segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

"Incerteza parece coisa de pouca monta, mas é assunto de importância fundamental no caminho de cada um. As criaturas entram na instabilidade moral, habituam-se a ela, e passam ao domínio das forças negativas sem perceber. Dizem-se confiantes pela manhã e acabam indecisas à noite. Frequentemente rogam em prece: - Senhor! Eis-me diante de tua vontade!... Mostra-me o que devo fazer!... E quando o Senhor lhes revela, através das circunstâncias, o quadro de serviço a expressar-se, conforme as necessidades a que se ajustam, exclamam em desconsolo: - Quem sou eu para realizar semelhante tarefa? Não tenho forças. Ai de mim que sou inútil!... Sabem que é preciso servir para se renovarem, mas paradoxalmente esperam renovar-se sem servir. Dispõem de verbo fácil e muitas vezes se proclamam inabilitadas para falar auxiliando a alguém nas construções do Espírito. Possuem dedos ágeis, quais filtros inteligentes engastados nas mãos; entretanto, costumam asseverar-se inseguras na execução das boas obras. Ouvem preleções edificantes ou mergulham-se na assimilação de livros nobres, prometendo heroísmo para o dia seguinte, mas, passada a emoção, volvem à estaca zero, à maneira de viajante que desiste de avançar nos primeiros passos de qualquer jornada. Louvam na rua o equilíbrio e a serenidade e, às vezes, dentro de casa, disputam campeonatos de irritação. O dever jaz à frente, a oportunidade de elevação surge brilhando, os recursos enfileiram-se para o êxito e realizações chamam urgentes, mas preferem a fuga da obrigação sob o pretexto de que é preciso cautela para evitar o mal, quando o bem francamente lhes bate à porta. Trabalho, ação, aprendizado, melhoria!... Não te ponhas à espera deles sob a imaginária incapacidade de procurá-los, à vista de imperfeições e defeitos que te marcaram ontem. Realização pede apoio da fé. Mãos à obra. Tudo o que serve para corrigir, elevar, educar e construir, nasce primeiramente no esforço da vontade unida à decisão." (Emmanuel)


A caminhada da vida


Na caminhada da vida, aprendi que nem sempre temos o que queremos.
Porque nem sempre o que queremos nos faz bem.

Foi preciso as dores, para que eu aprendesse com as lágrimas.

Foi necessário o riso, para que eu não me enclausurasse com o tempo.

Foi preciso as pedras, pra que eu construísse meu caminho.

Foram fundamentais as flores, para que eu me alegrasse na caminhada.

Foi imprescindível a fé, para que eu, não perdesse a esperança.

Foi preciso perder, para que ganhasse de verdade.

Foi no silencio que fui ouvido com clareza.

Pois sem provas não tem aprovação.
E a vitória sem conquista é ilusão.

E a maior virtude dos fortes é o perdão.


(Desconheço Autoria)








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Myrna.