domingo, 10 de fevereiro de 2013

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine”.- PAULO. (I Coríntios, 13:1.)..... "Parafraseando o Apóstolo Paulo, ser-nos-á lícito afirmar, ante as lutas renovadoras do dia-a-dia: - se falo nos variados idiomas do mundo e até mesmo na linguagem do Plano Espiritual, a fim de comunicar-me com os irmãos da terra, e não tiver compreensão dos meus semelhantes, serei qual gongo que soa vazio ou qual martelo que bate inutilmente; - se cobrir-me de dons espirituais e adquirir fé, a ponto de transplantar montanhas, se não tiver compreensão das necessidades do próximo, nada sou; - e se vier a distribuir todos os bens que acaso possua, a benefício dos companheiros em dificuldades maiores que as nossas, ou entregar-me à fogueira em louvor de minhas próprias convicções, e não demonstrar compreensão, em auxílio dos que me cercam, isso de nada me aproveitaria. A compreensão é tolerante, prestimosa, não sente inveja, não se precipita e não se ensoberbece em coisa alguma. Não se desvaira em ambição, não se apaixona pelos interesses próprios, não se irrita, nem suspeita mal. Tudo suporta, crê no bem, espera o melhor e sofre sem reclamar. Não se regozija com a injustiça e, sim, procura ser útil, em espírito e verdade. De todos as virtudes, permanecem por maiores a fé, a esperança e a caridade; e a caridade, evidentemente, é a maior de todo, entretanto, urge observar que, se fora da caridade não há salvação, sem compreensão a caridade falha sempre em seus propósitos, sem completar-se para ninguém." (Emmanuel)



Recados para Orkut

 
Corações distantes
 

 
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
 
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
 
"Gritamos porque perdemos a calma" disse um deles.
 
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador.
 
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
 
E o mestre volta a perguntar: "Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
 
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
 
Então ele esclareceu:
 
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?
 
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
 
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
 
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
 
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
 
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?
 
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
 
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
 
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem.
 
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
 
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
 
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
 
Pense nisso!
 
Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.
 
Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.
 
Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa: "Eu não concordo com suas idéias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você."
 
Pense nisso!
 

 
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em ensinamento atribuído ao pensador indiano, Meher Baba.
 
 
 
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Com estima e apreço,
Myrna.