteja perfumada. É imprescindível que permaneça incapaz de ferir. É importante que suas mãos se mostrem limpas. É essencial, no entanto, verificar o que fazem. Bons ouvidos são, certamente, um tesouro. A justiça Divina, porém, desejará saber como você ouve. Excelente visão é qualidade louvável. Todavia, é interessante notar como você está vendo a vida. Possuir saúde física é reter valioso dom. Mas é necessário considerar o que faz você do corpo sadio. Raciocínio claro é virtude. Entretanto é imperioso observar em que zona mental está você raciocinando. Bela imaginação é trazer consigo maravilhoso castelo. Convém reparar, porém, com que imagens você povoa o seu palácio interior. Grande emotividade é característico de riqueza íntima. Contudo, é preciso saber como gasta você as emoções. Possibilidades de produzir intensamente são recursos preciosos. No entanto, é imprescindível conhecer a substância daquilo que você produz. Capacidade de prosseguir, vida afora, lepidamente, é uma benção. Não se esqueça, todavia, da direção que seus pés vão tomando através dos caminhos." (André Luiz)


 
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Para não ser infeliz


É bastante comum reclamarmos do sofrimento ou das dores que nos atingem.

Contudo, muitas vezes, tais condições são provocadas por nós mesmos.

De um modo geral, costumamos aumentar nossa dor e sofrimento sendo exageradamente sensíveis.

Assim, reagimos muito mal a fatos insignificantes e, por vezes, levamos as coisas para o lado pessoal.

À conta disso, muitas irritações no dia a dia, podem se acumular de modo a representar uma importante fonte de sofrimento.

É uma tendência a estreitar nosso campo de visão psicológica, interpretando ou confundindo tudo o que ocorre em termos do seu impacto sobre nós.

Conta-se que dois amigos foram a um restaurante para jantar. Eles não tinham nada importante para fazer em seguida.

Podiam comer com calma, conversar, demorar-se o quanto desejassem. Nenhum compromisso, naquele dia, os aguardava. A noite poderia ser encerrada a hora que desejassem.

Com esse espírito é que fizeram seu pedido e aguardaram que os pratos solicitados chegassem.

O serviço do restaurante acabou por se revelar extremamente lento, e um dos senhores começou a reclamar: “o garçom parece uma lesma! Onde é que ele pensa que está? Acho que está fazendo isso de propósito.” E assim foi durante todo o jantar. Uma ladainha de reclamações.

Reclamou da comida, da louça, dos talheres e de todos os detalhes que descobriu não lhe agradarem.

Ao final da refeição, o garçom chegou e lhes ofereceu duas sobremesas, a título de cortesia.

“É como uma compensação”, disse gentil, “pela demora do serviço. Estamos com falta de pessoal, hoje. Houve um falecimento na família de um dos cozinheiros, e ele não veio trabalhar. Além disso, um dos auxiliares avisou que estava doente, na última hora. Espero que a demora não lhes tenha causado nenhum aborrecimento.”

Enquanto o garçom se afastava, o homem descontente resmungou entre os dentes, deixando escapar a sua irritação: “mesmo assim, nunca mais vou voltar aqui.” Este é um pequeno exemplo de como contribuímos para nosso próprio sofrimento.

Levando a questão para o lado pessoal, como se tudo fosse feito de propósito contra nós; imaginando que as pessoas e o mundo giram em torno de nós, nos tornamos infelizes.

No caso apresentado, o resultado foi uma refeição desagradável para ambos.

E com grandes possibilidades de, por causa da irritação, terem problemas de saúde, na seqüência. A comida ingerida lhes fazer mal.

Além, é claro, do aborrecimento, do desconforto, ante tanta reclamação. E tudo podia ter sido resolvido de forma tão fácil, com um pouco de paciência e tolerância.

Convenhamos, ainda, que se a pessoa olhasse ao redor e tivesse um mínimo de sensibilidade, teria podido constatar que havia falta de pessoal, que os que estavam trabalhando se esforçavam ao máximo.

Isso, se não olhasse somente para si mesmo.

*     *     *

Jacques Lusseyran, cego desde os oito anos de idade, foi fundador de um grupo de resistência na segunda guerra mundial.

Acabou sendo capturado pelos alemães e encarcerado em um campo de concentração.

