sexta-feira, 13 de setembro de 2013

“Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.” — Jesus. (MATEUS. Capítulo 7, versículo 20.) ...."O mundo atual, em suas elevadas características de inteligência, reclama frutos para examinar as sementes dos princípios. O cristão, em razão disso, necessita aprender com a boa árvore que recebe os elementos da Providência Divina, através da seiva, e converte-os em utilidades para as criaturas. Convém o esforço de auto-análise, a fim de identificarmos a qualidade das próprias ações. Muitas palavras sonoras proporcionam simplesmente a impressão daquela figueira condenada. É indispensável conhecermos os frutos de nossa vida, de modo a saber se beneficiam os nossos irmãos. A vida terrestre representa oportunidade vastíssima, cheia de portas e horizontes para a eterna luz. Em seus círculos, pode o homem receber diariamente a seiva do Alto, transformando-a em frutos de natureza divina. Indiscutivelmente, a atualidade reclama ensinos edificantes, mas nada compreenderá sem demonstrações práticas, mesmo porque, desde a antiguidade, considera a sabedoria que a realização mais difícil do homem, na esfera carnal, é viver e morrer fiel ao supremo bem." (Emmanuel)




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A figueira que secou
 


Conhecida passagem do Evangelho narra que Jesus teve fome e foi buscar alimento junto a uma figueira que se encontrava ao longe.

Nela chegando, achou apenas folhas, visto não ser tempo de figos.

Então, o Messias disse à figueira que ninguém dela comesse fruto algum.

No dia seguinte, Jesus e os apóstolos passaram novamente pelo local e viram que a figueira secara até à raiz.

Esse trecho da Boa Nova costuma causar perplexidade.

Afinal, enseja espanto que o amoroso e sábio Messias tenha se agastado com uma árvore.

Especialmente porque não era mesmo tempo de frutos.

Contudo, do evento é possível extrair um raciocínio coerente com o conjunto da mensagem cristã.

O cerne da questão não parece residir em uma espécie vegetal destituída de vontade.

O ponto chave a se considerar é o hábito humano tão comum de esperar a situação perfeita para agir no bem.

É como se os homens esperassem, à semelhança de uma árvore, a estação perfeita para darem frutos.

Enquanto todos os fatores não se associam, eles persistem ociosos, quando não reclamões.

Alguns aguardam ficarem ricos para abrir um pouco a bolsa em favor dos miseráveis.

Outros afirmam que a falta de um grande amor os amargura.

Somente após encontrar quem lhes corresponda ao ideal é que poderão compreender o semelhante.

Quem tem filhos alega que só poderá doar de si quando eles crescerem.

Os empregados não têm atividades de benemerência por alegada falta de tempo.

Já os desempregados, embora com tempo, se afirmam sem sossego.

Sempre há um motivo para não ser útil ao semelhante.

Entretanto, talvez a ocasião perfeita jamais surja.

Enquanto isso, o tempo passa.

O perigo é um belo dia se descobrir ressequido.

De tanto fugir das oportunidades de trabalho, tornar-se alguém inútil e profundamente egoísta.

A Providência Divina movimenta tantos recursos em favor de Suas criaturas!

Antes de se afirmar impossibilitado de atender ao convite da fraternidade, conte suas bênçãos.

Muitas vezes você nem percebe a enormidade das graças que ordinariamente recebe.

Saúde, família, emprego, inteligência, amigos ...

São tantos os tesouros que repousam em suas mãos!

Pense nos desafortunados do mundo e se tome de gratidão por estar na condição de quem pode servir.

Manifeste essa gratidão no amparo aos semelhantes.

Onde e como lhe for possível, movimente suas mãos no bem.

Se você buscar desculpas para permanecer inerte, certamente as encontrará.

Mas se desejar ser útil, as oportunidades se multiplicarão em seu caminho.

Não seja semelhante à figueira da passagem evangélica.

Você dispõe de livre-arbítrio e pode criar as melhores condições de amparar, compreender e perdoar.

Pense nisso.




Redação do Momento Espírita.
Em 21.05.2009.

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Myrna.