segunda-feira, 16 de setembro de 2013

"Sua generosidade chamará a bondade alheia em seu socorro. Sua simplicidade solucionará problemas para muita gente. Sua complexidade provocará muita dissimulação no próximo. Sua indiferença fará manifesta frieza nos outros. Seu desejo sincero de paz garantirá tranquilidade no caminho. Seu propósito de guerrear dará frutos de inquietação. Sua franqueza contundente receberá frases rudes. Sua distinção edificará maneiras corretas naqueles que o seguem. Sua espiritualidade superior incentivará sublimes construções espirituais. Diariamente, semeamos e colhemos. A vida é também um solo que recebe e produz eternamente." (André Luiz)

 
 
Liberdade de escolha

 

Diariamente somos levados a fazer as mais variadas escolhas.

Desde opções banais tais como a roupa que vamos vestir até o que faremos de nosso futuro.

Algumas dessas escolhas são extremamente singelas e outras, de grande relevância.

Em muitas ocasiões, é claro, nosso poder de opção fica limitado às condições financeiras, sociais e até físicas de que dispomos.

Porém, em linhas gerais, temos o poder para imprimir na nossa existência o padrão de felicidade ou de aflição com o qual desejamos conviver.

A liberdade é Lei da vida, que faz parte do concerto da harmonia universal.

Somos o que de nós próprios fazemos, movimentando-nos no rumo que elegemos.

A busca da felicidade é uma meta comum entre todos os seres humanos.

Todos almejamos, de alguma forma, alcançá-la.

Cada ser a idealiza de modo diferente dos demais.

Para alguns a felicidade é ter uma família.

Para outros é estar sadio e sentir-se bem.

Ou ainda, é confundida, por alguns, com conforto material.

Na realidade, sabemos que a felicidade verdadeira não é deste mundo, como nos ensinou Jesus.

Temos consciência de que só alcançaremos o estado de plena felicidade quando atingirmos a perfeição relativa a que estamos destinados, mas que ainda isso é algo distante de nossa atual condição.

Porém, almejar a felicidade, mesmo que relativa, é algo natural e que nos impele ao crescimento.

Podemos e devemos ser felizes, embora ainda estejamos estagiando em um planeta de provas e de expiações.

Temos liberdade de escolha para isso.

Se nos encontramos atrelados ao carro das aflições, cabe-nos persistir no caminho do bem, sem esmorecermos.

A dificuldade de agora é o efeito da insensatez do passado.

Situações infelizes alteram-se para melhor, tais como paisagens cobertas pelas sombras rapidamente são tomadas pelo sol.

Somos senhores do nosso destino.

Não nos é conveniente entregarmo-nos à tristeza, à ociosidade, aos queixumes.

Aquele que prefere sofrer tem liberdade para esta experiência até o momento em que se decida optar pelo bem-estar verdadeiro.

Desse modo, não devemos transformar incidentes de pequena monta, coisas e ocorrências corriqueiras em tragédias.

Ninguém tem o destino do sofrimento.

A dor é o resultado da ação negativa do passado, próximo ou não, jamais uma causa.

Façamos uma avaliação honesta da nossa existência, sem consciência de culpa, sem pieguismo desculpista.

Avaliemos se nossos atos, nossas escolhas de agora, serão motivos de sofrimento ou de ventura mais adiante.

Vejamos como estamos nos comportando perante o mundo e perante nós mesmos, sob o pretexto de alcançarmos a felicidade.

Ser feliz, ou não, também é uma opção que nos é dada diariamente.

Resta-nos, apenas, analisarmos objetiva e sinceramente se nossas escolhas são legítimas e justas.

Afinal, não há como ser feliz às custas de dores e de angústias alheias.

Pois, por certo, mais dia, menos dia, esse tipo de situação ensejará, inevitavelmente, nosso próprio sofrimento.

Somos livres para semearmos o que bem nos aprouver, conscientes, no entanto, de que estaremos obrigatória e inafastavelmente vinculados à colheita de seus frutos.



Redação do Momento Espírita com base no livro Momentos de alegria, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 26.01.2011.
 
 
 
 
 
 

 
 

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