Mais tarde, quando relatou as suas experiências no campo de prisioneiros, afirmou:

“Percebi que a infelicidade chega a cada um de nós porque acreditamos ser o centro do universo. Porque temos a triste convicção de que só nós sofremos de forma insuportável. A infelicidade é sempre se sentir cativo na própria pele, no próprio cérebro.”
 
 

Fonte: www.momento.com.br
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em cap. Da obra a arte da felicidade, de Dalai Lama e Howard Cutler.


 
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terça-feira, 27 de maio de 2014

"Qual acontece ao valor do grande esforço que é lastro fecundo na garantia da caridade, lembremo-nos dos pequeninos sacrifícios que podemos realizar, cada hora, contra os arrastamentos de nossa própria natureza inferior, trabalhando em auxílio dos portadores de necessidades maiores do que as nossas. Muitos companheiros encarnados desistem da colaboração nas obras do bem, declarando-se imperfeitos e endividados, quando, nessa condição, mais valioso se nos faz o trabalho de formação da própria disciplina. Antes do berço, porém, quando a necessidade de redenção ou de melhoria nos desvela ao espírito sequioso de progresso o campo educativo que a experiência física nos oferta, solicitamos, com empenho, as situações que nos contrariem o modo de proceder e de ser, a fim de que o internato terrestre nos supra dos valores reais de que nos achamos carentes. É por isso, que quase sempre na Terra, quando impulsivos e impacientes, somos constrangidos a exaltar a serenidade; enfermos, surpreendemo-nos induzidos a amparar a saúde alheia; fracos, sentimo-nos na obrigação de sustentar a fortaleza dos outros; atormentados pelas nossas chagas íntimas de aflição ou desencanto, reconhecemo-nos intimados a nutrir a tranquilidade e a esperança naqueles que desfalecem; e tentados, em muitas cir­cunstâncias, à falência e à desordem, no imo de nossa casa, vemo-nos convocados a evitar o desequilíbrio e o desastre no instituto doméstico em que respiram corações queridos do nosso painel de ação. Não desprezes auxiliar sempre, na construção do bem, ainda mesmo quando te sintas de todo ausente dele, porquanto ensinando o melhor aos outros, somos impelidos a procurar o melhor em favor de nós mesmos e, disciplinando a existência em torno de nossa estrada, acabamos fatalmente disciplinados por ela." (Emmanuel)




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O Ensinamento Vivo

 
Era um dia de sol. Mãe e filha saíram a passear. Pararam defronte a uma construção.

O trabalho era incessante. Máquinas, sob a direção de homens habilitados abriam enormes crateras para os alicerces, no chão duro. Veículos pesados transportavam terra daqui para ali, com rapidez e segurança.

Pedreiros já estavam a postos, sob comando vigilante dos técnicos que orientavam os trabalhos.

O engenheiro chefe, vendo-as tão atentas se aproximou e porque fosse indagado, esclareceu:

O investimento que está sendo feito neste local é muito grande. O projeto é de um edifício de grandes proporções, possivelmente um dos mais altos da cidade.

Muitas centenas de trabalhadores especializados serão convidados a colaborarem em toda a sua estrutura, até o acabamento final.

Precisaremos de carpinteiros, vidraceiros, pintores, encanadores, eletricistas, decoradores para completar o serviço. Qualquer construção precisa de um grande número de profissionais.

A garota estava impressionada e comentou:

Quanta gente para pensar, cooperar e servir! Sim, disse o técnico, construir é sempre muito difícil.

Mãe e filha continuaram o passeio e após algumas quadras, chegaram em frente a uma casa em demolição. Ali havia somente um homem, empunhando um gigantesco martelo.

Ele batia nas paredes de alvenaria e madeirame e elas ruíam, com estrondo, de forma muito rápida.

Lembrando o trabalho grandioso da construção que acabara de ver, a menina exclamou:

Como é terrível arruinar tão rapidamente o trabalho de tantos.

Foi então que a mãe, sempre atenta para as questões da educação de sua filha, falou:

Pois é, minha filha, toda realização útil na terra exige paciência e suor, trabalho e sacrifício de muita gente. Construir, edificar é muito difícil.

Mas, como você pode ver, destruir é sempre muito fácil.

Uma pessoa com um martelo na mão destrói o esforço de muitos.

A crítica que usamos contra o nosso semelhante é como o martelo na velha construção: destruidora.

Quando ficamos a ver defeitos nas obras alheias e nos entregamos à crítica, estamos destruindo. E, normalmente, sem oferecer nada melhor em troca.

Pensemos, antes de criticar, agredir e prejudicar. Se o nosso intuito é o de ajudar, apontemos as falhas, sim, mas sobretudo apresentemos soluções.

*     *     *

Quem deseja ajudar, não se satisfaz em apontar erros nas pessoas e nas instituições porque esta é a crítica que destrói.

Quem deseja ajudar, apresenta opções de melhoria moral a fim de que o outro tenha opções para buscar a própria renovação.

Quem pensa em auxiliar, arregaça mangas, coloca mãos à obra, olha para o companheiro do lado e convida: vamos construir um lugar melhor para nós e para todos? Pensemos nisso!

 

Fonte: Alvorada Cristã cap. 19
Comentado pela Equipe de Redação do Momento Espírita
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segunda-feira, 26 de maio de 2014

"Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma e cobrirá uma multidão de pecados." -(TIAGO, 5:20.) ...."Quando um homem comete uma ação má, os reflexos dela perduram, por muito tempo, na atmosfera espiritual em que ele vive. A criatura ignorante que a observa se faz pior. Os olhos menos benevolentes que a vêem se tornam mais duros. O homem quase retificado que a identifica estaciona e desanima. O missionário do bem que a surpreende encontra mais dificuldades para socorrer os outros. Em derredor de um gesto descaridoso, congregam-se a indisciplina, o despeito, a revolta e a vingança, associando-se em operações mentais malignas e destrutivas. Uma boa ação, contudo, edifica e ilumina sempre. A criatura ignorante que a observa aprende a elevar-se. Os olhos menos benevolentes que a vêem recebem nova claridade para a vida íntima. O homem quase retificado que a identifica adquire mais fortaleza para restaurar-se. O missionário do bem que a surpreende nela se exalta, a benefício do seu apostolado de luz. Em torno da manifestação cristã, enlaçam-se a gratidão, a alegria, a esperança e o otimismo, organizando criações mentais iluminativas e santificantes. Se desejas, portanto, propagar o espírito sublime do Cristianismo, atende à obra individual com Jesus. Afasta os corações amados do campo escuro do erro, através de teus atos que constituem lições vivas do amor edificante. Recorda-te de que pela conversão verdadeira e substancial de um só espírito ao Infinito Bem, escuras multidões de males poderão desaparecer para sempre." (Emmanuel )



Na Sementeira de Cada Dia
 

Observa o mundo a redor de teus passos e perceberás, na desigualdade das situações, a Justiça Divina a expressar-se com a perfeição da sabedoria e do amor.

Lembra-te de que tudo nas horas de hoje decorre das criações do dia de ontem, tanto quanto a nossa conduta presente traçar-nos-á o amanhã infalível.

Tudo nasce e renasce, em função do aprimoramento que nos cabe atingir.

O usurário do pretérito, que subtraiu a bênção do ouro à circulação do progresso, agora é o mendigo esmolando a graça do pão.

O artista que ontem abusou da inteligência situando-a a serviço da imoralidade e do crime, passa hoje entre aqueles que lhe foram vítimas da insânia intelectual, na feição do demente necessitado de proteção e carinho.

A mulher que antigamente mobilizou a própria beleza, na exploração da crueldade e do vício, caminha na atualidade entre a angústia e a aflição da debilidade orgânica, em vigorosa luta contra o abatimento e a enfermidade.

O tirano das consciências que outrora movimentou a política e a autoridade na escravidão dos semelhantes para extorquir-lhes o sangue e o suor, transita agora na Terra, no corpo disforme dos mutilados que beijam o pó da terra, por muitos e muitos anos, a fim de compreender que só a humildade e o amor são bastante sábios para conferir-nos a luz da verdadeira felicidade.

Cada criatura constrói na própria mente e no próprio coração o paraíso que a erguerá ao nível sublime da perfeita alegria, ou o inferno que a rebaixará aos mais escuros antros do sofrimento.

Cultivemos na sementeira de cada dia a paciência e a bondade, a harmonia e a tolerância, enquanto a oportunidade de plantar brilha, hoje, em nossas mãos, porque amanhã será para nós novo tempo de colher e ressurgiremos diante da verdade com as flores da vitória espiritual, que será luminosa ascensão da morte para a vida ou com os espinhos de angustiosos compromissos com a sombra, representarão para nós outros a volta das eminências da vida para novo mergulho nas pesadas correntes da morte.

Cada criatura constrói na própria mente e no próprio coração o paraíso que a erguerá ao nível sublime da perfeita alegria, ou o inferno que a rebaixará aos mais escuros antros do sofrimento.


Livro: Alvorada do Reino
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

 
 
 

"A alma humana é como um celeiro abençoado. Quando abastecida de ensinos superiores, transforma-se em manancial de luz, saciando a fome de consolação da humanidade sofredora. Vazia, porém, fica sujeita à poeira da inércia e ao mofo do desânimo. Se já reúnes as sementes do Evangelho em tua alma, não as guardes só para ti. Vai ao mundo e semeia, semeia... Ainda que a ventania da indiferença as disperse pelo espaço, semeia, semeia... Mesmo que a erosão do egoísmo as arraste para longe, semeia, semeia... Ainda que o solo estéril do desamor as impeça de se desenvolverem, semeia, semeia... Onde quer que estejas e com quem estejas, semeia, semeia... Não exijas, porém, em tempo algum, a colheita farta e rápida porque, se cada espécie vegetal no mundo obedece ao ciclo próprio de desenvolvimento, cada alma humana também tem o tempo certo para despertar e sublimar-se." (Scheilla / Clayton B. Levy)



Sementeira e Construção

"Porque nós somos cooperadores de Deus;
vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 3: 9.)

 

Asseverando Paulo a sua condição de cooperador de Deus e designando a lavoura e o edifício do Senhor nos seguidores e beneficiários do Evangelho que o cercavam, traçou o quadro espiritual que sempre existirá na Terra em aperfeiçoamento, entre os que conhecem e os que ignoram a verdade divina.

Se já recebemos da Boa Nova a lâmpada acesa para a nossa jornada, somos compulsoriamente considerados colaboradores do ministério de Jesus, competindo-nos a sementeira e a construção dele em todas as criaturas que nos partilham a estrada.

Conhecemos, pois, na essência, qual o serviço que a Revelação nos indica, logo nos aproximemos da luz cristã.

Se já guardamos a bênção do Mestre, cabe-nos restaurar o equilíbrio das correntes da vida, onde permanecemos, ajudando aos que se desajudam, enxergando algo para os que jazem cegos e ouvindo alguma coisa em proveito dos que permanecem surdos, a fim de que a obra do Reino Divino cresça, progrida e santifique toda a Terra.

O serviço é de plantação e edificação, reclamando esforço pessoal e boa-vontade para com todos, porquanto, de conformidade com a própria simbologia do apóstolo, o vegetal pede tempo e carinho para desenvolver-se e a casa sólida não se ergue num dia.

Em toda parte, porém, vemos pedreiros que clamam contra o peso do tijolo e da areia e cultivadores que detestam as exigências de adubo e proteção à planta frágil.

O ensinamento do Evangelho, contudo, não deixa margem a qualquer duvida.

Se já conheces os benefícios de Jesus, és colaborador dele, na vinha do mundo e na edificação do espírito humano para a Eternidade.

Avança na tarefa que te foi confiada e não temas. Se a fé representa a nossa coroa de luz, o trabalho em favor de todos é a nossa bênção de cada dia.

 

Livro: Fonte Viva
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

"Guardemos cuidado para com a importância dos males aparentemente pequeninos. Não é o aguaceiro que arrasa a árvore benemérita. É a praga quase imperceptível que se lhe oculta no cerne. Não é a selvageria da mata que dificulta mais intensamente o avanço do pioneiro. É a pedra no calçado ou o calo no pé. Não é a cerração que desorienta o viajor, ante as veredas que bifurcam. É a falta da bússola. Não é a mordedura do réptil que extermina a existência de um homem. É a diminuta dose de veneno que ele segrega. Assim, na vida comum. Na maioria das circunstâncias não são as grandes provações que aniquilam a criatura e sim os males supostamente pequeninos, dos quais, muita vez, ela própria escarnece, a se expressarem por ódio, angústia, medo e cólera, que se lhe instalam, sorrateiramente, por dentro de coração." (Emmanuel)




A ilusão do reflexo


Conta-se que um pai deu a sua filha um colar de diamantes de alto preço.

Misteriosamente, alguns dias depois o colar desapareceu. Falou-se que poderia ter sido furtado.

Outros afirmaram que talvez um pássaro tivesse sido atraído pelo seu brilho e o levado embora.

Fosse como fosse, o pai desejava ter o colar de volta e ofereceu uma grande recompensa a quem o devolvesse: R$ 50.000,00.

A notícia se espalhou e, naturalmente, todos passaram a desejar encontrar o tal colar.

Um rapaz que passava por um lago, próximo a uma área industrial, viu um brilho no lago.

Colocou a mão para proteger os olhos do sol e certificou-se: era o colar.

O lago, entretanto, era muito sujo, poluído, e cheirava mal.

O rapaz pensou na recompensa. Vencendo o nojo, colocou a mão no lago, tentando apanhar a jóia.

Pareceu pegá-la, mas sentiu escapulir das suas mãos. Tentou outra vez. Outra mais. Sem sucesso.

Resolveu entrar no lago. Emporcalhou toda sua calça e mergulhou o braço inteiro no lago.

Ainda sem sucesso. O colar estava ali. Mas ele não conseguia agarrá-lo. Toda vez que mergulhava o braço, ele parecia sumir.

Saiu do lago e estava desistindo, quando o brilho do colar o atraiu outra vez.

Decidiu mergulhar de corpo inteiro. Ficou imundo, cheirando mal. E ainda nada conseguiu.

Deprimido por não conseguir apanhar o colar e conseqüentemente, a recompensa polpuda, estava se retirando, quando um velho passou por ali.

O que está fazendo, meu rapaz?

O moço desconfiou dele e não quis dizer qual o seu objetivo. Afinal, aquele homem poderia conseguir apanhar o colar e ficar com o dinheiro da recompensa.

O velho tornou a perguntar, e prometeu não contar a ninguém.

Considerando que não conseguia mesmo apanhar o colar, cansado, irritado pelo fracasso, o rapaz falou do seu objetivo frustrado.

Um largo sorriso desenhou-se no rosto do interlocutor.

Seria interessante, falou em seguida, que você olhasse para cima, em vez de somente para dentro do lago.

Surpreso, o moço fez o recomendado. E lá, entre os galhos da árvore, estava o colar brilhando ao sol.

O que o rapaz via no lago era o reflexo dele.

A felicidade material se assemelha ao reflexo do colar no lago imundo.

Na conquista de posses efêmeras, quase sempre mergulhamos no lodo das paixões inconseqüentes.

A verdadeira felicidade, no entanto, não está nas posses materiais, nem no gozo dos prazeres.

Ela reside na intimidade do ser. Nada ruim em se desejar e batalhar por uma casa melhor, um bom carro, roupas adequadas às estações, uma refeição deliciosa.

Nada ruim em desejar termos coisas. A forma como as conquistamos é que fará a grande diferença.

Se para as conseguir, necessitamos entrar no lodaçal da corrupção, da mentira, da indignidade, somente sairemos enlameados, e infelizes.

Esse tipo de felicidade é como o reflexo do colar na água: pura ilusão.

Somente existe verdadeira felicidade nas conquistas que a honra dignifica, que a consciência não nos acusa.

Pensemos nisso. E, antes de sairmos à cata desesperada de valores materiais expressivos, analisemos o que necessitamos dar em troca.

Porque nada vale que mereça sacrificar a honra, a dignidade pessoal, a auto-estima, a vida espiritual.

Tudo é passageiro na Terra. Lembre disso.



Redação do Momento Espírita com base em conto de autoria desconhecida.


 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

"Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo".- (Paulo. II TIMÓTEO. 2:7.) ...."Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes. Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas. Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela. Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na província da distração e da leviandade. Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite. Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças. O apóstolo dos gentios é claro na observação. "Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo." Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar. Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo." (Emmanuel)


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Conhecimento de Sí Mesmo

 
Os adultos geralmente não lêem revistas em quadrinhos, mas algumas delas trazem ensinamentos profundos, de maneira lúdica e inteligente.

Com desenhos bem feitos e cores vivas, os personagens criados pelos artistas vão passando lições de filosofia e conceitos importantes para a formação de uma geração mais consciente.

Por vezes, numa única página encontramos grandes lições.

E uma dessas começa com o personagem chamado Horácio, um pequeno dinossauro verde, que caminha por entre as rochas e de repente se vê diante de um grande espelho.

Olha para sua imagem refletida diante de si, e algo lhe chama a atenção.

Depois de uma observação atenta, exclama para si mesmo: “perninhas curtinhas...

Olha mais detidamente e pensa: “bracinhos minúsculos!”

Uma olhada a mais e se dá conta: “olhos esbugalhados e um cabeção enorme!”

Observa-se um pouco mais e depois se vai, feliz da vida, pensando consigo mesmo:

“Ah, tudo bem! Deve ser um daqueles espelhos que deformam a gente!”

*     *     *

Nós também nos deparamos constantemente com o espelho da nossa própria consciência, que não só aponta as nossas deformidades morais, como indica a melhor conduta que deveríamos adotar.

Quando não é o espelho da consciência, são as pessoas que convivem conosco que nos falam sobre os nossos defeitos.

No entanto, muitos de nós fazemos como Horácio, damos as costas e dizemos que a deformidade é culpa do espelho.

Quando a consciência nos alerta sobre a inveja que enfeia a nossa imagem, nós nos desculpamos dizendo que o outro não tem direito ou merecimento, e que fomos preteridos pela divindade.

Se o ciúme projeta uma imagem deformada e o espelho íntimo nos assinala o problema, dizemos que é excesso de amor ou bem-querer, e que temos o direito de exigir posse exclusiva.

Se a avareza mostra sua face distorcida em nosso espelho íntimo, conformados, nos consolamos: “sou apenas econômico e previdente!”

Quando o orgulho alardeia sua soberania, e a consciência faz o alerta, a desculpa surge de imediato: “em mim só há dignidade!”

Mas se as nossas deformidades morais são apontadas pelos outros, que são nossos espelhos externos, nós dizemos que isso não passa de inveja, ciúme, despeito...

Não há dúvida de que o auto engano é uma realidade, e ocorre em nível inconsciente, mas existem maneiras de verificar se nossa conduta está ou não equivocada.

Também não há dúvida de que o autoconhecimento é a chave do progresso individual.

Para quem deseja realmente se autoconhecer, para fazer em si a reforma moral necessária à felicidade eterna, eis algumas dicas do grande filósofo santo agostinho:

Quando estiver indeciso sobre o valor de uma de suas ações, pergunte como a qualificaria se fosse praticada por outra pessoa.

Se você a censura noutrem, não a poderia ter por legítima quando for o seu autor, pois deus não usa de duas medidas na aplicação de sua justiça.

Procure também saber o que dela pensam os seus semelhantes e não despreze a opinião dos seus inimigos.

Os inimigos nenhum interesse têm em mascarar a verdade e deus muitas vezes os coloca ao seu lado como um espelho, a fim de que seja advertido com mais franqueza do que o faria um amigo.

Todo aquele que se sinta possuído do desejo sério de melhorar-se, a fim de extirpar de si os maus pendores, como do seu jardim arranca as ervas daninhas, deve indagar a sua consciência sempre e sem receio de ouvi-la.

É justo que se gastem alguns minutos para conquistar uma felicidade eterna.

Não trabalhamos todos os dias com o objetivo de juntar haveres que nos garantam repouso na velhice, que geralmente é cheia de dores e sofrimentos?

Seguramente valerá muito mais a pena investir alguns esforços para conquistar a felicidade sem fim.




Fonte: www.momento.com.br
Equipe de Redação do Momento Espírita com base no item 919, de O Livro dos Espíritos


 
Foto: Bom dia amigos!
 
Foto: Bom dia amigos e amigas,
Deus nos ampare sempre!
 
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

"Às vezes, fico triste, mas, graças a Deus, não sou um espírito triste. A alegria passa por cima de qualquer situação e o bom humor nos ensina a não dar aos acontecimentos infelizes maior importância do que eles mereçam." (Chico Xavier)




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Aprendi com o Tempo


"Compreendi que para ser feliz basta querer...
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Aprendi que o tempo cura,
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Que a mágoa passa,
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Que a decepção não mata,
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Que o hoje é reflexo de ontem...
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Compreendi que podemos chorar sem derramar lágrimas,
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Que os verdadeiros amigos permanecem,
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Que a dor fortalece,
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Que vencer engrandece...
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Aprendi que sonhar não é fantasiar,
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Que a beleza não está no que vemos e sim no que sentimos,
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Que o valor está na conquista...
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Compreendi que as palavras têm força,
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Que viver é aprender com os erros...
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